14
Aug
2009
0

Cosplay? Naná vira a Bruxa de “A Pequena Sereia”

Naía no "TV Fama"

Depois de Ana Carolina e Gretchen participarem do quadro “Transformação” do programa “TV Fama” (Rede TV!), agora foi a vez de outra ex-BBB comparecer a atração. Trata-se de Naía, a vovó do “Big Brother Brasil 9”, que já se mostrou uma pessoa muito simpática na última Parada Gay de São Paulo.

Mas a vovó Naná era considerada uma bruxa por muitos competidores do “BBB”, então o programa “TV Fama” a transformou na malvada Úrsula, a vilã que aprontou poucas e boas para a ingênua princesa Ariel no desenho “A Pequena Sereia“.

Ela aparece com seu “cosplay” toda pintada de roxo e com os cabelos espetados para cima. A melhor parte foi do site EGO (do grupo Globo) que disse “Ela ficou igualzinha, não?”. Ok…


Comentar


Share/Save/Bookmark

04
Aug
2009
1

Yuki: A Cosplayer da série “Ger@l.com”

Yuki durante o programa (foto reprodução da TV) e na final do Yamato Cosplay Cup (foto do fórum Cosplay Brasil)

Você pode não conhecer Thaís Jussim, mas esta carioca formada em teatro (habilitação em cenografia) é uma talentosa cosplayer brasileira, mais conhecida como Yuki. E recentemente ela participou do programa “Ger@l.com” da Rede Globo. Nesta entrevista exclusiva a jovem fala um pouco sobre a experiência.

Cultureba: Como surgiu o convite para participar do programa? Quais os preparativos?
Yuki: Um conhecido entrou em contato comigo dizendo que uma produtora da Globo estava procurando uma cosplayer com experiência em interpretação para fazer uma participação em um programa. Eu entrei em contato com essa produtora, enviei algumas fotos minhas de cosplay e fui aprovada pelo diretor para fazer a participação. A roupa que usei não foi feita por mim, eu apenas tive que provar quando ela estava sendo feita.

Cultureba: Como foi a experiência para você? O que rolou nas gravações?
Yuki: Foi apenas um dia de gravação. Durou quase o dia inteiro, pois mais de um capítulo estava sendo gravado naquele dia. Depois que você já está caracterizado, tudo o que tem que fazer é esperar até que chegue a hora de gravar a sua cena. Fiquei o tempo todo em uma sala de espera, junto com os outros atores e os pais deles. A gravação das cenas em si foi bem rápida.

Cultureba: Como foi contracenar com os meninos? São de fato galãs simpáticos na vida real? Ficou amiga de algum deles?
Yuki: Todos foram muito simpáticos, se surpreenderam e ficaram muito interessados quando descobriram que eu era cosplayer mesmo e não uma atriz interpretando uma cosplayer. A maioria dos mais jovens alí já tinha ouvido falar de cosplay, anime e mangá. O ambiente de gravação do programa era bem leve e descontraído. Dava para perceber que os meninos se divertiam fazendo aquilo.

Cultureba: Que curiosidades e fatos bacanas trás do programa? Gostaria de voltar a participar?
Yuki: Ir ao Projac é sempre muito legal! O profissionalismo de todas as equipes é impressionante, e parece um ótimo ambiente de trabalho para todos os funcionários. A proposta da convergência de mídias ainda é algo inovador na TV brasileira, e o Ger@l.com deu um grande passo ao usar isso em uma escala maior. Isso foi o que achei mais legal no programa. Gostaria de voltar a participar sim, foi uma experiência muito interessante.

Aqui já tem, um videozinho explicando o que é cosplay “Você sabe o que é cosplay?” e o video com a minha participação “Episódio 2 – No mundo dos cosplayers”.

Vídeo de Thaís como cosplayer na final do Yamato Cosplay Cup 2009


Comentar


Share/Save/Bookmark

22
Jul
2009
0

Deixa te contar: Os cosplayers foram o grande destaque do Anime Friends 2009

Teatro Cosplay: Mudança de Hábito

Ufa… Terminou o Anime Friends 2009. O resultado, aos meus olhos, foi excelente. Gente nova, gente antiga (que já vieram outras vezes)… Acredito que foi um sucesso!

Os cospleyers arrasaram e agora são Globais. Pois até mesmo a equipe de reportagem da TV Globo, ao conversarem comigo, declararam que eles são geniais.

Mas um dos cospleyers que mais chamou a atenção do público não foi o mais bonito, o mais completo e nem estava entre os primeiros lugares.

Foi a jovem Gabriela de Lima, de Belo Horizonte, que apresentou uma personagem do jogo “Zelda”. Sua interpretação para a música “Epona vem cá” virou o ‘hit’ do AF na internet.

