10
Jun
2010
2

Panini atualiza o álbum da Copa do Mundo

A editora Panini está lançando figurinhas dos jogadores de futebol que foram convocados recentemente para representar a seleção brasileira na Copa do Mundo da Fifa.

São nove figurinhas que não estavam presentes na edição inicial: Gomes, Doni, Gilberto, Thiago Silva, Michel Bastos, Kleberson, Ramires, Júlio Batista e Grafite.

A Panini também criou um encarte especial com a apresentação dos 23 convocados pelo técnico Dunga e uma revista. O preço do kit custará R$6,90, o lançamento oficial na cidade de São Paulo acontecerá no dia 14/06, já nas demais praças acontecerá até o 17/06.


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25
Feb
2010
1

Revista MAD pode ter sofrido censura na capa

Pode ser apenas uma jogada de marketing de seus editores. Mas a equipe da Revista MAD (Editora Panini) publicou em seu site oficial que a capa da publicação deste mês teria sofrido uma “censura”.

O editor Raphael Fernandes não dá muitos detalhes, apenas brinca com o fato: “Nosso leitor é idiota, mas mesmo assim nós respeitamos sua idiotice! Por isso, decidimos colocar essa capa pra você baixar na sua casa, imprimir e colar na sua revista”.

Abaixo você confere a capa que NÃO está nas bancas:

Capa da MAD 23 que teria sido censurada


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13
Nov
2009
24

Na Revista da Tina surge Caio, o primeiro personagem (aparentemente) gay de Mauricio de Sousa

A revista “Tina”, número 6 (editora Panini), trás uma surpresa para os fãs de Mauricio de Sousa. O primeiro personagem gay da grande leva de criações dos estúdios do artista.

Na história de capa, “O Triângulo da Confusão”, somos apresentados a Caio, um rapaz sem trejeitos ou clichês de um homossexual, mas que assume no final da história ter um “compromisso” (aparentemente) com outro rapaz, que por sinal é amigo de Zecão (namorado de Pipa, melhor amiga da Tina).

A história ainda conta com um discurso da Tina contra preconceito (não exatamente com a sexualidade das pessoas, mas de modo geral) e a apresentação de que Caio é o melhor amigo da moça, “como se fosse um irmão”, indicando um possível retorno do personagem.

A personagem Tina foi criada como irmã de Toneco, amiguinho da “Turma da Mônica”, mas aos poucos ela foi destacando-se, ganhou histórias próprias, almanaque e atualmente uma revista com tramas mais adultas.

Em entrevista exclusiva, realizada no final do ano passado, que teve trechos publicados nas revistas Neo Tokyo e Mundo OK, além dos blogs Cultureba e Trash 80’s; Mauricio já adiantou que um “choque de realidade” poderia ocorrer na revista da Tina, confira:

As histórias ficaram mais realistas recentemente, e o Xaveco ganhou uma participação maior com a separação dos pais dele, este tema é um tema que já estava pra ser abordado faz tempo? Afinal é delicado, não?
MS: Sim, é delicado, é algo que pensei bastante e decidi colocar, pois algumas crianças, alguns leitores, colocavam “nossa a turma da Monica mora num universo, numa cidade, onde tudo é certinho, fora do normal, ninguém se divorcia, ninguém se separa” e me manquei que realmente faltava um pouco de realidade, então optei pelo Xaveco.

E recentemente teve um choque de realidade também com a morte do bichinho de estimação do Xaveco. Mas era um tabu a morte nas historinhas não é?
MS: Então, vivo com esta realidade também, não é? Morreu uma chinchila lá em casa e foi uma choradeira, morreu um cachorrinho também, foi uma choradeira… É um assunto pertinente, que acontece na vida. E não era tabu, é tabu ainda, mas eu quero enfrentar um pouquinho isto daí, e ainda vou fazer algumas coisas neste sentido. É que como nós temos vários roteiristas trabalhando, temos uma seqüência de histórias, e que são feitas com meses de antecedência. Um plano destes, um plano mórbido destes, tem que ser muito bem planejado, pro pessoal desligar a máquina de respiração ao mesmo tempo em todas as pranchetas, em todas as mesas. Dá um pouco de trabalho técnico aqui pro estúdio você mandar um personagem pra terra do Penadinho. E a chinchila do Xaveco morreu, porque as minhas morreram e foi muito triste lá em casa, até pra mim. Tão bonitinhas, delicadinhas, brincavam na sala, a gente soltava e ficavam pulando pra lá e pra cá.

