15
Jan
2010
1

Flashback cultural: Cinema Nacional – Relembre os melhores filmes brasileiros dos anos 1980

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Os Saltimbancos Trapalhões

A Idade da Terra – Glauber Rocha (1980)
A última produção da cinematografia de Glauber Rocha – o maior diretor do chamado “Cinema Novo”. A trilha sonora do filme passeia por todos os ritmos genuinamente brasileiros, como o forró e o samba, além dos batuques de Candomblé e do piano tenso. O filme se dispõe a retratar o Brasil, seu jogo político e as diversas implicações de sua mistura de raças e culturas. E por isto apresenta quatro tipos diferentes de “Cristos”: o negro, o militar, o índio e o guerreiro. Realmente um filme difícil, ótimo para quem adora produções de arte, mas também uma grande curiosidade para quem quer ver o autentico samba carioca presente no cinema nacional da década de 1980.

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

Super Xuxa

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Ópera do Malandro – Ruy Guerra (1986)
Considerado o maior musical já criado no Brasil, a história da malandragem carioca foi levada para as telonas com direção de Ruy Guerra e músicas compostas por Chico Buarque. Para completar, o longa “Ópera do Malandro” conta com um elenco de peso, com nomes como Edson Celulari, Cláudia Ohana, Elba Ramalho e Ney Latorraca. As coreografias são do dançarino Carlinhos de Jesus.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

Turma da Mônica

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Você acha que faltou alguma produção? Escreva pra gente e comente! Partcipe!


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08
Jan
2010
1

Cinema: A triste década de 1980 para os estúdios de Walt Disney

Oliver

Os estúdios Disney tiveram seu auge nos anos 1940 (“Fantasia”, “Pinóquio”, “Bambi”, “Dumbo”) e 1990 (“Aladdin”, “A Bela e a Fera”, “O Rei Leão”, “Mulan”). Mas entre este período o estúdio viveu altos e baixos e um dos seus piores momentos foram os anos 1980.

As produções do estúdio ficaram em baixa na década de 80, o que permitiu o avanço da animação japonesa (“Akira” e as obras primas de Hayao Miyazaki), francesa (“Asterix”) e até brasileira (“A Turma da Mônica”).

Mas nesta matéria não queremos falar só do lado ruim, vamos ver o que tivemos de bom da animação Disney na década de 80.

1981 – O Cão e a Raposa
“The Fox and the Hound” foi o 24º longa-metragem de animação da Disney, lançado em 10 de julho de 1981 nos EUA. O filme é baseado no romance homônimo de Daniel Pratt Mannix IV e conta a história de uma raposa e de um cão de caça que são amigos quando jovens. O problema é que quando eles crescem tornam-se verdadeiros inimigos porque os cães devem caçar as raposas. A produção é importante, pois foi o último filme com a participação de importantes nomes do estúdio como Nine Old Men Frank Thomas, Ollie Johnston e Woolie Reitherman. No lançamento foi o filme animado mais caro lançado até então, custando US $ 12 milhões. Sua continuação, “The Fox and the Hound 2”, estreou somente em 12 de dezembro de 2006.

1982 – Tron – Uma Odisséia Eletrônica
Um dos grandes fracassos da Disney, “Tron” mistura animação por computador com atores reais. A ficção científica foi escrita e dirigida por Steven Lisberger e estrelada por Jeff Bridges. Seu excelente visual ganhou destaque pelo pioneirismo das técnicas utilizadas, mas não conquistou o público. Na trama, o programador de computadores Kevin Flynn (Jeff Bridges) acessa o computador de seu ex-chefe, para tentar provar que fora trapaceado e é levado para dentro do mundo virtual. Transformado no programa Clu, se junta aos gladiadores computadorizados e tem que enfrentar o programa especializado em segurança chamado Tron (Bruce Boxleitner). Uma sequência (”Tron Legacy”) está em fase de produção e deve ter as gravações iniciadas ainda em 2009.

1985 – O Caldeirão Mágico
“The Black Cauldron” foi o 25º longa-metragem de animação da Disney. Lançado em 24 de julho de 1985, o filme é baseado na série “As Crônicas de Prydain”, de Lloyd Alexander. Até hoje é classificado por muitos críticos como um dos piores filmes do estúdio, pois aterrorizava as crianças. A história se passa na mítica terra de Prydain, onde um garoto (Taran) assume a missão de com uma espada mágica impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. De importante fica o registro que este foi o primeiro desenho animado da Disney feito em co-produção com a Silver Screen Partners II, e que também foi o primeiro filme animado produzido pela Disney em que os personagens não cantam.