E eu não posso esquecer-me das apresentações do Teatro Cosplay, que estão cada vez mais profissionais. Entre elas eu amei a apresentação do filme “Mudança de Hábito(foto). Muito bom mesmo. Parabéns para todos!

E não posso deixar de comentar o lindo concurso de cosplay, que rendeu nota dez para o grupo perfeitamente caracterizado como os personagens do desenho “Os Simpsons“.

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.

Foto: Remy (Cosplayers.net)


Comentar


Share/Save/Bookmark

20
Jul
2009
5

Cosplayer participa do programa “Ger@l.com”

Já esta no ar o “Ger@l.com“, uma série de cinco episódios que vai ao ar de segunda a sexta, às 11h30 da manhã, na TV Globo, a partir desta segunda-feira, dia 20/07.

O 2º episódio da série, que será exibido no dia 21/07 (terça-feira), contará com a participação especial da Yuki, e falará entre outros assuntos sobre cosplay!

O “Ger@l.com” mistura ficção e realidade e aposta na interatividade para conquistar a garotada

“Ger@l.com” conta a história dos jovens do condomínio Praialândia, que vivem conectados com a tecnologia e com a música. Rita (Hanna Romanazzi), Neca (Sarah Maciel) e Jô (Isabella Camero) são três amigas, as “3D+”, que fazem de tudo para se aproximar dos meninos da banda WWW: Xande, Luke, Mateus, João e Pedro Werneck – que tocam rock´n roll e têm dificuldades de conseguir um lugar para ensaiar, pois alguns moradores do condomínio reclamam do barulho, especialmente a candidata a síndica Lucélia (Vanessa Lóes).

Repleto de interatividade, o programa mostra a amizade entre os integrantes da banda e as três meninas do condomínio. Todos estão conectados ao site http://www.ligageral.com, criado pelos amigos B Menor (Vítor Mayer) e Junior (Jefferson Goulart). É onde eles trocam informações, ouvem músicas, assistem a vídeos e ficam por dentro de tudo o que acontece no mundo virtual.

“A proposta do programa é uma mistura da realidade com a ficção, pensando a internet como uma verdadeira personagem”, disse o autor Cláudio Lobato no lançamento da série para a imprensa. “O site é uma ferramenta de discussão para a galera dessa idade. ‘Ger@l.com’ é o primeiro programa da TV Globo que já nasceu pensado para a TV, a internet e a telefonia celular”, valoriza o diretor Leandro Neri.

Para mais informações sobre o programa Ger@l.com, acessem: http://geral.com.globo.com/

Não percam!


Comentar


Share/Save/Bookmark

04
Jun
2009
3

Deixa te contar: Eu assistia o seriado “Patrine”

Estrela Fascinante Patrine

Recentemente tive uma grande alegria. Fiquei contente por Bruna Ribeiro Nascimento, ter se classificado, no Espírito Santo, para a final do YCC (Yamato Cosplay Cup) com uma performance da heroína Patrine.

Nos – agora distantes – anos 90, eu acompanhava a série com meu filho e gostava muito da Super Menina. Sim, senhoras também gostam de assistir tokusatsus (seriados japoneses) e também podem ser fãs. Afinal, que garota (não importa de qual idade) nunca sonhou em ter super poderes?

Cheguei a gravar muitos capítulos, pois o meu filho também gostava dela e no horário que passava ele estava na escola. Portanto acabava assistindo duas vezes no mesmo dia, pois depois assistia novamente com ele de noite. Bons tempos do vídeo-cassete, onde podíamos ver e rever sempre nossos programas preferidos.

“Patrine” tinha inocência, ação, comédia, ternura. Tudo que um seriado indicado para crianças de todas as idades deve ter. Quem sabe não temos sorte e alguma empresa se interessa por lançá-lo em DVD, não é mesmo? Enquanto isto, nós podemos nos contentar em assistir a bela apresentação que a Bruna fez no evento Atsuicon (ES).

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.


Comentar


Share/Save/Bookmark

22
May
2009
2

Petra Leão – A roteirista de Turma da Mônica Jovem 9

Na edição número nove de “Turma da Mônica Jovem” conhecemos uma divertida história que situa os personagens durante a montagem de uma peça teatral no Colégio do Limoeiro. O conflito começa com a chegada de um garoto desconhecido agita a galera e provoca brigas, intrigas e muito ciúme, além de ameaçar abalar uma antiga amizade.

Revista em estilo mangá tem seu roteiro assinado por Mauricio de Sousa e Petra Leão (foto), abaixo você confere parte da entrevista que a jovem roteirista Petra deu para a revista Neo Tokyo 37 (editora Escala). O bate-papo foi feito por David Denis Lobão e Carolina Michelli.

