18
Apr
2010
1

TV Paga: Multishow exibe programa especial sobre o evento Skol Sensation

Bruno de Luca

Na próxima sexta (23), às 18h30, Bruno De Luca faz uma cobertura especial do Skol Sensation, um evento que vai além da música eletrônica, que será realizado em São Paulo no dia 17 de abril. O apresentador vai mostrar sua experiência no evento, do ponto de vista do público. Serão mais de 6 horas de espetáculo interativo que vão impactar o público presente, seja através de performances, música eletrônica, efeitos visuais, cenografia e luz. O especial vai ao ar no canal Multishow, confira outros destaque inéditos desta semana na emissora.

MULTISHOW MUSIC LIVE – PAUL MCCARTNEY IN RED SQUARE
Segunda, dia 19, às 23h

O Multishow exibe o show que o cantor fez em 2003 na Praça Vermelha de Moscou, na Rússia, diante de uma multidão de mais de 100 mil fãs. Além de históricos momentos, com canções dos Beatles, Wings e da sua carreira solo, há uma série de depoimentos sobre os efeitos da “beatlemania” na fechada União Soviética e o que a música do grupo significou para os jovens russos. No repertório, músicas como “Live and Let Die”, “Yesterday” e “Let It Be”.

EXPERIMENTE – DO AMOR E MOMO
Terça, dia 20, às 23h

Neste episódio: Edgard recebe no loft do programa duas bandas: Do Amor e MoMo, que tocam juntos para a abertura do programa. O primeiro a se apresentar é Do Amor com “Morena Russa” e “Undúm”. MoMo apresenta “Tenho que Seguir” e “Meu Leme”. Edgard conversa com os artistas e apresenta o clipe “Nunca Nunca”, de Lê Almeida.

DIDDY MONTA SUA BANDA
Quarta, dia 21, às 23h

Neste episódio: Com problemas para acompanhar a banda, os vocalistas estão na berlinda. Meghan, a única soprano entre os participantes, se apresenta com os dois grupos e é criticada por sua performance.


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04
Apr
2010
1

Programação 2010 – Rede Globo deve lançar doze novas séries brasileiras no segundo semestre

Programa Piloto com Fernanda Torres e Andrea Beltrão

O Rebu
A novela de Bráulio Pedroso deve virar uma minissérie adaptada por Carlos Lombardi (“Kubanakan”). Até a metade da trama original, a grande dúvida era que personagem tinha sido morto, depois a questão era quem o tinha matado. A história é contada com flashbacks de uma festa de luxo.

Acampamento de Férias
A série de Renato Aragão deve ganhar uma segunda temporada, em comemoração aos cem anos do personagem Didi. A produção protagonizada por Lili (Lívian Aragão, filha do eterno trapalhão) deve ir ao ar na semana da criança, em outubro.

Afinal, o que querem as mulheres?
Luiz Fernando Carvalho (“Hoje é Dia de Maria”) prepara um seriado com texto de João Paulo Cuenca. A comédia será estrelada por Michel Melamed, o Dom Casmurro de “Capitu”. Com seis episódios, a produção terá a colaboração da roteirista Cecilia Giannetti.

Programa Piloto
Criada por Cláudio Paiva, com colaboração de Nilton Braga, a série teve seu primeiro capítulo exibido em primeiro de janeiro e deve ganhar uma temporada completa neste ano, tanto que André Beltrão abandonou “A Grande Família”. Mas apenas Fernanda Torres deve continuar no elenco, já que Alexandre Borges fará a novela “Ti Ti Ti”.

Aline
Em sua segunda temporada, a série deve voltar mais apimentada ainda, mostrando Otto (Bernardo Marinho) e Pedro (Pedro Neschling) com ciúmes de Aline (Maria Flor) que está prestas a arrumar mais um namorado e enlouquecer ainda mais seu terapeuta.

Brazucas
Depois do cancelamento da segunda temporada de “Som & Fúria”, a produtora O2, de Fernando Meirelles, está em fase de pré-produção de sua nova minissérie. Com roteiro de Henrique Goldman, a obra deve tratar da vida de brasileiros que moram no exterior.

Ó Paí, Ó
Com um bom resultado no Ibope, muitos apostam que o seriado deve contar com uma terceira temporada, ainda mais que Lázaro Ramos (o protagonista Roque) está disponível. O ator Stênio Garcia, que não participou do segundo ano, por conta das gravações de “Caminho das Índias”, também disse que voltaria em uma próxima fase da história.

Por toda a Minha Vida
Em sua quinta temporada, a série que dramatiza a vida de artistas, deve homenagear Cartola, Adoniran Barbora, As Frenéticas, Cássia Eller, Clara Nunes, Noel Rosa, Luiz Gonzaga, Heitor Villa-Lobos e Jessé. A apresentação deve continuar nas mãos de Fernanda Lima.

Tudo Junto e Misturado
Com texto de Bruno Mazzeo (“Cilada”), a série deve ir ao ar aos domingos e contar as confusões da vida de seis amigos. Tudo com muito bom humor, no estilo do seriado americano “Friends”. No elenco devem constar Fábio Porchat e Fabíula Nascimento.

As Cariocas
Daniel Filho (“Confissões de Adolescentes”) volta a dirigir um seriado. A trama deve focar cada semana na vida de uma mulher que mora na cidade maravilhosa. Baseado no livro de Sérgio Porto, o seriado deve ter dez episódios ambientados no Rio de Janeiro.

A Cura
No ano em que Chico Xavier completaria cem anos, o espiritismo está em alta. A trama de João Emaniel Carneiro (“A Favorita”) deve ir ao ar as segundas. O protagonista é um médico que faz cirurgias espirituais e é acusado de matar um colega. Ele deve ser vivido por Selton Mello (de “Os Aspones”).