1986 – As Peripécias do Ratinho Detetive
“The Great Mouse Detective” é considerado um clássico, mesmo não trazendo o retorno esperado pelo estúdio. O filme conta a história do ratinho detetive Basil, e suas investigações do sequestro de Flaversham, um fabricante de brinquedos capturado por Ratagão. Durante suas investigações, Basil conta com a ajuda de Dr. Dawson, e eles acabam se tornando grandes amigos. De curiosidade, a elaboração da trama levou apenas um ano para ser concluída graças ao pioneiro uso de computadores. A trilha sonora é outro destaque a parte, pois foi composta por Henry Mancini, que fazia também a composição de alguns desenhos da “Pantera Cor-de-Rosa”. A cantora Melissa Manchester, intérprete da música “Let Me Be Good For You”, também inspirou as feições e os movimentos da sua personagem.

1988 – Oliver e sua Turma
“Oliver & Company” foi o 27º longa-animado do estúdio e estreou nos EUA em 18 de novembro de 1988. Baseado (bem) livremente no livro “Oliver Twist” de Charles Dickens, trás uma versão toda protagonizada por animais (cães e gatos) e é todo situado em Nova York. Internacionalmente o filme se destaca por suas participações especiais. Aparecem como figurantes no filme Joca, o vizinho de Lady de “A Dama e o Vagabundo”; e Pongo, o dálmata de “Os 101 Dálmatas”. O filme foi lançado no mesmo dia de “Em Busca do Vale Encantado”, outro clássico das animações. No Brasil ganhou fama pela sua rica trilha sonora com as músicas “Nova York é uma cidade grande e tentadora” (cantada por Paulo Ricardo) e “Perfeição Existe” (interpretada por Adriana Calcanhoto). Rosana, Simony e Léo Jaime completam a trilha nacional.

1989 – A Pequena Sereia
“The Little Mermaid” foi o filme que marcou uma reviravolta nos estúdios Disney, depois dele começou uma onda de sucessos do estúdio, que se estenderam por todos os anos 1990. Adaptação do conto homônimo do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, faturou em 1989 cerca de 84 milhões de dólares nos Estados Unidos e 99 milhões de dólares no resto do mundo. Em 1997 o filme foi relançado, arrecadando mais 27 milhões de dólares nos EUA. Em termos tecnológicos, a cena final do filme foi a primeira de um longa-metragem da Disney a usar sistema de colorização por computador. A produção também acumulou muitos prêmios. No Oscar de 1990 venceu nas categorias de melhor trilha sonora e melhor canção original (Under the Sea), no Globo de Ouro 1990, também venceu nas categorias melhor trilha sonora e melhor canção original (Under the Sea). E por fim, no Grammy Awards de 1991 venceu na categoria de melhor canção composta para um filme (novamente com Under the Sea). Na dublagem brasileira destacou-se a atriz Zezé Motta (a Xica da Silva dos cinemas) dublando a vilã Úrsula.


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02
Dec
2009
3

Silvio Santos já era doido nos anos 80…

Momento… “Vai se tratar seu louco!”

Silvio Santos puxando o cabelo de Mara Maravilha no programa “Qual é a Música” da década de 1980.


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10
Oct
2009
0

Dia das crianças em clima Trash 80’s

Domingo – 11/10 – Domingo no Parque + Matinê Trash
Maratona a partir das 19h
Menores de 18 anos podem entrar até às 23h

PROMOÇÃO: leve dois quilos de alimentos não perecíveis das 19h as 00h e entre de graça
Open bar de refrigerante pipoca e algodão-doce

Atendendo a pedidos, a Trash promove uma matinê para que os menores de 18 anos possa curitr o clima divertido dos anos 80. Na noite ainda acontece a celebração dos aniversários de Paula Funny e Anderson Legal, doors da Trash 80’s desde dos primeiros anos da festa. Eles também serão DJs convidados na festa que será estendida noite a dentro. O domingo também faz parte da Semana Benê com arrecadação de doações de brinquedos e alimentos. Quem levar doações das 19h a 0h, entra VIP e ainda pode desfrutar de um open bar de refrigerante, pipoca e algodão doce, num clima de domingo no parque mesmo.

