02
Jun
2010
1

Deixa eu te contar: Bird Clemente no Jô

Olá lindinhos, tudo bem? Estava com saudades de vocês. Ando meio preguiçosa para escrever.

Em maio, eu estava assistindo ao “Programa do Jô” e tinha como convidado um veterano corredor de carros. Acho até que foi um dos primeiros na categoria profissional, juntamente com os irmãos Fittipaldi.

Foi uma grande surpresa para mim. Eu o conheci a uns 50 (cinqüenta!!!!) anos.

Quando eu tinha 14 anos fui trabalhar em uma gráfica chamada Gráfica Irmãos Clemente. Foi meu primeiro emprego. Lembro-me que tinha um senhorzinho, que era o “Dono” da gráfica e seus filhos. Acho que eram dois. Um deles chamava-se Sr Joãozinho. Eles estavam todos os dias na Empresa.

Esse Sr. João tinha um filho, de mais ou menos uns 20 anos, se chamava Bird Clemente (nem sei se é assim que se escreve) e às vezes esse rapaz aparecia por lá.

Os funcionários mais antigos comentavam que ele era piloto de carro de corrida. Nunca o vi conversando com alguém.

Fiquei nessa empresa por três anos e nunca mais soube dessa empresa e muito menos da família que era sua proprietária.

Pois é, esse convidade do Jô Soares era esse rapaz. Meu Deus! Que coisa engraçada.

Depois de tanto tempo a gente ver alguém que se conheceu e nem lembrava mais que existia

Mas vocês imaginam a memória voltar 50 anos??? Acho que estou até bem, não é mesmo (risos)…

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 66 anos de idade e 36 de carreira.


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29
Jan
2010
1

Deixa eu te contar: Meu fusca falava… Comigo!

Com meu amigo Fusca

Hoje na “Sessão da Tarde”, será exibido (pela milésima vez) o filme “Se Meu Fusca Falasse”. Sabem que eu tive uma paixão igual do protagonista?

Em 1970 eu comprei um fusca cor “grená”. Fiquei com ele até 1975, quando eu o dei de entrada para comprar o meu zero km. Que Lindinho!

Ele era todo amarelo… Se fosse hoje não compraria jamais dessa cor. Mas, foi amor a primeira vista. Estava lá na loja todo sorridente olhando para mim.

Seu nome era CX, o motivo? Sua chapa era CX, pois naquele tempo eram somente duas letras. Não fui muito original em lhe dar esse nome, mas acho que ele gostou, pois era assim que eu o chamava e ele nunca reclamou (risos).

Ele foi um amigão. Nas boas e más horas. Nunca me deixou na mão.

Foram sete anos de convívio amigável. Em 1982 eu o vendi para comprar um outro, mas até hoje eu sinto saudades dele.

Vamos matar a saudades junto comigo? Ai em cima está à foto dele comigo, quando era bem magrinha e novinha.

Gostaria de tê-lo de volta. Pensando bem, não gostaria não! As peças para mantê-lo em ordem estão em falta e muito caras. Talvez ele já até tenha “morrido”, vai saber.

Mas que eu gostava dele, eu gostava mesmo. Saudades do meu querido Fusca…

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01
Jan
2010
1

Deixa eu te contar: Ano Novo na Paulista

Curtindo a chuva da Paulista com o meu maridoOi meus lindinhos!

Primeiramente quero agradecer a todos que leram minha coluna em 2009 e desejar que estejamos juntos por todo o ano de 2010.

Em segundo lugar quero contar para vocês que virei meu ano novo na Avenida Paulista, junto com 2,5 milhões de pessoas e foi muito divertido. Tiveram problemas como a chuva, os fogos (que no começo foram fracos) e alguns telões que não funcionaram. Mas o saldo final valeu a pena.

O Parque Trianon todo enfeitado para a festa

Mas melhor do que falar, é mostrar né? Fiz alguns vídeos especialmente para vocês. Muitos beijos e um feliz ano novo da Tia Ida.

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19
Dec
2009
1

Deixa te Contar: O meu Fantasma do Natal Passado

Bonecas de Porcelana

Esse ar natalino me transporta para muitos anos atrás. Onde ansiava por presentes que nunca chegavam. Ou melhor, chegavam, mas nunca o que eu queria.

Atualmente as crianças conseguem com mais facilidade os presentes, ás vezes não, mas quase sempre sim.

Os meus irmãos e eu recebíamos presentes da empresa que meu pai trabalhava. Ela fazia uma grande festa e distribuía brinquedos e doces para os filhos dos funcionários. Era uma festona mesmo. Tinha brincadeiras, palhaços, música e alegria.