A Turma da Tina ganhou destaque recentemente com revistas próprias e Almanaques. Ela foi uma das personagens que mais evoluíram, indo até parar na faculdade. E os fãs pedem no Orkut tramas mais adultas pra ela, existem planos uma revista com histórias falando de campanhas contra drogas, sexo seguro ou mesmo contra o preconceito homossexual com algum personagem gay amigo dela?
MS: Com a Tina nós vamos sofrer um “upgrade”, por causa da turma da Mônica Jovem. Ela vai ficar mais adulta realmente e tratar de assuntos mais adultos. Estamos estudando isto neste momento.

Então existe a possibilidade dos pedidos dos fãs por tramas mais adultas para ela e sua turma serem atendidos? Existe alguma data pra isto ocorrer?
MS: Olha não é só a pedido dos fãs, isto também, mas é a realidade, é a vida vivida, você tem que fazer alguma coisa com o que você está vivendo, senão você não está falando com a comunidade. Mas não temos data pra isto, veremos depois de terminarmos o projeto Mônica Jovem, já que estamos ainda acertando os ponteiros, principalmente na produção, pois é dureza fazer 120 páginas com aquele requinte todo, além de tudo que nós fazíamos, que já era uma calamidade. Então, estou contratando gente, aumentando nosso poderio de fogo aqui, contratando roteiristas. Acabando esta fase, que deve durar mais um mês e meio, nós vamos pensar em cima do novo projeto Tina.

Novidades: A nota sobre o possível personagem gay (ou bissexual, como agora foi declarado) também foi notícia no jornal Folha de São Paulo, que trouxe declarações da assessoria do autor Mauricio de Sousa sobre o assunto. Leia mais AQUI sobre o que foi divulgado.

Vale destacar que a revista “Tina” visa atingir um público mais adulto e não as crianças dos gibis tradicionais da “Turma da Mônica”. Comprem a publicação antes de julgarem e leiam antes de comentar. Sim, valerá a pena o investimento.


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11
Sep
2009
0

Especial: Bidu ganha aventura em estilo mangá

Bidu 50 AnosO Bidu, da Turma da Mônica, completou 50 anos de criação e vai ganhar uma edição especial pela Panini, com a reedição das melhores histórias do cãozinho da década de 60 até hoje. Uma curiosidade é que a capa do volume mantém a mesma tirada da primeira capa da revistinha do Bidu.

Além da reedição de histórias, a edição trará duas surpresas imperdíveis: uma história inédita com o cãozinho baseado no estilo mangá e uma republicação do primeiro volume original do gibi do Bidu no mesmo formato que foi originalmente lançado.

(via Anime Pró)


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10
Jun
2009
1

Revista especial dos 50 anos de Mauricio de Sousa

Mauricio de Sousa 50 anos

Mauricio de Sousa completa 50 anos de carreira em 2009 e para comemorar uma edição especial da Turma da Mônica será lançada com histórias escritas e desenhadas por diversos artistas do país.

Um deles é Jean Okada, autor de “Quadrinhópole” e “Exploradores do Desconhecido”, que fará uma história inédita do personagem Astronauta (foto).

Fábio Yabu também participa do projeto com uma versão de Cebolinha daqui a 50 anos em um mundo dominado por robôs (foto). “Vai ter traição e uma morte. E, acima de tudo, vai ser uma história apaixonada, em homenagem ao verdadeiro espírito da Turma da Mônica, que me ensinou a ler e a amar os quadrinhos”, revela o autor. Yabu é o criador da série “Combo Rangers” que teve uma série em quadrinhos e “Princesas do Mar”, desenho animado exibido atualmente no canal pago Discovery Kids.

