01
Sep
2009
1

Gospel: Globo lança CD com músicas evangélicas

Pelo visto a briga entre a Rede Record e a Rede Globo, não afetará os negócios da segunda. A empresa “Som Livre“, braço fonográfico das organizações Globo está lançando um CD com músicas gospel para o público evangélico.

Segundo o colunista Flavio Ricco, do UOL, o álbum “Promessas“, reúne alguns dos maiores sucessos da música gospel, entre eles, “Recomeçar” (tema de “Duas Caras”, com Aline Barros – foto); “Faz Um Milagre em Mim” (Régis Danese); e “Aliança com Deus” (de Robinson Monteiro – o ‘anijinho’ do “Programa Raul Gil”).


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26
Jul
2009
1

Ator Sérgio Viotti morre, aos 82 anos, em São Paulo

Morreu aos 82 anos na manhã deste domingo (26) o ator de teatro e televisão Sérgio Viotti. A morte ocorreu às 8h45 em decorrência de uma parada cardiorrespiratória, no Hospital Samaritano de São Paulo.

Viotti nasceu em São Paulo, no mês de março de 1927. Seu último trabalho foi como Manuel de Andrade na novela “Duas Caras”, da Globo. Na emissora carioca também fez papéis marcantes em “Suave Veneno”, “Anjo Mau” e “Histórias de Amor”. Mas seu personagem mais marcante foi na Rede Manchete onde viveu o Conde da Barca em “Xica da Silva”.


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20
Apr
2009
4

“Poder Paralelo” tem no Rio o dobro do Ibope de SP

Poder Paralelo” realmente emplacou na Rede Record, mas a novela tem feito mais sucesso no Rio de Janeiro que em São Paulo. Um dos motivos seria que o título da trama é de mais fácil assimilação para os cariocas. Poder Paralelo é o nome usado no Rio para as milícias que atuam nas favelas cariocas, como já foi mostrado na novela “Duas Caras” (Rede Globo). São grupos que atuam na marginalidade da lei, mas não fazem mal para a população local.

A novela, no entanto, está bem longe do Rio e se passa em São Paulo, onde vivem integrantes da máfia italiana, o tal Poder Paralelo, abordado na trama da Rede Record. Antes de ter o nome atual, chegou-se a cogitar chamar a história de Lauro César Muniz de “Os Machos” e “Vendetta” (Vingança em Italiano).

No Rio de Janeiro, a novela estreou com 19 pontos no Ibope, contra 13 de São Paulo. Após a primeira semana de exibição, no entanto, a trama fechou com 22 pontos, chegando a ficar em primeiro lugar de audiência entre os cariocas, quase o dobro do que “Poder Paralelo” registrou em São Paulo.

Para aumentar a audiência da trama no resto do país, a Record chegou a levar ao ar os bastidores do primeiro capítulo no programa “Domingo Espetacular” de ontem (19).

Esta não é a única novela da Record registrando índices melhores em outras capitais do que em São Paulo. Os índices de audiência de “Chamas da Vida” foram altos na última quarta-feira (15), em Fortaleza (Ceará). Na média geral, “Chamas” fechou com 37 pontos com picos de 40. A Globo registrou 22 pontos no mesmo período com a exibição do Futebol 2009. No mesmo dia, “Caminho das Índias” havia fechado com 35 pontos.


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09
Apr
2009
0

Thais Garayp substitui Mara Manzan em novela

Caminho das Índias” vai ganhar uma nova personagem, trata-se de Ana, vivida pela atriz e cantora Thaís Garayp; que após várias peças de teatro tornou-se conhecida do grande público, como a Abigail de “Como Uma Onda”. Ana será prima de Ashima (Mara Manzan) e entra na trama para substituir Mara, que está tratando de um câncer.

Mara Manzan teve alta ontem (08) do hospital, mas já estava afastada das gravações há algumas semanas, quando sua personagem viajou para a Índia para comprar produtos para seu bar indiano.

Esta não é a primeira vez que Mara tem de se ausentar de uma novela por problemas de saúde. Em 2007 ela teve de deixar de interpretar a cruel Amara de “Duas Caras” e foi substituída por uma vidente farsante (Fafy Siqueira) que dizia ser sua irmã, Amora. Mara voltou a aparecer no último capítulo em uma cena pré-gravada, antes de seu afastamento.

