
Mágia, ilusionismo, arte… Há anos os mágicos e ilusionistas conquistam seu espaço.
E, como hoje (31) é Dia do Mágico, não tem data melhor para falar destes artistas que, muitas vezes já fez você sonhar e vibrar. Abaixo entrevistamos Diego Mubarak (na foto acima com o Oriental Magic Show), ilusionista que apresentou recentemente o concurso Magic Dreams no evento Anime Dreams 2009.
Como você virou um mágico? Era algum sonho de infância ou algo do tipo?
Eu tinha 17 anos e fazia parte de um grupo de jovens que mensalmente faziam visitas assistenciais em orfanatos e asilos, no intuito de sempre levar mais diversão e alegria a estas pessoas eu acabei tornando realidade um sonho de infância, eu sou fascinado por mágica desde pequeno, então comecei a estudar e a me envolver com mágica. Foi um modo de eu levar alegria e diversão a quem realmente precisa, e hoje é uma forma de diversão para eu também me divertir e desestressar desta cidade caótica que é São Paulo.
Alguns mágicos dizem que não fazem mágicas e sim ilusionismo. O que você faz? Qual a diferença?
Existe uma leve diferença em ser mágico e ilusionista que hoje em dia é meio desconhecido, mas vou tentar explicar mais ou menos como isto ainda é, ilusionista pode ser utilizado para mágicos que trabalham com grandes efeitos (desaparições de veículos, travessia de monumentos, teletransporte) o mágico fica mais por conta do clássico, re-lembrando os antigos shows de salão, envolvendo efeitos que dependem mais da agilidade do mágico do que uma grande apresentação. Hoje eu sou mágico, meu público-alvo são crianças de 0 a 100 anos de idade, pois sempre existe uma criança que aflora no adulto enquanto assiste uma apresentação de mágica. Eu tenho preferência por shows infantis, afinal é uma platéia muito difícil de se lidar, e nisto é que o mágico acaba evoluindo, como já disse, eu sou mágico, dou mais preferência para mágicas clássica, como coelho na cartola, por exemplo.
Quais são seus ídolos no mundo da mágica?
É difícil citar alguns ídolos, pois existem muito mágicos do passado e presente, mas vou acabar citando os que mais me inspiram. Um mágico que sempre foi muito importante na minha vida, na verdade é um Trio, é o The Oriental Magic Show (Fujikan, Ossamá Sato e Phanton), eles são os mágicos brasileiros da atualidade que estão com uma carreira internacional. Jeff McBride, um mágico norte americano também me inspira bastante, sem contar nomes clássicos como David Copperfield (EUA), Rokan (Brasil), Morgan (Brasil) e sem esquecer Harry Houdini, um dos mais célebres mágicos do passado.
“O Ilusionista”, o filme
Baseado no conto de Steven Millhauser (“Eisenheim, O Ilusionista”), ganhador do prêmio Pulitzer, o filme “O Ilusionista” é uma carta nas mãos (literalmente) pra quem gosta do mundo da mágica. No longa, o famoso ilusionista Eisenheim (Edward Norton) assombra as platéias de Viena com seu impressionante espetáculo de mágica. Confira abaixo o trailer.



Depois do sucesso do seriado policial “A Lei e o Crime” na Rede Record, a Rede Globo pelo visto decidiu investir também neste estilo de atração. Segundo a coluna Outro Canal, a emissora está fazendo testes em São Paulo e no Rio de Janeiro para selecionar “caras novas”. 
Na idade da maioria de vocês eu gostava muito de ler “gibis”, era esse o nome que se usava na época para as revistas em quadrinhos. Tínhamos “Pinduca”, “Bolinha”, “Luluzinha”, “A Turma da Disney”. Claro, também tinham os super-heróis como “O Fantasma” (que ilustra a abertura desta matéria, com páginas de um gibi original meu que guardei), “Tarzan” (também a capa de um exemplar original da minha coleção, escaneada, está nesta coluna), “Capitão Marvel”, “Mandrake”, dentre outros.
Hoje, após tantos anos, eu as guardo com muito carinho. Como fiquei feliz com este presente que veio do lixo. O “Tarzan” são os de números 38, 52 e 75. Já o “Fantasma” é o número dois de 1958. 