A franquia “Turma da Mônica” é uma das mais bem sucedidas produções nacionais e já rendeu diversas edições especiais, desenhos animados, filmes, jogos e uma série de produtos licenciados no Brasil e comquista muitos fãs ao redor do mundo. A revista que homenageia o cinquentenário da obra do autor está planejada para sair em setembro deste ano.


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26
May
2009
12

Mauricio de Sousa: Revista da Tina chega às bancas

Turma da Tina

Finalmente saiu a “Revista da Tina”, um dos mais esperados lançamentos para este ano da editora Panini e de Mauricio de Sousa (criador da “Turma da Mônica”).

Em suas 48 páginas a revista conta com quatro histórias normais do “dia a dia” dos personagens e a primeira parte dos “Caçadores de Enigmas” em Atlântida, uma aventura estrelada pela turminha da adolescente jornalista.

Revista da Tina 1A nova revista trás ainda matérias (entrevista com a Mônica verdadeira que inspirou a personagens) e notícias no “Blog da Tina”. Super bacana o lançamento, um dos melhores do ano. E o preço está bem camarada, R$ 3,90. Comprem, que vale a pena.

Sobre a personagem: A eterna adolescente Tina foi a personagem que mais sofreu modificações no universo de personagens criados pelo mestre Mauricio de Sousa. De uma jovem hippie dos anos 70, ela virou uma patricinha nos anos 90 e atualmente é uma moça séria que estuda faculdade de jornalismo.

A jovem de 18 anos mora com os pais e também com sua moderna avó Vovoca. Outro personagem de destaque nesta casa é seu irmão, Toneco. Ela está sempre trocando de namorados, mas por muito tempo viveu um caso com Jaime (Jaiminho), que hoje estuda na mesma universidade que ela. Mas seu grande amor secreto é Rolo, seu grande amigo, que também está sempre em busca de namoradas. Completa o time de amigos da jovem o casal Pipa e Zecão, que são noivos há anos e nunca marcam a data do casamento.


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22
May
2009
2

Petra Leão – A roteirista de Turma da Mônica Jovem 9

Na edição número nove de “Turma da Mônica Jovem” conhecemos uma divertida história que situa os personagens durante a montagem de uma peça teatral no Colégio do Limoeiro. O conflito começa com a chegada de um garoto desconhecido agita a galera e provoca brigas, intrigas e muito ciúme, além de ameaçar abalar uma antiga amizade.

Revista em estilo mangá tem seu roteiro assinado por Mauricio de Sousa e Petra Leão (foto), abaixo você confere parte da entrevista que a jovem roteirista Petra deu para a revista Neo Tokyo 37 (editora Escala). O bate-papo foi feito por David Denis Lobão e Carolina Michelli.

Neo Tokyo: Como começou sua carreira como roteirista?
Petra Leão: Começou em 2000, na editora Trama. Comecei fazendo histórias de quatro páginas do Capitão Ninja, na extinta revista Dragão Games. Fiz muitas histórias de quatro páginas pra diversas revistas da editora, até que fui convidada para escrever a primeira edição especial de “Holy Avenger” com minha parceira da época, Fran Briggs. Foi meu primeiro trabalho editorial de peso. Depois disso, escrevi muitas outras edições especiais, minisséries e matérias, como “Dado Selvagem”, “Mercenário$”, “Victory”, além da própria “Holy Avenger”.

Mônica Mangá 9Neo Tokyo: Que trabalhos destaca em sua carreira?
Petra Leão: Alguns trabalhos que me marcaram muito foram o especial número 2 de “Holy Avenger”, por eu ter podido colocar e explorar na trama um personagem meu do qual gosto muito, o elfo rabugento Klaus – que depois virou figura carimbada no universo de Tormenta, onde se passa a história. Também destaco a “Victory” 2 (continuação de “Victory”), a primeira minissérie que escrevi sozinha. As duas séries de “Victory” foram publicadas nos EUA pela Image e com isso fui a primeira roteirista brasileira – e mulher – a publicar uma HQ nos Estados Unidos, o que me deixou muito feliz.

