01
mar
2010
2

Momento Nerd da Semana: Toda a história de “Alice” em um unica Tattoo

Toda a história do filme “Alice no País das Maravilhas” (Alice in Wonderland – Vesão da Disney) em uma unica tatuagem.

Alice in Wonderland - Versão da Disney (Foto: Reprodução / Web)


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06
fev
2010
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Vem aí o Carnaval Cultural de Campos do Jordão

Teatro no Carnaval

Vem aí o Carnaval Cultural de 2010 em Campos do Jordão e uma das atrações já divulgadas é a pré-estreia da peça “BE&THOVENS”, com texto e direção de Vallério Wiz.

A peça teatral junta os seguintes ingredientes: música eclética, esquetes teatrais a la Monthy Python, textos de estilo mordaz, humor inteligente e uma generosa dose de elegância. A produção abordará principalmente sobre tecnologia, comportamento, história e política.

BE&THOVENS por seu criador, Vallério Wiz

“Se Ludwig von Beethoven assistisse esse show, com certeza gritaria: “Wer sind diese Verrückten?”– (Quem são esses loucos?) E ele teria razão! Somos loucos por ele. Pela obra, pelo nome, pela história de sua vida. Demos seu nome a ruas, museus, teatros e até a um simpático cão São Bernardo. Por que não também a uma trupe de humor?

Beethoven e BE&THOVENS têm muito em comum. Beethoven, assim como BE&THOVENS, era rebelde e inquieto. Se o primeiro trouxe grandes concertos para o mundo, se arriscando nos temas e nas sonoridades e continuou compondo até depois de ter ficado surdo, os segundos, assim como o mundo, não têm conserto de jeito nenhum.

É assim que acontece a nova versão do humor inteligente, irreverente e elegante de BE&THOVENS com Vallério Wiz – como “Be” – e Fábio Black e Beto di Franco como “Thovens”. A formação prevê também eventuais convidados especiais que aumentarão o time dos “Thovens” – o que dará ao novo trabalho mais possibilidades sonoras e cênicas.

Serviço: “BE&THOVENS” no CARNAVAL CULTURAL 2010

Local: AUDITÓRIO CLÁUDIO SANTORO – Av. Luis Arrobas Martins, 1800 – Alto da Boa Vista – Campos do Jordão

Dia: 15 de fevereiro – segunda-feira – 21h

Ingressos- 80,00 (inteira) / 40,00 (meia-entrada) / 60,00 para quem doar 1kg de alimento

Informações – (12) 3662-2334 – 3663-3369

À venda no Auditório e no Posto Esso Capivari


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24
jan
2010
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Polêmica: O incesto homossexual no cinema brasileiro

Cena do filme "Do Começo ao Fim" (2009)

Em 2009 a estreia do filme “Do Começo ao Fim” causou muita polêmica. Tudo começou com trailers na internet e muita expectativa em torno do romance dos meio-irmãos João Gabriel Vasconcellos (Francisco) e Rafael Cardoso (Thomás). Mas no final, o longa de Aluisio Abranches decepcionou muitos telespectadores, pela ‘falta de problemas’ dos protagonistas, que viviam em um “mundo cor de rosa”, literalmente.

Mas toda a polêmica em torno de “Do Começo ao Fim” seria pela inovação de falar de incesto homossexual no cinema brasileiro. Algum tempo depois alguns sites mostraram que a ideia não era tão inovadora assim. O Brazilian Men Videos, lembrou do filme “Em Nome do Pai” (2002), que mostra uma relação de incesto entre pai (Elias Andreato) e filho (Leonardo Miggiorin).

Recentemente também, Daniel de Oliveira e Jackson Antunes protagonizaram a parte mais polêmica do filme “A Festa da Menina Morta” (2008), de Matheus Nachtergaele. Os atores também fizeram uma cena de sexo entre pai e filho no longa.


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17
jan
2010
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Por onde anda você… Wagner Bello (o ETevaldo de “Castelo Rá-Tim-Bum”)

Etevaldo

Nossos ídolos de infância, muitas vezes somem sem deixar rastros. Alguns mudam completamente a veia artística como ocorreu com o ator Luiz Henrique, o ET Zero-Zero de “Rá-Tim-Bum”, enquanto outros infelizmente morrem, como recentemente aconteceu com o anão Pitoco, assistente de palco do “Eliana & Alegria”.

Neste quesito, se enquada, Wagner Bello, que faleceu em 12 de agosto de 1994 e que ficou famoso com o personagem Etevaldo do seriado infantil “Castelo Rá-Tim-Bum” produzido pela TV Cultura em 1994.

