28
Feb
2009
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O homem por trás do Festival Mundo Mix de cinema

Andre Fischer (foto) é o exemplo de homem performático e multimidiático. Exercendo o jornalismo como diretor da revista Junior e de editor do portal Mix Brasil no UOL. Conquistou ao longo de sua carreira muitos fãs e admiradores que chegam a ir em casas noturnas paulistas como A Lôca, nos dias em que ele é DJ (sim ele também entende de música) especialmente para ver o jovem tocar.

Andre atingia o auge de sua carreira com o Festival Mix Brasil de Diversidade Sexual. Com 16 anos de vida, a mostra é um sucesso quase tão grande quanto sua maior atração o Show do Gongo de Marisa Orth, que é realizado há sete anos. Realmente Fischer é um sucesso e mais que isso um patrimônio histórico para a luta contra o preconceito na mídia brasileira.

Cultureba – Você sempre ilustra suas colunas no MIX Brasil com figuras de animês e mangás yaois. Você gosta? Acompanha? Tem contato com este mundo “otaku”?
André Fischer – Tenho alguns mangás e freqüento sites de na internet. Acho a estética yaoi a mais moderna e adoro a maneira poética como abordam a homossexualidade de seus personagens.

Cultureba- Você sabia que existem grupos organizados de fãs gays de animes e mangás como o Otaku Yaoi e o Yaoi Connection e não param de surgir comunidades de
jovens sobre o assunto no Orkut e de se organizar encontros e exibições? Você acha isto bom ou ruim? Pode ocorrer uma precocidade nos jovens ao falarem tão cedo sobre este assunto?

AF – Acho excelente. Nunca é cedo para começar a falar de sexualidade francamente e de uma maneira tão sutil como nos animes e mangás.

Cultureba- Nos eventos de animê, é raro encontrar pessoas com preconceitos para casais de gays e lesbicas. Como você vê esta liberdade maior? A que você atribuiria isto?
AF – Acho que essas pessoas estão conectadas com uma liberdade maior de expressão e por isso já se libertaram de seus preconceitos.

Cultureba – “Sakura Card Captors”, foi à série japonesa com maior incidência de Yaoi (gay) e Yuri (lesbica) já exibido integralmente no país. A série foi ao ar sem cortes na dublagem e nas cenas no Cartoon Network. Mas na Rede Globo o animê passou redublado e com apenas 12 dos 20 minutos de cada episódio. O que você pensa sobre censuras como esta, que não atinge somente animês, mas novelas como “America”?
AF – A censura é um retrocesso. Infelizmente estamos vivendo um momento complicado. Os veículos de comunicação temem polêmicas e preferem tesourar o trabalho criativo com medo de processos ou de se indisporem com grupos conservadores, estes cada vez mais articulados.

Cultureba – A ‘censura’ também atingiu “Sailor Moon” que teve um personagem gay transformado em mulher pela dublagem e outras séries. Mas o animê Utena, foi lançado em DVD sem cortes. Acha que a abertura para estas produções esta aumentando? Qual seria a solução (o DVD, cinemas
alternativos, etc
)?

AF – A solução está justamente no mercado dito alternativo se organizar – e isso felizmente está acontecendo. Não adianta querer contar com gigantes da mídia, eles tendem a ser mais conservadores mesmo .

Cultureba – Como os pais reagem ao ver o filho ou a filha vendo uma produção destas? Qual seria a melhor atitude neste caso?
AF – Acho que eles devem reagir tranqüilamente. Proibir não me parece ser a alternativa mais inteligente. Se eles não concordam com o conteúdo destas produções devem deixar claro aos filhos o que acham delas. Mas deixar para os filhos a decisão do que devem ou não consumir em termos de arte.

Cultureba – A que se atribui o fato de tantas meninas heterossexuais freqüentarem estes encontros gays e gostarem de desenhos com amor entre dois homens? Este assunto mexer com a mente das mulheres é novo ou já existia antes com outras
mídias como filmes e quadrinhos adultos gays?

AF – Até onde sei o fenômeno do yaoi ser consumido por meninas adolescentes heterossexuais é algo da cultura japonesa. Por lá também são elas, e não os marmajos, que lotam estádios em jogos de futebol. Talvez tenha a ver com o
fato dos rapazes mostrados nas histórias serem mais sensíveis e elas se identificarem com este tipo masculino, ainda que eles gostem de rapazes.

