31
Aug
2010
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Separadas ao nascer… Por um Michael Myers

O cabelo embranquecido, os longos vestidos brancos e as sobrancelhas pretas não deixam dúvidas: Deborah Myers e a Rainha Branca foram separadas ao nascer.

Deborah Myers (Sheri Moon Zombie), mãe dos assassino Michael Myers, aparece com este excêntrico visual nos delírios que o filho tem no filme “Halloween II”, refilmagem feita por Rob Zombie em 2009.

Já a Rainha Branca (Anne Hathaway) ganhou o exótico visual na continuação de “Alice no País das Maravilhas”, filme de Tim Burton que estreou em 2010 nos cinemas.


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31
Aug
2010
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Arte de Rua: Propagandas adulteradas

São Paulo é uma megacidade que não para de se reinventar, inclusive no campo das artes.

Considerada crime, a pichação é uma fonte de criação rebelde, nascida na periferia como forma de protesto, que acabou ganhando ares marginais com o exagero e a degradação gratuita de locais públicos e privados.

Mas mesmo assim, algumas alterações urbanas critivas aparecem de vez em quando, e sempre que elas forem clicadas por nossas câmeras, elas aparecerão aqui no Cultureba; não como forma de incentivo, mas de registro fotográfico.

Hoje publicamos uma foto de um anúncio, tirada na estação Vergueiro do Metrô, com uma alteração feita nos lábios de uma modelo que demonstra a eficiência do sabonete Dove.


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30
Aug
2010
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A decadência dos cinemas de rua da Avenida Paulista

Tive a chance de acompanhar a última sessão do cinema TOP Cine, na Avenida Paulista (foto ao lado). Foi triste ver a decadência de um espaço que exibia tantos filmes alternativos interessantes como “Mistérios da Carne”.

Mias triste ainda foi ver algumas semanas depois o fechamento do Cineclube Vitrine, mais uma sala na região da Paulista que fechou após perder o patrocínio de uma empresa de TV a cabo e que exibia todos os anos o Animamundi.

Alguns meses depois chegou ao fim mais duas salas da região, agora localizadas no Shopping Paulista, que seria reformado alguns anos mais tarde, ganhando um novo complexo cinematográfico e o nome de Shopping Pátio Paulista.

Parecia o fim dos cinemas da região, mas outros continuaram de pé. As salas do Gemini funcionavam firme e forte, mostrando o poder do cinema de rua, e os fãs dos filmes de arte ganharam o Reserva Cultural, onde antes funcionava o falecido Cine Gazetinha.

Mas neste ano, os cinemas de rua voltaram a enfrentar obstáculos. O Cine Arte Lilian Lemmertz, no bairro da Lapa, fechou as portas no dia 30 de maio por não conseguir apoio financeiro do Ministério da Cultura. Também tinha que enfrentar a concorrência das modernas salas do Shopping Bourboun, localizado bem em frente à sua pequena sala, no Shopping Pompéia Nobre.

Enquanto isto, o Cine Belas Artes, também na região da Avenida Paulista, corre o risco de fechar às portas desde março, quando chegou ao fim seu contrato com o banco HSBC. A sala luta contra as altas contas e ainda procura um novo patrocinador para bancar os filmes em cartaz.

Mais sorte teve o cinema do Conjunto Nacional. Fechado na semana passada, quando a Bombril encerrou sua cota de patrocínio, as salas do prédio devem reabrir já nesta sexta-feira (03) com novo nome e patrocinador, passando a chamar-se Cine Livraria Cultura.

Vamos acompanhar e torcer para que a crise não atinja o Espaço Unibanco com a fusão definitiva do banco com o Itaú.


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28
Aug
2010
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Filmes dublados invadem os cinemas brasileiros

Os fãs dos dubladores brasileiros podem comemorar: nunca tivemos tantos filmes dublados em cartaz nos cinemas brasileiros. Algumas produções com celebridades no elenco, outros com dublagens mais tradicionais, mas a lista de longas é bem extensa.

Os motivos são vários, mas principalmente o aumento de salas de cinemas nas periferias das grandes cidades, onde ocorre uma maior preferências pelas produções com áudio em português, desde a época em que os VHS dublados eram mais vendidos para as locadoras destas regiões.

Outro fator determinante são os preços mais populares das entradas, possibilitando o acesso aos cinemas de pessoas que até então estavam acostumadas a assistir os filmes somente na televisão aberta, onde eles são exibidos dublados.