Bello foi formado pela Escola de Artes Dramáticas da USP (EAD), e assim trabalhou em várias peças, inclusive recebeu o Prêmio APETESP de melhor ator em 1991 pela peça “Enq, o Gnomo”.

Wagner faleceu antes de gravar aquela que seria a última aparição de Etevaldo no programa. Para o episódio, então foi chamada a atriz Siomara Schroder, para interpretar Etecetera, irmã do ET. A atriz, em outra oportunidade, já havia interpretado a mãe de Etevaldo.

O ótimo Wagner Bello morreu aos 34 anos, no ano em que tinha acabado de se separar da atriz Valéria Sândalo. Ele morreu devido às complicações da AIDS, semanas depois de descobrir que tinha a doença.

Aproveitando a triste matéria. Vamos lembrar de alguns grandes ícones soropositivos brasileiros, que nos deixaram “cedo demais”… Como brilhantemente fala a música “Os bons morrem jovens”, de Renato Russo.

- Henrique de Sousa Filho, o cartunista Henfil (1988)

- Cazuza, cantor (1990)

- Conrado Segreto (estilista, 1992)

- Herbert Daniel, jornalista fundador do grupo “Pela Vidda” (1992)

- Leonilson, artista plástico (1993)

- Carlos Augusto Strazzer, ator (1993)

- Caíque Ferreira, ator (1994)

- Cláudia Magno, atriz (1994)

- David Neves, cineasta (1994)

- Skunk, cantor rapper do grupo “Planet Hemp” (1995)

- Rubens Correa, ator (1996)

- Renato Russo, cantor (1996)

- Caio Fernando Abreu, escritor (1996)

- Herbert José de Sousa, o sociólogo Betinho (1997)

- Thales Pan Chacon, ator (1997)

- Sandra Bréa, atriz (2000)


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08
jan
2010
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Cinema: A triste década de 1980 para os estúdios de Walt Disney

Oliver

Os estúdios Disney tiveram seu auge nos anos 1940 (“Fantasia”, “Pinóquio”, “Bambi”, “Dumbo”) e 1990 (“Aladdin”, “A Bela e a Fera”, “O Rei Leão”, “Mulan”). Mas entre este período o estúdio viveu altos e baixos e um dos seus piores momentos foram os anos 1980.

As produções do estúdio ficaram em baixa na década de 80, o que permitiu o avanço da animação japonesa (“Akira” e as obras primas de Hayao Miyazaki), francesa (“Asterix”) e até brasileira (“A Turma da Mônica”).

Mas nesta matéria não queremos falar só do lado ruim, vamos ver o que tivemos de bom da animação Disney na década de 80.

1981 – O Cão e a Raposa
“The Fox and the Hound” foi o 24º longa-metragem de animação da Disney, lançado em 10 de julho de 1981 nos EUA. O filme é baseado no romance homônimo de Daniel Pratt Mannix IV e conta a história de uma raposa e de um cão de caça que são amigos quando jovens. O problema é que quando eles crescem tornam-se verdadeiros inimigos porque os cães devem caçar as raposas. A produção é importante, pois foi o último filme com a participação de importantes nomes do estúdio como Nine Old Men Frank Thomas, Ollie Johnston e Woolie Reitherman. No lançamento foi o filme animado mais caro lançado até então, custando US $ 12 milhões. Sua continuação, “The Fox and the Hound 2”, estreou somente em 12 de dezembro de 2006.

1982 – Tron – Uma Odisséia Eletrônica
Um dos grandes fracassos da Disney, “Tron” mistura animação por computador com atores reais. A ficção científica foi escrita e dirigida por Steven Lisberger e estrelada por Jeff Bridges. Seu excelente visual ganhou destaque pelo pioneirismo das técnicas utilizadas, mas não conquistou o público. Na trama, o programador de computadores Kevin Flynn (Jeff Bridges) acessa o computador de seu ex-chefe, para tentar provar que fora trapaceado e é levado para dentro do mundo virtual. Transformado no programa Clu, se junta aos gladiadores computadorizados e tem que enfrentar o programa especializado em segurança chamado Tron (Bruce Boxleitner). Uma sequência (”Tron Legacy”) está em fase de produção e deve ter as gravações iniciadas ainda em 2009.

1985 – O Caldeirão Mágico
“The Black Cauldron” foi o 25º longa-metragem de animação da Disney. Lançado em 24 de julho de 1985, o filme é baseado na série “As Crônicas de Prydain”, de Lloyd Alexander. Até hoje é classificado por muitos críticos como um dos piores filmes do estúdio, pois aterrorizava as crianças. A história se passa na mítica terra de Prydain, onde um garoto (Taran) assume a missão de com uma espada mágica impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. De importante fica o registro que este foi o primeiro desenho animado da Disney feito em co-produção com a Silver Screen Partners II, e que também foi o primeiro filme animado produzido pela Disney em que os personagens não cantam.