Os presentes eram assim: Para as meninas panelinhas, moveis de sala, cozinha, enfim tudo de plástico. Para os meninos, a maioria eram, bolas coloridas.

Mas sabe o que eu queria mesmo? Uma boneca que eu tinha visto em uma vitrine. Era uma boneca vestida de noiva. A carinha e os bracinhos eram de porcelana e o corpinho era de pano. Linda, uma noiva linda mesmo, de grinalda e tudo.

Acho que eu tinha uns nove anos, e a minha irmã Eli tinha sete anos. Ela queria um bebezinho, mas sabíamos que seria bem difícil, pois as coisas naquele tempo eram muito difíceis.

Estava bem perto do dia de Natal, já tínhamos recebido os presentes da empresa e naquele ano ganhamos uns ingressos para participar de uma festa da então primeira dama do Estado de São Paulo, Leonor Mendes de Barros, esposa de Ademar de Barros, no Estádio do Pacaembu.

Foram muitos presentes. Aquele ano tinha sido bem gordo, mas eu pensava na boneca de Noiva.

Na véspera do dia 25 eu fui mexer no armário do quarto da minha mãe, e que surpresa, lá estavam à boneca de noiva e o bebezinho que a minha irmã queria.

Até hoje me sinto emocionada e com raiva de ter descoberto antes do dia de Natal. Estraguei a surpresa, mas minha mãe faleceu sem saber que eu tinha visto.

Chorei de emoção. Aquele presente foi muito suado para meus pais, mas me deu muita alegria.

Hoje eu penso, que fim deu aquela boneca? Não lembro, só sei que eu a amava. Até hoje não lembro de ter ganhado um presente que gostasse tanto.

Sabe que meu vestido de noiva lembra o vestido da boneca? Foi inconsciente, mas se parece muito com o dela.

Agora eu penso. Como meus pais nos fizeram felizes, dentro de suas possibilidades. Dentro de um limite razoável e superando apertos, nos deram carinho e fizeram nossas vontades.

Naquela manhã de Natal, sai à rua de minha casa para mostrar para minhas amiguinhas a minha boneca de noiva.

Elas receberam grandes e lindas bonecas e bicicletas. Mas que importância tinha, eu estava com a boneca que mais queria.

Como é bom o sonho de uma criança ser realizado. Ela nunca, jamais, se esquecerá.

Gostaria de ver minha boneca de noiva e reviver aquela emoção.

Feliz Natal para todos os meus Lindinhos e Lindinhas.

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 66 anos de idade e 36 de carreira.

Os duros anos 1950 - O Governador Ademar de Barros em ação


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17
Nov
2009
1

Deixa te contar: A moda do xadrez voltou

Brigitte Bardot

Olá Lindinhos (as)

Faz um tempão que não encontro com vocês. Estava com saudades de todos.

Aliás, saudade eu tive domingo. Estava vendo uma reportagem sobre “moda atual”, na revista do Jornal Agora São Paulo, e constatei como a moda, cada vez mais se recicla.

A pauta da reportagem era sobre “Xadrez para todas”. O xadrez nos vestidos, sapatos, calças, blusas, bolsas, etc…

Nos anos 60, e lá se vão 40 anos (que loucura!) eu tive um vestido, era branco e lilás. Como eu gostava dele. Sabem como se chamava o modelo? Brigitte Bardot.

Sim era um modelo que essa atriz francesa tinha lançado e teve muitas seguidoras
e fãs pelo mundo afora (inclusive EU).

E por falar em Brigitte, onde será que anda essa musa do cinema Francês? Vou pesquisar.

Bom como eu já falei estava “morrendo” de saudades de vocês.

Beijinhos e até mais

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.


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11
Sep
2009
1

Deixa te contar… Os órfãos do tenista Guga

Foto do Guga no site oficial do tenista

Vocês gostam de Tênis? Sim tênis, o esporte praticado pelo nosso brasileirinho Guga (Gustavo Kuerten).

Estou com saudades dele. Sempre acompanhei os jogos dele, pela televisão, claro, e o admirava muito, aliás, ainda admiro. Um rapaz que alem de competente no que faz, é um bom filho e muito atencioso com as pessoas que o rodeiam.

Bom, mas falando em tênis, há duas semanas está acontecendo o Torneio USOPEN. Eu estava assistindo, e bateu aquela saudade dele. Eu gosto desse jogo. Gostaria de ter aprendido a jogar. Agora já é um pouco tarde. Os reflexos e agilidade estão comprometidos (snif) pela idade (ufa).