Atualmente os cinemas espalhados pelo Brasil estão com 14 filmes em cartaz com a opção do áudio dublado para as salas de exibição. Todos são grandes sucessos mundiais de bilheteria, confira a lista: “O Aprendiz de Feiticeiro”, “Encontro Explosivo”, “Os Mercenários”, “A Origem”, “Salt”, “O Último Mestre do Ar”, “Meu Malvado Favorito”, “Ponyo – Uma Amizade Que Veio do Mar”, “Shrek Para Sempre”, “Toy Story 3″, “Eclipse”, “A Ilha do Medo”, “Karate Kid” e “Par Perfeito”.

A tendência é que o número aumente ainda mais nas férias de dezembro e janeiro quando muitas crianças e adolescente estarão de férias e irão aos cinemas em busca de filmes com a opção do som em português.


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24
Aug
2010
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Record retira a abertura de “Os Mutantes”

Depois de mudar o nome original da novela, a Rede Record resolveu retirar a abertura de “Os Mutantes”, com esta decisão, o canal optou por não utilizar nem a abertura da primeira, nem da segunda temporada (que você revê no final deste tópico).

No lugar das aberturas foram colocados os nomes dos roteiristas, diretores e atores diretamente nas cenas iniciais (imagem acima). Este tipo de estratégia é muito comum na maioria das séries americanas, como “Lost” e “24 Horas”. Com esta alteração, a trama ganhou agilidade e cada capítulo fica 25 minutos ininterruptos no ar, sem intervalos ou qualquer outro tipo de interrupção.

Não é a primeira vez que a Record usa este artifício em um telenovela. A emissora paulista chegou a retirar a abertura dos capítulos iniciais de “Poder Paralelo”, também colocando os créditos diretamente no começo dos capítulos. Mas na trama de Lauro César Muniz a decisão foi temporária e durou somente alguns capítulos.

Em tempo: Falando de “Os Mutantes”, boatos dão conta que a terceira temporada da novela não será exibida. A audiência não está atingindo os números esperados e constantemente patina entre 5 e 6 pontos no Ibope.

Primeira abertura

Segunda abertura


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18
Aug
2010
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Novidade: Band estreia minissérie “Tô Frito”

A Band estreia na próxima segunda (23) depois do “CQC” a minissérie “Tô Frito”, que mostrará em oito capítulos o desafio do desenhista Vitor (Ian Ramil) que sai do interior do Rio Grande do Sul disposto a viver, trabalhar e vencer em São Paulo.

Vítor aluga um apartamento com quarto e sala com cozinha conjugada. Como tem pouco dinheiro, não pode comer fora e faz as suas primeiras incursões na cozinha. É no armazém de Dona Zenaide que ele se abastece para suas incursões culinárias. Dona Zenaide (Anamaria Barreto) logo vai virar uma mãe para Vítor em São Paulo.

Uma realização da Content, empresa do grupo Film Planet, o projeto levou dois anos para ser finalizado, desde sua concepção e primeiros esboços até a estreia. O episódio inicial de “Tô Frito” tem meia hora de duração, os demais têm 15 minutos.

No elenco o destaque fica para Ilana Kaplan, que viveu a Lucinete, a segunda empregada do “Sai de Baixo” e participou da peça “Terça Insana”. A atriz vive a mãe de Vitor, Dona Rosa.


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17
Aug
2010
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O Tempo Passou Para… Elba Ramalho

Elba Ramalho é uma excelente cantora e também uma boa atriz. Quem assistiu o filme “A Ópera do Maladro” pode comprovar como ela consegue juntar bem os dois trabalhos em um só.

Recentemente Elba voltou para a mídia por duas razões: participar do CD “Emoções Sertanejas”, de Roberto Carlos, e ter sua carteira de habilitação apreendida por dirigir alcoolizada.

Mas convenhamos que Elba Ramalho está bem melhor hoje em dia do que há 20 anos atrás. O tempo passou para a artista… E fez muito bem!


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14
Aug
2010
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Grandes Frases: Lady Byron

Nesta nossa nova seção, compartilhamos com nossos leitores algumas grandes frases ditas durante a história mundial. Hoje começamos com uma frase da aristocrata Lady Byron.

“O motivo que leva algumas personalidades tirânicas a gostarem tanto de animais e os considerarem humanos é porque eles não possuem o exercício da razão e não poderia condenar a perversidade de seus atos”

Lady Byron (Anne Isabella Milbanke), prima e esposa de Lord Byron (George Gordon Noel Byron), escritor autor de clássicos como “Don Juan”, explicando o que achava da exótica coleção de animais de seu infiel marido.


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