1986 – As Peripécias do Ratinho Detetive
“The Great Mouse Detective” é considerado um clássico, mesmo não trazendo o retorno esperado pelo estúdio. O filme conta a história do ratinho detetive Basil, e suas investigações do sequestro de Flaversham, um fabricante de brinquedos capturado por Ratagão. Durante suas investigações, Basil conta com a ajuda de Dr. Dawson, e eles acabam se tornando grandes amigos. De curiosidade, a elaboração da trama levou apenas um ano para ser concluída graças ao pioneiro uso de computadores. A trilha sonora é outro destaque a parte, pois foi composta por Henry Mancini, que fazia também a composição de alguns desenhos da “Pantera Cor-de-Rosa”. A cantora Melissa Manchester, intérprete da música “Let Me Be Good For You”, também inspirou as feições e os movimentos da sua personagem.

1988 – Oliver e sua Turma
“Oliver & Company” foi o 27º longa-animado do estúdio e estreou nos EUA em 18 de novembro de 1988. Baseado (bem) livremente no livro “Oliver Twist” de Charles Dickens, trás uma versão toda protagonizada por animais (cães e gatos) e é todo situado em Nova York. Internacionalmente o filme se destaca por suas participações especiais. Aparecem como figurantes no filme Joca, o vizinho de Lady de “A Dama e o Vagabundo”; e Pongo, o dálmata de “Os 101 Dálmatas”. O filme foi lançado no mesmo dia de “Em Busca do Vale Encantado”, outro clássico das animações. No Brasil ganhou fama pela sua rica trilha sonora com as músicas “Nova York é uma cidade grande e tentadora” (cantada por Paulo Ricardo) e “Perfeição Existe” (interpretada por Adriana Calcanhoto). Rosana, Simony e Léo Jaime completam a trilha nacional.

1989 – A Pequena Sereia
“The Little Mermaid” foi o filme que marcou uma reviravolta nos estúdios Disney, depois dele começou uma onda de sucessos do estúdio, que se estenderam por todos os anos 1990. Adaptação do conto homônimo do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, faturou em 1989 cerca de 84 milhões de dólares nos Estados Unidos e 99 milhões de dólares no resto do mundo. Em 1997 o filme foi relançado, arrecadando mais 27 milhões de dólares nos EUA. Em termos tecnológicos, a cena final do filme foi a primeira de um longa-metragem da Disney a usar sistema de colorização por computador. A produção também acumulou muitos prêmios. No Oscar de 1990 venceu nas categorias de melhor trilha sonora e melhor canção original (Under the Sea), no Globo de Ouro 1990, também venceu nas categorias melhor trilha sonora e melhor canção original (Under the Sea). E por fim, no Grammy Awards de 1991 venceu na categoria de melhor canção composta para um filme (novamente com Under the Sea). Na dublagem brasileira destacou-se a atriz Zezé Motta (a Xica da Silva dos cinemas) dublando a vilã Úrsula.


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07
jan
2010
1

2010: Exposição “O Estranho Mundo de Tim Burton” chega ao Brasil

Foto da Exposição de Tim Burton nos Estados Unidos

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) anunciou sua programação para 2010. E os fãs de Tim Burton podem comemorar, pois a exposição “O Estranho Mundo de Tim Burton”, que vem fazendo sucesso no MoMa (Museu de Arte Moderna), em Nova York, fará parte da programação.

Segundo o site Cinema em Cena, a data da exposição do diretor de filmes como “O Estranho Mundo de Jack”, “Edward – Mãos de Tesoura”, “A Fantástica Fábrica de Chocolates” e “Alice no País das Maravilhas”, ainda não foi decidida. Porém, Marcos Mantoan, gerente do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, garantiu inclusive que o próprio diretor estará presente para a inauguração.


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09
dez
2009
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Arte: Toque piano no YouTube

ATENÇÃO: O ideal é você brincar diretamente no site do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=siW0pRpCrJU

Para o truque funcionar direitinho, espere carregar o video inteiro. Divirta-se!


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13
nov
2009
24

Na Revista da Tina surge Caio, o primeiro personagem (aparentemente) gay de Mauricio de Sousa

A revista “Tina”, número 6 (editora Panini), trás uma surpresa para os fãs de Mauricio de Sousa. O primeiro personagem gay da grande leva de criações dos estúdios do artista.