Serviço: Trash 80’s Centro no Clube Caravaggio
Onde: Clube Caravaggio – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo
Quanto: VIP (com dois quilos de alimentos não perecíveis das 19h as 00h) / R$ 15,00 (com dois quilos de alimentos após às 00h) e R$30,00
Quando: Domingo (11) após às 19 horas
Informações: (11) 3262-4881 / 3237-0908 ou contato@trash80s.com.br.
www.trash80s.com.br
Entrada para deficientes / proibido fumar / sem estacionamento próprio


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09
Oct
2009
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Tá no YouTube: Vandalismo contra os orelhões

Na década de 80 a agência DPZ desenvolveu uma propaganda parar alertar a população sobre o vandalismo praticado contra os telefones públicos. Clássico!


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16
Aug
2009
1

Volta ao tempo: “Frutas e Companhia” (TV Cultura)

A abertura do clássico

“Frutas e Companhia” (Los Fruittis) foi exibida na década de 1990 pela TV Cultura e no começo do século 21 pela “Rede Record” no “Eliana & Alegria”. O desenho infantil se passa no mundo das frutas, legumes e vegetais. E no meio de tudo isto, ainda tinha uma menina como a protagonista.

O desenho é uma produção criada e dirigida por Antoni D’Ocon no final anos 80, que estreou em setembro de 1991 na TV espanhola. A série deixou personagens clássicos como Abacaxito e Bananito marcados na memória dos fãs saudosistas.

Confira abaixo um trecho da animação dublada em português:


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15
Aug
2009
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Volta ao tempo: Família Mézga (TV Cultura)

Cena de abertura da animação!

Segundo o site Farofa com Batata, a animação “A família de Mézga” (Mézga család) é uma série hungará que rendeu duas continuações, a mais recente transmitida na TV Cultura em meado da década de 1990. Produzido nos estúdios de PannóniaFilm, Hungria, entre 1968 e 1978. Os enredos da série foram escritos por József Romhányi e por József Nepp.A série tornou-se muito popular, além da Hungria, na República Tcheca, Bulgária e Itália. Em alguns destes países, as séries ainda aparecem regularmente na televisão. Cada série consiste em 13 episódios.

A família consiste em Géza, no pai, em uma figura cômica ( muito similar ao famoso Homer Simpson ), sua esposa Paula que é a “dominante” na família, a filha Kriszta adolescente de 12 anos e o filho Aladár , uma criança prodígio, além do gato Maffia e um cão, Blöki (Zorro) que os acompanham. Dr. Máris, seu vizinho cínico, é regularmente envolvido involuntariamente nos desastres que cercam a família.

O nome “Mézga” significa “má sorte” em húngaro, e foi traduzido como o rodina Smolíkových em TchecoLa famiglia Mezil em italiano, Familie Metzger no alemão, a Família Mézga/Mesga no português, e Miazgovci em eslovaco, sempre mantendo o significado literário.

Confira um trecho do primeiro episódio da série exibida no Brasil


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03
Jul
2009
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Trash 80’s faz programação especial de inverno

Trash 80's no InvernoConfira a programação especial de inverno da balada Trash 80’s de São Paulo.

Sex – 3/7 – Trash 80’s Centro –
Supervilões do Gelo

No Clube Caravaggio
DJ Tonyy é o Abominável Trasher das Neves e, no palco, desafios gelados são lançados

Sáb – 4/7 – Trash 80’s Centro –
Na Toca dos Ursos

No Clube Caravaggio
Os ursos mais fofos no telão e Daniel MS e Edu Atlantis (URSOund) são os DJs convidados

Sáb – 4/7 – Trash 80’s Vila Olímpia –
Trash nas Montanhas

No Spazio
Versão caricata da abertura do “Fantástico” encenada pela Trupe e sorteio de CDs da Music Brokers

Serviço: Endereços da Trash 80’s
Clube Caravaggio: Quintas, sextas e sábados, às 23h – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro
Spazio: Trash 80’s Vila Olímpia, sábados, a partir das 23h – Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia


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