
Esta série brasileira foi ao ar pela Rede Globo de 5 de novembro de 2004 a 17 de dezembro de 2004, com apenas uma temporada de sete capítulos.
Mesmo com uma excelente audiência (40% de share – participação de televisores ligados no horário que estavam sintonizados no programa), ela não foi renovada.
Na ocasião muito se falou que isto ocorreu por problemas de agendas dos cinco protagonistas – todos atores de primeiro time da emissora que estavam escalados para outras produções.
Na produção conhecemos um grupo de funcionários públicos, mais conhecidos como Aspones (Assessores de Porcaria Nenhuma), que trabalham no FMDO (Fichário Ministerial de Documentos Obrigatórios), uma repartição pública desativada, onde seus empregados não podem ser despedidos – por serem concursados – mas que também não têm nada para fazer desde que o órgão foi desativado.
No local “trabalham” na paz Caio (Pedro Paulo Rangel), Anete (Marisa Orth) e Moira (Drica Moraes). Tudo muda com a chegada de Tales Teles (Selton Mello) e Leda Maria (Andréa Beltrão), sua estagiária.
Indignados com a falta de ter o que fazer eles criam o FMDO (Falar Mal Dos Outros), o que faz com que eles ridicularizem todos os que se dirigem até o local.
O seriado era uma grande critica ao governo e uma sátira aos concursos públicos. Este fato acabou também sendo atribuído ao seu cancelamento precoce sem uma segunda temporada.
Os autores (Alexandre Machado e Fernanda Young) e o diretor (José Alvarenga Jr.) são os mesmos de “Os Normais”.