Cultureba – Sobre filmes orientais com atores (live action). Como é a recepção deles no ocidente? Filmes como “Tabu” tem espaço na mostra?
AF – Os filmes japoneses são sempre muito bem recebidos no Festival, pois possuem uma narrativa diferente da ocidental. Esse ano estamos apresentando uma programação de filmes chineses, a maior de filmes gays já apresentada fora da China (entrevista originalmente realizada durante o festival de 2005).

Em tempo: A Argentina pôs em vigor ontem (27) uma reforma da Justiça Militar que acabou com os tribunais especiais para militares e com punições a homossexuais nas Forças Armadas.


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28
Feb
2009
2

Glam Rock: O mundo louco do grupo Miranda!

Muita gente ficava interessada e intrigada quando passavam, no extinto canal pago Locomotion, clipes ou chamadas de uma banda exótica chamada Miranda!. Esses relances, que eram reminiscências da Locomotion latina, comprovam o sucesso (principalmente entre o público jovem) dessa banda argentina cujo estilo é – como eles mesmos chamam – ‘eletropop melodramático’. Mais tarde o Brasil teve novamente contato com o grupo na abertura da novela argentina “LaLola”, transmitida pelo SBT, no qual eram interpretes da música tema.

Considerados a banda mais consagrada na Argentina dos últimos anos, Miranda! começou como uma banda alternativa, que fazia um suave sucesso no circuito ‘underground’ de Buenos Aires por volta de 2002. A banda iniciou logo, uma ascensão vertiginosa ao sucesso máximo que poderiam atingir com álbum “Es Mentira”. Logo, em 2004, o cérebro e centro criativo da banda, “Alejandro Sergi” – o vocalista, tratou de iniciar um novo projeto, e logo foi lançado o segundo álbum do grupo: “Sin Restricciones” – que, no entanto, não foi tão inovador quanto seu antecessor, mas firmou Miranda! no seu estilo musical.

Assim como nos clipes, os seus shows são espetáculos únicos. Inspirados por bandas de ‘glam rock’ e apresentações teatrais – assim como as bandas de ‘J-rock’, como “Malice Mizer”, perceberão alguns fãs -, suas performances são verdadeiras representações e leituras dramáticas das letras de suas músicas. Com direito até mesmo a fogos de artifício, efeitos especiais e cabos de aço elevando os integrantes da banda no ar, esses shows marcaram bastante o estilo da banda, e renderam à ela um público não arrebanhado praticamente nunca na Argentina. Conseqüentemente, renderam também muitos prêmios como o “Banda Revelação de 2002″, pela “Rolling Stone Magazine” da Argentina e as indicações no “Video Music Awards Latino-América MTV Latino 2005″.

“Miranda!” (cujo nome, aliás, é uma homenagem ao artista argentino, Osvaldo Miranda), no entanto, é um grupo controverso, a começar pelo talento e a androginia de Alejandro Sergi, e a beleza esquisita de todos os outros integrantes. Mas o que realmente causa polêmica são as letras de algumas de suas músicas, tachadas como ‘vulgares’ pela maioria dos críticos. O maior de todos os problemas está com a música “El Profe”, que conta a história de um estudante que deseja ser o “Professor de Amor” de uma de suas colegas. A letra é poética e intensa, mas pode chegar a soar, aos mais desavisados, um tanto quanto vulgar.

Quer saber mais sobre ‘glam rock’? Uma boa fonte de consulta é o filme “Velvet Goldmine” de Todd Haynes, com Ewan McGregor, Christian Bale e Toni Collette. O estilo inspirou ainda outras bandas de J-Rock e J-Pop (estilos música japonesas).

(Matéria do Arquivo OhaYO! / Yamato Corporation – Escrita por Caio de Sousa e editorado por David Denis Lobão)

Miranda! no clipe exibido durante a programação do Locomotion: “Don”

Miranda! na abertura da novela LaLola: Música “Enamorada”


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28
Feb
2009
1

Será que a Amy Winehouse é… Bissexual???

Ela sempre esteve envolvidas em polêmicas, seja pelos seus ex-namorados ou pelo uso desenfreado de drogas ilegais. Agora, após sair da clinica de reabilitação, a cantora Amy Winehouse voltou a ser matéria em jornais do mundo todo.

Segundo o jornal Agora São Paulo, alguns tablóides publicaram que a rockeira acabou recentemente com um casamento… lésbico. Isto mesmo, Amy Winehouse teria sido a responsável pelo final de um relacionamento entre duas mulheres.

Sim, ela não vai sair da mídia tão cedo… Seja pelo talento, ou seja, pela vida pessoal. Será que ela vira um ícone como Madonna ou Michael Jackson?