Neo Tokyo: Como começou sua carreira como roteirista?
Petra Leão: Começou em 2000, na editora Trama. Comecei fazendo histórias de quatro páginas do Capitão Ninja, na extinta revista Dragão Games. Fiz muitas histórias de quatro páginas pra diversas revistas da editora, até que fui convidada para escrever a primeira edição especial de “Holy Avenger” com minha parceira da época, Fran Briggs. Foi meu primeiro trabalho editorial de peso. Depois disso, escrevi muitas outras edições especiais, minisséries e matérias, como “Dado Selvagem”, “Mercenário$”, “Victory”, além da própria “Holy Avenger”.

Mônica Mangá 9Neo Tokyo: Que trabalhos destaca em sua carreira?
Petra Leão: Alguns trabalhos que me marcaram muito foram o especial número 2 de “Holy Avenger”, por eu ter podido colocar e explorar na trama um personagem meu do qual gosto muito, o elfo rabugento Klaus – que depois virou figura carimbada no universo de Tormenta, onde se passa a história. Também destaco a “Victory” 2 (continuação de “Victory”), a primeira minissérie que escrevi sozinha. As duas séries de “Victory” foram publicadas nos EUA pela Image e com isso fui a primeira roteirista brasileira – e mulher – a publicar uma HQ nos Estados Unidos, o que me deixou muito feliz.

Neo Tokyo: E ainda sobre “Holy Avenger”, como foi fazer a dublagem do CD?
Petra Leão: Foi bastante divertido! A dublagem foi feita no Rio, então a “equipe de criação” viajou pra lá pra fazer uma concentração. Marcelo Cassaro, o criador, nunca tinha trabalhando com audiodrama antes, então as cenas tiveram que sofrer várias modificações de última hora. Na véspera do primeiro dia de gravação, a equipe de criação (Marcelo Cassaro, eu, Fran Briggs e Guilherme Briggs) ainda estávamos retocando e criando novos diálogos. Foi uma aventura e uma nova experiência pra mim, que apesar de já ter feito muitos cosplays, nunca tinha trabalhado “profissionalmente” com atuação, e ainda mais ali do lado de dubladores tarimbados como o Guilherme Briggs, Mauro Ramos e Miriam Fischer. Fiquei nervosa, fui mais tiete do que fã, pedi autógrafo pra todos, mas tentei fazer minha parte o melhor possível, dirigida pelo Guilherme Briggs (risos).

Neo Tokyo: A personagem Petra, foi criada por você ou inspirada em você? Como foi fazer a dublagem da sua própria personagem?
Petra Leão: A personagem na realidade já estava prevista para aparecer em Holy Avenger, antes do Cassaro me conhecer. Ele já sabia quais suas características principais – tímida, carinhosa, sem olfato e seria apaixonadinha pelo personagem Tork – e tinha desenhado como ela seria – e ela não parecia nem um pouco comigo, era alta e loira. Depois que eu e o Cassaro começamos a conviver, ele viu como eu gostava do Tork também – na real, é meu personagem preferido em Holy Avenger – e resolveu dar pra personagem o mesmo nome que eu; e a desenhista, Erica Awano, resolveu desenhá-la com um corte de cabelo parecido com o que eu usava. Apesar de ser uma personagem muito fofa, não sei se sou muito parecida com ela, mas acredito que o Cassaro tenha feito ela de acordo com a visão que ele tinha de mim na época.

Neo Tokyo: Quais as maiores dificuldades que um roteirista enfrenta atualmente no Brasil?
Petra Leão: Obviamente, a falta de mercado para quadrinhos feitos no Brasil. Senti que houve um momento de efervescência de 1998 a 2002, em que surgiram muitos projetos de quadrinhos feitos aqui como “Megaman”, “Comborangers”, “Holy Avenger” e as HQs do Studio Seasons. Foi também a época em que fanzines de nível profissional surgiram, como o Ethora e o Break the Hand, e artistas incríveis foram revelados através de suas páginas, como Erica Awano, Denise Akemi, Diogo Saito, Erica Horita… No entanto, foi como uma bolha que cresceu e estourou. Depois disso, o mercado tornou a se voltar para produções estrangeiras, os artistas brasileiros também passaram a trabalhar para estúdios de fora e pouco se vê de produção nacional nas bancas além do já clássico “Turma da Mônica”. Isso é porque é muito caro e inseguro investir numa HQ feita no Brasil. O público tem pé atrás com publicações brasileiras, acham que não vão durar e por isso não compram os primeiros números, querendo ter certeza da série se ‘firmar’ para investir nela. Só que com isso, poucas são as editoras que tem como pagar o custo de produção desses primeiros números suportando o prejuízo inicial em prol de um lucro futuro. Com isso se cria um círculo vicioso e são poucas as editoras que “topam” um projeto de HQ feito no Brasil. Os roteiristas tem que ter noção que quem quiser se firmar nesse meio, vai ter que enfrentar essa realidade.