Pensando bem posso até tentar. Vou procurar uma escola, de preferência, bem baratinha, para conversar essa possibilidade de aprender o básico. Um curso para a melhor idade ou terceira idade, tanto faz.

Meus tenistas preferidos não são os brasileiros, por enquanto, pois pode ser que apareça outro Guga. Gosto muito do Roger Federer, um suíço que parece até que eu conheço pessoalmente, de tanto que gosto dele. Ele jogo muito.

Admiro também o tenista Fernando Gonzáles do Chile, e alguns outros mais. E tem os que eu não gosto também como o russo Marat Safin. Ele é muito esquentado, quebra muitas raquetes.

Dos que já abandonaram a carreira, gosto do André Agassi e Peter Sampras, grandes jogadores e surpreendentes ganhadores. Não gosto muito de Rafael Nadal da Espanha e do Del Potro da Argentina, embora eles estejam se destacando bem nesse Torneio dos Estados Unidos.

No último jogo do Nadal, no término, quando já estava trocando a camisa, um homem, vindo da arquibancada, invadiu a quadra e lascou um beijo nele e disse que o amava. Ele ficou com uma cara!

Trnistas em desenho animado: Cena do animê "Príncipe do Tênis" (Prince of Tennis)

Entre as mulheres, eu gosto muito das irmãs Willians, Vênus e Serena. São umas vencedoras. A minha preferida é a Serena. Ela vai em busca de todos os lances. Não tem bola perdida. Quando ela perde também fico triste. Gosto um pouco da Safina, irmã do Safin, mas ela é igual ao seu irmão, esquentada e quebra raquetes. Já está fora do campeonato.

Apesar de bem bonita, linda mesmo, não gosto da Maria Sharapova . Ela joga bem, mas tem vezes que ela esquece que está jogando para se olhar no monitor, perdendo a concentração e acaba perdendo o jogo.

Outro dia ouvi um comentarista do ESPN, sobre o jogo, ele dizia que já não fazem mais Maria Ester Bueno, a nossa inesquecível tenista. É realmente o Brasil está órfão de Tenistas ganhadores, tanto masculino como no feminino.

Mas eu gosto de assistir jogos de tênis, e agora vou a mais uma partida, Vamos lá Federer e Serena. Vocês não sabem, mas torço por vocês.

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.


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26
Aug
2009
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Deixa te contar: Meu medo de altura

O "Desafio da Passarela" dos programas "Hoje em Dia" e "Geraldo Brasil"

Estava vendo a “ponte” da Rede Record, o tal “Desafio da Passarela” e ocorreu-me algo que me dava muito medo quando eu era pequena. Sim, quando criança experimentei o que é ter medo de altura.

Como eu já contei em colunas anteriores, eu morava no bairro de “Freguesia do Ó” (São Paulo). Vivia em uma casa térrea, aliás, naquele tempo haviam poucos edifícios. Prédios com vários andares somente no centro da “cidade”.

Eu tinha dois tios chamados Henriqueta e Avelino. Ele era irmão da minha mãe e morava com sua esposa em um prédio na Praça da República. Esse prédio chamava-se Cássio Muniz, acho que porque havia uma loja de móveis com esse nome no térreo.

Meus tios eram zeladores nesse prédio, eu e meu irmão Paulo costumávamos ir visitá-los. O problema? Eles moravam no último andar; Eram 15 andares de “treme-treme” no elevador.

Olhando lá de cima, viam-se as pessoas bem pequeninas, parecendo formiguinhas. Dava um frio na barriga. Quando chegava próximo às janelas parecia que o mundo rodava. Evitava ao máximo essa aproximação.

Agora passados muitos anos, muitos mesmo, continuo com friozinho na barriga. Os prédios estão mais altos, mais bonitos, elevadores mais seguros e o medo o mesmo.

E voltando à passarela da Record, eu acho que aquilo é “coisa de louco”. Embora o participante esteja bem protegido, com equipamentos de segurança, eu não subiria lá nem por um milhão…

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.


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04
Aug
2009
1

Deixa te contar: O Cortiço Paulistano

Neste final de semana estava lendo sobre “O Cortiço”, obra de Aluisio de Azevedo, e lembrei-me que, perto de minha casa, quando eu era pequena, havia um cortiço que conheci bem de perto. Convivendo com algumas pessoas que ali moravam.