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28
Feb
2009
1

Final com 30 pontos: Mulher Apaixonadas pelo Ibope

Segundo o site Na Telinha, o último capítulo da novela “Mulheres Apaixonadas”, exibido ontem (27), pela Rede Globo no “Vale a Pena Ver de Novo” atingiu ótima média para a emissora. O que não é novidade, já que muitas vezes ficava acima dos 20 pontos no Ibope. Um verdadeiro sucesso, mais do que esperado!

O seu final foi apresentado com quase duas horas de duração, batendo recorde de audiência. De acordo com números prévios do Ibope, o último capítulo da trama de Manoel Carlos atingiu uma média de 26 pontos com pico de 30.

A novela cativou o telespectador com suas fortes cenas que não fogem muito do cotidiano dos brasileiros. E como hoje era o último capítulo – e reclamações de telespectadores não influenciariam mais na classificação de horário da novela (originalmente 14 anos, mas baixado pra 10 na reprise), cenas consideradas mais fortes foram ao ar, como a surra que a vilã Dóris tomou do pai (cena acima). Assim como o primeiro beijo lésbico das telenovels brasileiras, entre Clara e Rafaela.

Em diversos dias, Mulheres Apaixonadas bateu todas as novelas da Globo, salvo a das 9, “Caminho das Índias”. Não foram poucas as datas em que “Malhação”, “Negócio da China” e “Três Irmãs” foram menos vistas que os dramas da trama de Manoel Carlos. A partir de segundo a trama será substituída pela reprise de “Senhora do Destino” outro sucesso da Rede Globo.


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28
Feb
2009
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Série Visões do Mundo: Washington DC (EUA)

E a seção que faz você viajar ao mundo com o Cultureba, continua contando com seus colaboradores para mostrarem a sua visão do mundo. Tudo através de fotos que tiraram em suas viagens ao redor do planeta.

Nosso convidado de hoje é o programador Ricardo Assis, que nos mostra a cidade Washington DC, capital dos Estados Unidos da América. Na viagem, temos direito a uma visita ao excelente Museu de Cera da cidade, seu conhecido Obelisco, o Washington Memorial e o tão famoso metrô americano.


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27
Feb
2009
5

Aline no País das Maravilhas: O velho e o cão

Em um bairro de São Paulo, numa rua comum, dessas que a gente encontra em cada cantinho da nossa cidade, viviam um velho e seu cão. O velho, um viúvo que morava só em sua grande casa, com um grande quintal, comprou o cão – um pastor alemão – para garantir-lhe segurança.

O cão, um dos maiores pastores que eu já vi na vida, tinha outra vocação, que não a de segurança. Levava mais jeito para companhia. Pastor alemão com alma de labrador. Quando a gente escolhe um cão ou quando ele escolhe a gente, nunca sabemos que figurinha vai virar quando crescer. Foi esse o caso.

Até tentaram adestrar o cão, quando jovem, mas acabaram desistindo. Certa vez, havia um grande pernil sobre a mesa. O cão, em seu breve treinamento, aprendeu que não devia pegar nada que ali estivesse. Então sentou ao seu lado (ele podia sentar ao lado da mesa e, ao mesmo tempo, apoiar o queixo sobre ela, tão grande que era), disfarçou, e apenas lambeu a carne, pela lateral da boca. Tá certo; falaram pra não comer, mas não disseram nada sobre lamber…

Os dois formavam uma dupla incrível! Era lindo ver o velho fazendo um lanche enorme, de pão com salame, cortar ao meio (mais ou menos), comer a parte menor e dar a parte maior ao cão. Era reconfortante ver o cão dormindo aos pés do velho, enquanto este “assistia futebol” na sala.

O velho já não andava bem de saúde, tinha enfisema pulmonar. Não podia se afastar muito de casa, pois passava horas respirando com ajuda de um aparelho. Sentia muita falta de ar. O cão, que também já tinha uma certa idade, sofria com um problema na coluna, bem comum nessa raça, que agravou-se no nosso amigo devido ao excesso de peso.

Havia alguns anos que eu ficava muito triste, após cada visita aos dois. Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, a morte os levaria embora. Era inevitável. E havia algo que me preocupava muito: o que seria do velho sem o cão? E do cão sem o velho? Eu acreditava que, assim que um partisse, o outro iria atrás: morreria de saudade.

Num domingo de manhã, o telefone da minha casa tocou. O velho partira primeiro. Restou o cão. Segundo alguns parentes, o velho, receoso de que morreria logo e deixaria o cão sem dono, marcou um dia para sacrificá-lo, mas não deu tempo. Passou mal, foi internado e morreu, na semana que escolhera para a morte de seu amigo.