Neo Tokyo: Que dicas você daria para um roteirista iniciante?
Petra Leão: Pelos motivos que já citei, as chances de um roteirista oferecer um projeto em uma editora e este ser aceito ‘de prima’ é muito pequeno. O melhor caminho é começar fazendo um fanzine com bom acabamento ou publicando na internet. Dessa forma, o fanzine ou site serve como portfólio, e seu compromisso, proposta e qualidade podem ser melhor avaliados. Sem contar que ter um público cativo, ainda que seja em um nicho, aumenta suas chances da editora se interessar por você. No mais, é necessário estar sempre atento às oportunidades do mercado. Muita gente quer se tornar roteirista espelhando-se em trabalhos estrangeiros e não faz idéia do que se passa no mercado brasileiro. É muito diferente a trajetória de um mangá-ká no Japão, onde se tem concursos pra revistas e um mercado estabelecido, e o mercado do Brasil. É necessário ficar atento à nossa realidade, ler sempre sites de quadrinhos e observar o que se publica em bancas para encontrar uma brecha.

Neo Tokyo: Com o que você tem trabalhado atualmente?
Petra Leão: Passei um bom tempo escrevendo para uma revista informativa, e também trabalhei em áreas paralelas relacionadas à minha formação, como professora de Artes, mas sem nunca abandonar os freelas de quadrinhos. Cheguei a fazer projetos para uma editora da Jordânia, que estava interessada em começar uma produção de quadrinhos femininos por lá. É um projeto que ainda está em andamento. Recentemente comecei a fazer parte da equipe de roteiristas que desenvolve trabalhos para o Mauricio de Sousa e também estou desenvolvendo roteiros para uma série de desenho animado que será produzida pra TV Cultura; e não, não é a “Holy Avenger” – o projeto da “Holy” já foi aprovado pela lei Rouanet, mas não conseguiu pleitear recursos financeiros ainda para ser produzida.


Comentar


Share/Save/Bookmark

21
May
2009
16

Seu passado te condena: VJ MariMoon

Hoje em dia, a bela MariMoon é conhecida como a VJ (apresentadora) do programa “Scrap MTV” e possui diversos fãs, que transformaram a moça na pessoa brasileira mais seguida do site/blog “Twitter”.

Mas antes da garota de cabelos coloridos se tornar a musa da MTV, ela foi a figura mais conhecida dos Fotologs, foi ainda dona de estande de ‘tranqueirinhas’ em eventos de animê e até mesmo uma cosplayer.

Sim, MariMoon já usou um cosplay e até se apresentou com ele no palco de um evento. A VJ ficou conhecida do público fã de animês quando apareceu no Ressaca Friends 2004 com sua fantasia de Arlequina (“Batman: The Animated Series”) e foi desclassificada durante sua apresentação por falar diversos palavrões ao vivo no microfone.

Nesta época ela já cativava alguns seguidores, mas também ganhou ‘inimigos’ que criaram a comunidade “Eu Odeio a MariMoon” no Orkut.

Em tempo: Agora o site da MTV no UOL possui um blog totalmente dedicado a cosplay. A atualização está a cargo da equipe do Cosplayers.net. Confira: http://mtv.uol.com.br/cosplay/blog


Comentar


Share/Save/Bookmark

19
May
2009
0

O cinema invade o mundo dos cosplayers

Para quem ainda não sabe, o ato de fazer um cosplay é uma “brincadeira”, onde um fã (seja de filmes, desenhos, séries, quadrinhos…) se fantasia como seu personagem preferido e interpreta ele por um dia em um evento.

E cada vez mais o mundo do cinema está presente na imaginação dos cosplayers (pessoas que fazem cosplay). Prova disto é que as duas vencedoras do Cosplaycon – evento realizado no último final de semana em São Paulo – utilizaram fantasias inspiradas em dois filmes de sucesso: “Encantada” e “Moulin Rouge – Amor em Vermelho”.

Você confere abaixo os vídeos de apresentações de Lucyana Reimão e Loren Louro, as duas ganhadoras das vagas para a final do YCC (Yamato Cosplay Cup), a maior competição individual de cosplay, que ocorre em julho em São Paulo durante o evento Anime Friends 2009. Os vídeos são do site Cosplayers.net.


Comentar


Share/Save/Bookmark

2009 Cultureba · Alguns direitos reservados
Powered by WordPress. Tema: TheBuckmaker, modificado por Tom Marques. Bank, Nebeneinkommen