Também não é a primeira vez que uma atriz tem que se ausentar de uma trama de Gloria Perez (autora de “Caminho das Índias) por motivo de saúde e é substituída por um ‘membro da família’.

Em “O Clone”, Ruth de Sousa vivia Dona Mocinha, mãe de Deusa (Adriana Lessa), quando teve que ser internada as pressas. Como a trama estava em um momento importante, em que Deusa e seu filho clonado, Lucas (Murilo Benicio) precisavam de conselhos de alguém mais velho, entrou em cena a tia Lola (Léa Garcia). Depois quando Ruth melhorou, tanto ela, quanto Léa, ficaram até o final da novela em cena.


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07
Mar
2009
0

Recomeçar: A polêmica da dublagem de um gay

A dublagem brasileira nem sempre está no centro das atenções da mídia. Pouco valorizada, ela raramente aparece em jornais como a Folha de São Paulo. Mas recentemente ela ganhou destaque na imprensa por um dublador evangélico se recusar a dublar um personagem gay, como também foi noticiado aqui no Cultureba.

O assunto gerou discussões inflamadas em listas de discussão por e-mail, comunidades do Orkut e fóruns como o Cosplay Brasil; além de ter irritado boa parte da comunidade GLBT, da qual o tal personagem (Milk) era um forte defensor. Recebemos vários e-mails de leitores comentando o fato “Preconceito, religião, homossexualidade”, e um deles nos mandou um vídeo do YouTube.

O clipe é uma montagem de uma das cena mais polêmicas da novela “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva, envolvendo o núcleo evangélico da trama brigando com o triangulo amoroso envolvendo o personagem Bernardinho. Ao sim do vídeo, está a música gospel “Recomeçar”, de Aline Barros, que faz parte da trilha sonora da novela.

Infelizmente agressões como esta são cada vez mais comuns no Brasil…

Clique AQUI e veja uma matéria sobre os personagens homossexuais nas novelas das oito da Rede Globo desde 2003.


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01
Mar
2009
1

Cinquentinhas: A nossa “Sex and the City”?

Vamos lá… Nós brasileiros já temos a nossa versão genérica de “Heroes”, de “CSI – Investigação Criminal”, de “Família Sopranos” e em 2009 teremos uma de “Brothers & Sisters”. Pois bem, no segundo semestre deste ano deveremos ganhar um similar de “Sex and the City”.

A principio anunciada como uma série que trataria das vidas, dos amores e confidencias de mulheres com aproximadamente cinquenta anos, a nova produção da Rede Globo ganhou nome e autor: Será “Cinquentinha” de Aguinaldo Silva, o criador de “Duas Caras” e “Senhora do Destino” (que volta amanhã em “Vale a Pena Ver de Novo”).

Agora a série ganha outros contornos que aparentemente a afastam da premiada série da HBO americana. Em “Sex and the City” mulheres com cerca de 30 anos busca amor e sexo na badalada Nova York. Se fosse para ganhar uma versão brasileira, provavelmente o cenário ideal seria São Paulo, mas “Cinquentinha” deve se passar no Rio de Janeiro.

“Cinquentinha”, será escrita por Aguinaldo ao lado da autora Maria Elisa Berredo. A trama vai reunir três protagonistas: Susana Vieira, Renata Sorrah e Marília Gabriela (foto). A trama envolvendo as mulheres é sim amor e sexo, mas pela disputa do poder, de fortuna, do mesmo ex-marido, que será vivido por Antônio Fagundes. A atriz Drica Moraes deve completar o elenco.

Outro ponto levantado pro críticos especializados é que apesar das três protagonistas estarem em forma elas já não são mais cinquentinhas que nem diz o titulo da série e sim sessentinhas. Renata Sorrah tem 62 anos, Susana Vieira está na casa dos 66 e Marília Gabriela já fez 60.

Bom, vamos ver no que dá, o sexo, o dinheiro, a cidade carioca e as cinquentonas…


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24
Feb
2009
5

Gloria Perez não terá gays em “Caminho das Índias”

A tradição de personagens homossexuais em novelas das oito (ou da nove) da Rede Globo parece ter chegado ao fim. Desde 17 de fevereiro de 2003 quando estreou “Mulheres Apaixonadas” (atualmente reprisada em “Vale a Pena Ver de Novo”), toda trama Global deste horário teve pelo menos um personagem representando a comunidade homossexual. Foram no total seis anos e nove novelas seguidas trazendo gays, lésbicas e bissexuais no horário mais nobre da televisão brasileira, com o maior Ibope do país.