Sobrou o cão. Literalmente. Uma vizinha era paga para cuidar do bichinho e o fazia muito bem, mas não substituía o velho. Eu continuava passeando naquela rua, mas não tinha coragem de entrar.

Um dia, entrei. Deparei-me com o cão, que já não se levantava mais, devido ao problema da coluna. Se sujava com suas próprias necessidades. Comia e bebia se os potinhos estivessem bem perto dele. Eu me abaixei, fiz carinho (o que fez com que montes de pelos se soltassem) e chorei muito. Como choro agora. O cão também chorou e lambeu cada uma das minhas lágrimas que pingava no chão, ao seu lado.

Uma semana depois, o cão foi sacrificado. Sou contra esse tipo de medida, mas no caso dele, foi a mais sábia. Uma mistura de sentimentos ficou dentro de mim, até hoje:

Raiva, por morar num apartamento tão pequeno e não ter meios para cuidar do cão, quando o velho se foi;

Revolta, porque aqueles que diziam amar tanto o velho, viraram as costas ao cão, seu melhor amigo;

Paz, por ter entrado na casa naquele dia e, sem saber, ter me despedido do cão;

Alegria, por ter a certeza de que o cão e o velho estão juntos novamente.

Saudades…

Sobre a autora: Aline Gonzalez é Historiadora e Atriz.


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27
Feb
2009
1

“Os Simpsons” ganha mais duas temporadas

Segundo a agência Reuters, a Rede Fox norte-americana anunciou ontem (27) que encomendou mais duas temporadas da série de animação “Os Simpsons“, o que significa que o programa lançado em 1989 irá superar “Gunsmoke” como a série mais duradoura do horário nobre da televisão norte-americana, totalizando pelo menos 23 temporadas exibidas.

Neste ano, “Os Simpsons” entrará no segundo semestre em sua 21ª temporada, prometendo novidade e o humor mais ácido que nunca, ao final dela, mais de 450 episódios terão ido ao ar.

A série criada pelo cartunista Matt Groening, já ganhou 24 prêmios Emmy e deve ganhar também um segundo longa-metragem, já que o primeiro filme (2007) da família mais louca da TV arrecadou mais de 527 milhões de dólares nos cinemas do mundo todo.


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27
Feb
2009
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Desenho da Rê Bordosa ganha exibição na internet

“Aline”, a tirinha de jornal criada pelo gaúcho Adão Iturrusgarai, conquistou 24 pontos de audiência quando teve sua versão televisiva exibida nesta semana pela Rede Globo e deve ganhar uma temporada completa no segundo semestre deste ano. Isto prova de uma vez por todas, que existe vida para os quadrinhos brasileiros em outras mídias.

E agora é a vez dos personagens criados por Angeli invadirem a televisão. A TV Cultura exibe a desde cinco de janeiro no programa “Metrópolis“, de segunda a sexta, às 21h40, uma série de animações inspirada nos personagens do cartunista.

A série de “Angelitos“, foi criada pela produtora portuguesa Animanostra e dirigidos por Humberto Santana. “Angelitos” foi uma das sessões mais disputadas da 24º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde foram exibidos mais de cem episódios, infelizmente possuem de trinta segunda a um minuto cada.

Durante o desenho animado surgem os mais diversos personagens criados pelo paulistano Angeli, tais como o machista Bibelô, os saudosistas Wood & Stock, o guru Rhalah Ricota, o convencido Walter Ego, o incontrolável Osgarmo, os revolucionários Nanico e Meia Oito, os caras-de-pau Skrotinhos, as cruéis verdades de Love Stories e a nostálgica e sensacional Rê Bordosa.

Rê Bordosa é uma personagem que brilhou nas páginas da revista “Chiclete com Banana”. Rê é uma mulher de aproximadamente 40 anos, alcoólatra, ninfomaníaca, desbocada e desprovida de bom senso, cujas histórias giram em torno de suas manias e desejos. Como a personagem fez sucesso a ponto de eclipsar o autor, Angeli resolveu matá-la em uma história publicada pelo portal UOL. Mas volta e meia ela retorna a mídia.

A personagem chegou a co-estrelar um longa metragem de animação, “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n'Roll”, onde dividia a cena com Wood & Stock, outros personagens de Angeli. Rita Lee foi responsável pela dublagem de sua voz.

Agora a animação “Rê Bordosa” da série “Angelitos”, também está disponível no UOL, que passou a exibir os episódios da personagem gratuitamente – e oficialmente – na internet, confira abaixo um deles e aproveita, pois nunca se sabe quando ela vai morrer novamente.


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