Na história de capa, “O Triângulo da Confusão”, somos apresentados a Caio, um rapaz sem trejeitos ou clichês de um homossexual, mas que assume no final da história ter um “compromisso” (aparentemente) com outro rapaz, que por sinal é amigo de Zecão (namorado de Pipa, melhor amiga da Tina).

A história ainda conta com um discurso da Tina contra preconceito (não exatamente com a sexualidade das pessoas, mas de modo geral) e a apresentação de que Caio é o melhor amigo da moça, “como se fosse um irmão”, indicando um possível retorno do personagem.

A personagem Tina foi criada como irmã de Toneco, amiguinho da “Turma da Mônica”, mas aos poucos ela foi destacando-se, ganhou histórias próprias, almanaque e atualmente uma revista com tramas mais adultas.

Em entrevista exclusiva, realizada no final do ano passado, que teve trechos publicados nas revistas Neo Tokyo e Mundo OK, além dos blogs Cultureba e Trash 80’s; Mauricio já adiantou que um “choque de realidade” poderia ocorrer na revista da Tina, confira:

As histórias ficaram mais realistas recentemente, e o Xaveco ganhou uma participação maior com a separação dos pais dele, este tema é um tema que já estava pra ser abordado faz tempo? Afinal é delicado, não?
MS: Sim, é delicado, é algo que pensei bastante e decidi colocar, pois algumas crianças, alguns leitores, colocavam “nossa a turma da Monica mora num universo, numa cidade, onde tudo é certinho, fora do normal, ninguém se divorcia, ninguém se separa” e me manquei que realmente faltava um pouco de realidade, então optei pelo Xaveco.

E recentemente teve um choque de realidade também com a morte do bichinho de estimação do Xaveco. Mas era um tabu a morte nas historinhas não é?
MS: Então, vivo com esta realidade também, não é? Morreu uma chinchila lá em casa e foi uma choradeira, morreu um cachorrinho também, foi uma choradeira… É um assunto pertinente, que acontece na vida. E não era tabu, é tabu ainda, mas eu quero enfrentar um pouquinho isto daí, e ainda vou fazer algumas coisas neste sentido. É que como nós temos vários roteiristas trabalhando, temos uma seqüência de histórias, e que são feitas com meses de antecedência. Um plano destes, um plano mórbido destes, tem que ser muito bem planejado, pro pessoal desligar a máquina de respiração ao mesmo tempo em todas as pranchetas, em todas as mesas. Dá um pouco de trabalho técnico aqui pro estúdio você mandar um personagem pra terra do Penadinho. E a chinchila do Xaveco morreu, porque as minhas morreram e foi muito triste lá em casa, até pra mim. Tão bonitinhas, delicadinhas, brincavam na sala, a gente soltava e ficavam pulando pra lá e pra cá.

A Turma da Tina ganhou destaque recentemente com revistas próprias e Almanaques. Ela foi uma das personagens que mais evoluíram, indo até parar na faculdade. E os fãs pedem no Orkut tramas mais adultas pra ela, existem planos uma revista com histórias falando de campanhas contra drogas, sexo seguro ou mesmo contra o preconceito homossexual com algum personagem gay amigo dela?
MS: Com a Tina nós vamos sofrer um “upgrade”, por causa da turma da Mônica Jovem. Ela vai ficar mais adulta realmente e tratar de assuntos mais adultos. Estamos estudando isto neste momento.

Então existe a possibilidade dos pedidos dos fãs por tramas mais adultas para ela e sua turma serem atendidos? Existe alguma data pra isto ocorrer?
MS: Olha não é só a pedido dos fãs, isto também, mas é a realidade, é a vida vivida, você tem que fazer alguma coisa com o que você está vivendo, senão você não está falando com a comunidade. Mas não temos data pra isto, veremos depois de terminarmos o projeto Mônica Jovem, já que estamos ainda acertando os ponteiros, principalmente na produção, pois é dureza fazer 120 páginas com aquele requinte todo, além de tudo que nós fazíamos, que já era uma calamidade. Então, estou contratando gente, aumentando nosso poderio de fogo aqui, contratando roteiristas. Acabando esta fase, que deve durar mais um mês e meio, nós vamos pensar em cima do novo projeto Tina.

Novidades: A nota sobre o possível personagem gay (ou bissexual, como agora foi declarado) também foi notícia no jornal Folha de São Paulo, que trouxe declarações da assessoria do autor Mauricio de Sousa sobre o assunto. Leia mais AQUI sobre o que foi divulgado.

Vale destacar que a revista “Tina” visa atingir um público mais adulto e não as crianças dos gibis tradicionais da “Turma da Mônica”. Comprem a publicação antes de julgarem e leiam antes de comentar. Sim, valerá a pena o investimento.


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