Era no bairro de Freguesia do Ó (na capital de São Paulo), que eu morava. Era uma travessa da rua principal, e esse cortiço ficava nessa rua, que hoje é uma grande avenida, umas das principais da região.

Era um casarão muito grande e bonito. Tinha um enorme portão, por isto, do lado de fora não dava para ver o que tinha lá dentro. Mas ao entrar, podia-se ver inúmeras casinhas, sem condições nenhuma de ser habitada. Não tinha nem banheiro, era uma ”casinha” no fundo do quintal, utilizada por toda a comunidade. Ali era o “Cortiço de Dona Mariana” (nome fictício). Lá se fixavam, na maioria, os retirantes Nordestinos vindo da Bahia e Pernambuco, que eram chamados de “Paus-de-Araras” ou “os Baianos”. Gente boa, com vontade de trabalhar e viver em São Paulo.

Algumas vezes eu visitei aquele lugar, pois ali moravam a Dona Joaquina e Seu Francisco, nossos conhecidos, e ela foi a parteira de minha mãe no nascimento de meus dois irmãos caçulas.

A dona do casarão, a Dona Mariana, era uma senhora gorda, branca, com cabelos pretos, bem penteados. Ela estava sempre sentada na sacada em uma cadeira de balanço. Usava um lindo chalé português, que cobriam os seus ombros e costas, pois era muito frio (naquele tempo era São Paulo, a terra da garoa) e ficava olhando os que passavam pela rua. Suas mãos ostentavam anéis com grandes pedras coloridas, usava também colares e corrente no pescoço.

Parecia uma fotografia de mulheres européias, tirada de um livro de história geral do colégio.

Era ela que recebia os alugueis e não perdoava nada. Aliás, todos diziam que o Cortiço era dela e que o marido só se casou pelo dinheiro que ela tinha (que fofoca, né?).

O seu marido, dono do cortiço chamava-se Senhor Jacob. Era um homem bonito. Magro, alto, cabelos loiros e lisos. Os seus olhos é que eu não sei se eram azuis ou verdes. Algumas pessoas falavam que ele era alemão, outras austríaco, russo… E não sei mais o quê. Mas a maioria dizia mesmo é que ele era “hungarês” (será?).

Era um homem que se vestia muito bem, sem mostrar sua posição social.

Ele tinha uma “charrete” muito bonita. Mas quando precisavam ir a algum lugar mais longe, no bairro da Lapa ou Centro de São Paulo, por exemplo, ele chamava o “chofer de praça” (nem sei se é assim que se escrevia) para poder levá-los de carro.

Ele tinha também uma “leiteria”, isto é, um sítio com muitas vacas e cabras. E com isto fornecia leite para as vendas e armazéns do bairro.

Todos gostavam dele, ao contrário do que pensavam da sua esposa, Dona Mariana. As pessoas só tinham medo dela.

Eu a conhecia e – pasmem – eu gostava dela.

Meu pai trabalhava em uma padaria e ele, por encomenda, trazia pães para o casal. E lá ia EU fazer a entrega todos os dias.

Ela me agradava bastante, dava frutas, doces, sucos e até beijinhos. Na sua casa tinha uma geladeira enorme e que diziam que tinha vindo da América do Norte.

Eles tinham um filho que eu não conheci e que estava estudando na Europa

Na casa tinha muitas mulheres que faziam os serviços domésticos. Elas não tinham salários (eram escravas enrustidas) e seus familiares moravam lá nos fundos, no cortiço.

Lembro-me de uma menina, um pouco mais velha que eu, que ficava ao lado dela recebendo ordens, hoje eu até sinto tristeza, pois enquanto ela me agradava a menina era “pisada”. Muito triste essa lembrança. Era “só uma menina filha de corticeiros”, como ela dizia.

Passados os anos, essa menina teve um filho, um menino lindo com grandes olhos azuis e cabelos claros. A criança então ficou sendo criada dentro da casa como se fosse o neto deles.

Dona Mariana ficou muito doente e morreu.

QUER SABER O FINAL DA HISTÓRIA?

O Senhor Jacob casou-se com a tal menina e assumiu, perante todos, a paternidade, não só do menino mas também de outra criança, uma menina, que havia nascido antes da esposa morrer.

Agora não existem mais nem Sr. Jacob, nem dona Mariana e nem o tal Cortiço. Existem sim a segunda esposa e os filhos usufruindo da herança deixada pelo extinto Cortiço na Freguesia do Ó.

Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 65 anos de idade e 35 de carreira.

Fotos: Divulgação (Peça “O Cortiço” – São Paulo, 2006 – Direção: Zé Aires)


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