Justiça Para Todos
Antonio Calmon (“Vamp”) volta ao gênero policial mais de dez anos depois do sucesso de “A Justiceira”. Na trama, protagonizada por Márcio Garcia (“Avassaladoras”), um estudante de direito é assassinado. Ano depois, um juiz, uma promotora, um advogado, uma delegada e um jornalista decidem vingar a morte do amigo.


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24
Feb
2010
4

Conheça o ‘mangá’ de Didi Mocó e de sua filha Lili

Didi e Lili em formato Mangá

Ontem (23), chegou às bancas de jornal brasileiras a nova revista em quadrinhos do personagem Didi, criado por Renato Aragão.

Sucesso nos anos 1980 e 1990, os gibis do divertido trapalhão marcaram a infância de muitas crianças e agora volta repaginado em estilo japonês.

“Didi & Lili – Geração Mangá” é um lançamento da Editora Escala e tem um traço similar a “Luluzinha Teen – Em Estilo Mangá”. O lançamento ficou a cargo do editor Franco de Rosa com a produção da editora Activa.

Didi Mocó vem agora acompanhado de Lili, personagem que tornou-se uma constante em seus filmes e é vivida por Livian Aragão, filha de Renato na vida real.

A revista em quadrinhos é composta por três histórias divididas em 68 páginas. O preço é de R$4,90. O roteiro é de Debrah Demaris. Os desenhos ficam a cargo do veterano Arthur Garcia e dos artistas Ivan Rodrigues, Alexandra Matos e Antonio Lima.

Durante o lançamento do filme “O Guerreiro Didi e a Ninja Lili”, baseado fortemente na estética dos animês e a presença da japinha Daniele Suzuki; tive a chance de conversar com o diretor Marcos Figueiredo. Na ocasião, ele comentou que seria bacana a possibilidade da aventura sair em formato mangá. Agora dois anos depois, o projeto virou realidade.


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15
Jan
2010
1

Flashback cultural: Cinema Nacional – Relembre os melhores filmes brasileiros dos anos 1980

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Os Saltimbancos Trapalhões

A Idade da Terra – Glauber Rocha (1980)
A última produção da cinematografia de Glauber Rocha – o maior diretor do chamado “Cinema Novo”. A trilha sonora do filme passeia por todos os ritmos genuinamente brasileiros, como o forró e o samba, além dos batuques de Candomblé e do piano tenso. O filme se dispõe a retratar o Brasil, seu jogo político e as diversas implicações de sua mistura de raças e culturas. E por isto apresenta quatro tipos diferentes de “Cristos”: o negro, o militar, o índio e o guerreiro. Realmente um filme difícil, ótimo para quem adora produções de arte, mas também uma grande curiosidade para quem quer ver o autentico samba carioca presente no cinema nacional da década de 1980.

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

Super Xuxa

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Ópera do Malandro – Ruy Guerra (1986)
Considerado o maior musical já criado no Brasil, a história da malandragem carioca foi levada para as telonas com direção de Ruy Guerra e músicas compostas por Chico Buarque. Para completar, o longa “Ópera do Malandro” conta com um elenco de peso, com nomes como Edson Celulari, Cláudia Ohana, Elba Ramalho e Ney Latorraca. As coreografias são do dançarino Carlinhos de Jesus.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

Turma da Mônica

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Você acha que faltou alguma produção? Escreva pra gente e comente! Partcipe!


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15
Aug
2009
1

Tá no YouTube: Renato Aragão e o vidro de Ana Maria

No programa “Mais Você” de 14 de agosto de 2009, após ser entrevistado com a filha Livian por Ana Maria Braga, Renato Aragão não enxerga uma parede de vidro e…


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30
May
2009
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Olha só como a Susana Vieira é meiga…

Durante uma edição ao vivo do “Vídeo Show”, a apresentadora Giovana Tominaga teve que passar por uma controversa intromissão de Susana Vieira. Tominaga (que apresentava a “TV Globinho”) foi mostrar os bastidores da participação de Susana no programa “A Turma do Didi” quando a veterana disparou “não tenho paciência como uma pessoa que está começando”. Para Renato Aragão só restou ficar calado diante da cena.

No entanto, Giovana Tominaga não está começando. Ela tem se mostrado a melhor apresentadora do “Vídeo Show”, tem 16 anos de carreira, destes 13 anos só na Rede Globo. Como disseram no “CQC”, tenha paciência Susana Vieira, quando você estava iniciando como atriz, Shakespeare não deve ter tido que não tinha paciência com quem estava começando.


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11
Feb
2009
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O cavalo do cantor Daniel (literalmente)

Daniel é um exemplo de artista. Ajuda hospitais, colabora com o Teleton, fica na dele. O problema é quando ele tenta se meter a ator.

Após a estreia nos cinemas em obras de arte como “Xuxa Requebra” e “Didi – um Cupido Trapalhão”, o cantor agora estrela o remake do filme “O Menino da Porteira” e a refilmagem de “Paraíso”. Em comum, ambas são tramas rurais, em que ele contracena com um cavalo. Isto gera manchetes sensacionalistas como “Daniel se identificou com cavalo em ‘O Menino da Porteira’”.

Realmente as entrevistas do musico nunca foram das melhores. Daniel já irritou a comunidade homossexual com declarações no “Domingão do Faustão” e depois teve de encarar na máquina da verdade de Silvio Santos a pergunta “Você é gay?”.

Mas fica tranquilo Dani (sentiram a intimidade?), melhor ser um artista que se identifica com uns cavalos do que muitos por ai que se parecem com burros. A única duvida das fãs é se Daniel se identificou com o animal por também ser… digamos… “bem dotado”. Unnn…


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