Gloria Perez (foto), autora da atual trama do horário, “Caminho das Índias”, afirmou que deve acabar com esta tradição respondendo a um leitor da revista Minha Novela, na coluna “Converse com a Autora”. Vagner de Araraquara (SP) perguntou: “Você tratará, em sua trama, temas como homossexualismo? Já imaginou um dos indianos homossexual apaixonado por um brasileiro?

A autora de “Caminho das Índias”, Gloria Perez, então respondeu:Obrigada pelas palavras carinhosas. Sobre o homossexualismo, Vagner, já abordamos o tema em ‘América’ e acho que há assuntos novos para esta novela. Mas tenho certeza que você vai adorar cada pedacinho da nossa história. Um beijo grande”.

Confira abaixo quais foram as nove novelas das oito consecutivas a abordarem o tema homossexualidade no horário nobre da Rede Globo nos últimos seis anos.

Mulheres Apaixonadas (Manoel Carlos – 2003)
Clara Rezende (Aline Moraes) e Rafaela Godoy (Paula Picarelli) formavam um jovem casal lésbico que se apaixonam enquanto cursam o terceiro colegial, enfrentando o preconceito de colegas do Ensino Médio e dos pais de Clara, mas acabam felizes e juntas no final quando Clara completa a maioridade e termina os estudos. Existia ainda na trama Eugênio (Sylvio Meanda), o secretário/mordomo/amigo gay e ‘assexuado’ da milionária Estela de Azevedo Franco (Lavínia Vlasak).

Celebridade (Gilberto Braga – 2003)
Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu) não media esforços para conseguir o que queria. E no seu rumo ao sucesso e ao dinheiro ela encontrou pelo caminho a rica lésbica Dora Lima (Renata Sorrah). Como resultado, Laura não exitou em ir pra cama com a ricaça para conseguir um contrato milionário.

Senhora do Destino (Aguinaldo Silva – 2004)
Dois casais gays pontuaram a trama que começa a ser reprisa segunda-feira no “Vale a Pena Ver de Novo”. A médica Eleonora Ferreira da Silva (Mylla Christie) começou um namoro com a milionária Jennifer Improtta (Bárbara Borges) para desespero dos pais de ambas, mas no final elas se casaram e adotaram um menino. Já o carnavalesco Ubiracy (Luiz Henrique Nogueira) vivia sempre brigando com Turcão (Marco Villela), que vivia traindo ele com uma mulher da periferia, mas no final eles acabaram juntos.

América (Glória Perez – 2005)
A trama mostrou a dificuldade do jovem Júnior (Bruno Gagliasso) assumir sua homossexualidade perante sua mãe e seus amigos em um ambiente tipicamente rural, onde esperavam que ele se tornasse um grande caubói. Foi neste local que ele conheceu o peão Zeca (Erom Cordeiro) e se apaixonou.

Belíssima (Sílvio de Abreu – 2005)
A trama permaneceu com seus personagens homossexuais no armário até as últimas semanas. Karen (Mônica Torres) não possuía namorados e muitos achavam que ela podia ser lésbica, a confirmação veio quando ela terminou a novela ao lado da sua sócia Rebeca Cavalcanti (Carolina Ferraz), que se descobriu bissexual após se desiludida por vários homens. Já “Gigi” Falcão (Pedro Paulo Rangel) sempre esteve envolvido com mulheres no passado, mas se revelou ‘bi’ no último capítulo ficando com um dos bailarinos do musical que produziu.

Páginas da Vida (Manoel Carlos – 2006)
O médico Rubinho (Fernando Eiras) já surge na trama vivendo um longo e feliz casamento com outro homem, o músico Marcelo Nascimento (Thiago Picchi). Todos sabem da situação sexual dos dois e os respeitam. Eles lidam com muita seriedade com sua forma de vida e terminam a trama virando pais, adotando a criança de sua empregada doméstica. Outro destaque foram os depoimentos reais de homossexuais exibidos ao final de alguns capítulos.

