
Na edição de junho da revista Playboy (editora Abril), a estrela será a jovem Francine (foto). Ela ficou famosa como a meiga e ingênua Fran do “BBB”. Mas a publicação com a ex Big Brother na capa vai sair com uma tiragem de ‘apenas’ 200 mil exemplares. Os números são altos para o padrão atual das bancas de jornais, onde diversas revistas estão sendo canceladas, mas baixo para o que já foi a Playboy em seu glorioso passado.
A revista, que mistura mulheres (a maioria famosas e semi-famosas) nuas com ótimas matérias de moda e comportamento masculino já chegou a vender mais de um milhão de exemplares em uma única edição. Os motivos para a queda na vendagem podem ser vários, desde o excesso de pornografia gratuita na internet, concorrentes com bom conteúdo (Sexy e VIP) e até a crise editorial em si. Outro fato a levar em conta é que talvez as moças escolhidas para as capas não sejam mais tão interessantes e sedutoras como as de outrora.
A campeã de vendas até hoje é a “Feiticeira” (Joana Prado), em sua primeira aparição na Playboy, em dezembro de 1999, foram ao todo 1.247 milhão de exemplares. Em segundo lugar vem o primeiro ensaio da “Tiazinha” (Suzana Alves), também em seu primeiro ensaio, em março de 1999 com 1,224 milhão de revistas. Na sequência vem Adriane Galisteu (agosto de 1995 com 962 mil), Sheila Carvalho (fevereiro de 1998 com 845 mil) e em quinto lugar novamente Carvalho ao lado de Sheila Mello (ambas dividiram a capa em setembro de 1999 e venderam 838 mil cópias).