Paraíso Tropical (Gilberto Braga e Ricardo Linhares – 2007)
Novamente surge um casal já formado e bem resolvido na trama, o gerente de hotel Lucas Aboim (Rodrigo Veronese) é casado com o recepcionista Tiago Batista (Sérgio Abreu) e ambos moram juntos, sendo que no trabalho todos sabem da relação de ambos. Diferente deles vivia o homossexual Hugo (Marcelo Laham) que inventou um casamento falso com a vilã Taís (Alessandra Negrini) para esconder dos pais seu namoro com o jovem Felipe (Miguel Kelner). Mais pra frente conhecemos Carolina (Rogéria), uma transexual extremamente final e educada, que é amiga de Virginia (Yoná Magalhães) e escandalizou Iracema (Daisy Lúcidi).

Duas Caras (Aguinaldo Silva – 2007)
Bernardinho (Thiago Mendonça) teve dificuldades de ser aceito como homossexual pelo pai e pela madrasta, mas encontrou conforto com a amiga Dália (Leona Cavalli). Mas Heraldo (Alexandre Slavieiro) também se apaixonou por Dália e assim eles passaram a viver um caso a três e dormirem na mesma cama. Enquanto Bernardinho passava a se envolver com Dália, Heraldo passava a aceitar os carinhos do amigo. Mas surgiu na história o bissexual Carlão (Lugui Palhares), que após enganar Bernardinho, se apaixonou pelo rapaz e ambos acabaram se casando no final da história, registrando em cartório sua união. Ainda existia a trama do falso gay Jojô (Wilson dos Santos), que na verdade era casado com Eunice (Gottsha), mas escondia isto, porque tinha vergonha de dizer que era hétero.

A Favorita (João Emanuel Carneiro – 2008)
Maria do Céu (Deborah Secco) terminou a novela com o bissexual Orlandinho (Iran Malfitano), que tinha se casado com ela apenas por interesse, mas na verdade era apaixonado pelo amigo Halley (Cauã Reymond). Descobrimos depois que a mesma confusão sexual já tinha ocorrido com o pai de Orlandinho, seu Darcy (Luiz Bacelli). Em uma outra trama conhecemos Stela (Paula Burlamaqui) que já foi casada por muitos anos com outra mulher, e que juntas criaram um filho chamado Gabriel (Bruno Bezerra). A bondade e carinho de Stela conquistaram Catarina (Lilia Cabral), deixando em aberto se ela terá uma relação lésbica com a amiga no futuro.

Os melhores momentos dos dez últimos anos de casais gays no horário nobre da teledramaturgia brasileira


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23
Feb
2009
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Morre a atriz e dubladora Ida Gomes

Morreu neste domingo (22) a atriz e dubladora Ida Gomes aos 85 anos. Gomes foi internada há 15 dias, no Hospital Samaritano e teve uma parada cardíaca. Segundo a sobrinha da atriz, Débora Olivieiri, ela tratava há cerca de duas semanas de uma pneumonia.

Ida começou a carreira como atriz de rádio, mas fez mais de 30 novelas, e, entre os papéis mais famosos, viveu Doroteia – uma das três irmãs Cajazeira -, na novela e seriado “O Bem Amado”, de 1973, na Rede Globo.

Ela ficou conhecida por viver freiras na televisão, tanto que em entrevista a Jô Soares em 2001, Ida brincou, quando o apresentador lhe fez uma pergunta sobre o assunto, “Eu sou judia, mas sempre me chamam para fazer a irmã de caridade, a madre superiora. A Globo tentou me converter, mas não conseguiu“. Recentemente viveu três, a mais recente na novela “Pé na Jaca” onde foi a madre superiora. Já em “JK” deu vida a Irmã Maria, uma freira francesa radicada em Minas Gerais que ajudava o médico Juscelino Kubitschek. E em “Bang Bang” foi a Irmã Encarnación.

Seu último papel na televisão foi na novela “Duas Caras” como Frida e no teatro foi a Senhora A em “Sete, O Musical”. Dos cinemas se despediu com “O Amigo Invisível” em 2006.

No mundo da dublagem emprestou sua voz para atrizes como Joan Crawford e Bette Davis. Também viveu a Irmã Maria Teresa Vauzous (Gladys Cooper) em “A Canção de Bernadete”, foi a dubladora da Madame Medusa em “Bernardo e Bianca”. Mas seu grande destaque foi a Tia Esponja (Miriam Margolyes) no longa “James e o Pêssego Gigante”.


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