Neo Tokyo: E ainda sobre “Holy Avenger”, como foi fazer a dublagem do CD?
Petra Leão: Foi bastante divertido! A dublagem foi feita no Rio, então a “equipe de criação” viajou pra lá pra fazer uma concentração. Marcelo Cassaro, o criador, nunca tinha trabalhando com audiodrama antes, então as cenas tiveram que sofrer várias modificações de última hora. Na véspera do primeiro dia de gravação, a equipe de criação (Marcelo Cassaro, eu, Fran Briggs e Guilherme Briggs) ainda estávamos retocando e criando novos diálogos. Foi uma aventura e uma nova experiência pra mim, que apesar de já ter feito muitos cosplays, nunca tinha trabalhado “profissionalmente” com atuação, e ainda mais ali do lado de dubladores tarimbados como o Guilherme Briggs, Mauro Ramos e Miriam Fischer. Fiquei nervosa, fui mais tiete do que fã, pedi autógrafo pra todos, mas tentei fazer minha parte o melhor possível, dirigida pelo Guilherme Briggs (risos).

Neo Tokyo: A personagem Petra, foi criada por você ou inspirada em você? Como foi fazer a dublagem da sua própria personagem?
Petra Leão: A personagem na realidade já estava prevista para aparecer em Holy Avenger, antes do Cassaro me conhecer. Ele já sabia quais suas características principais – tímida, carinhosa, sem olfato e seria apaixonadinha pelo personagem Tork – e tinha desenhado como ela seria – e ela não parecia nem um pouco comigo, era alta e loira. Depois que eu e o Cassaro começamos a conviver, ele viu como eu gostava do Tork também – na real, é meu personagem preferido em Holy Avenger – e resolveu dar pra personagem o mesmo nome que eu; e a desenhista, Erica Awano, resolveu desenhá-la com um corte de cabelo parecido com o que eu usava. Apesar de ser uma personagem muito fofa, não sei se sou muito parecida com ela, mas acredito que o Cassaro tenha feito ela de acordo com a visão que ele tinha de mim na época.

Neo Tokyo: Quais as maiores dificuldades que um roteirista enfrenta atualmente no Brasil?
Petra Leão: Obviamente, a falta de mercado para quadrinhos feitos no Brasil. Senti que houve um momento de efervescência de 1998 a 2002, em que surgiram muitos projetos de quadrinhos feitos aqui como “Megaman”, “Comborangers”, “Holy Avenger” e as HQs do Studio Seasons. Foi também a época em que fanzines de nível profissional surgiram, como o Ethora e o Break the Hand, e artistas incríveis foram revelados através de suas páginas, como Erica Awano, Denise Akemi, Diogo Saito, Erica Horita… No entanto, foi como uma bolha que cresceu e estourou. Depois disso, o mercado tornou a se voltar para produções estrangeiras, os artistas brasileiros também passaram a trabalhar para estúdios de fora e pouco se vê de produção nacional nas bancas além do já clássico “Turma da Mônica”. Isso é porque é muito caro e inseguro investir numa HQ feita no Brasil. O público tem pé atrás com publicações brasileiras, acham que não vão durar e por isso não compram os primeiros números, querendo ter certeza da série se ‘firmar’ para investir nela. Só que com isso, poucas são as editoras que tem como pagar o custo de produção desses primeiros números suportando o prejuízo inicial em prol de um lucro futuro. Com isso se cria um círculo vicioso e são poucas as editoras que “topam” um projeto de HQ feito no Brasil. Os roteiristas tem que ter noção que quem quiser se firmar nesse meio, vai ter que enfrentar essa realidade.

Neo Tokyo: Que dicas você daria para um roteirista iniciante?
Petra Leão: Pelos motivos que já citei, as chances de um roteirista oferecer um projeto em uma editora e este ser aceito ‘de prima’ é muito pequeno. O melhor caminho é começar fazendo um fanzine com bom acabamento ou publicando na internet. Dessa forma, o fanzine ou site serve como portfólio, e seu compromisso, proposta e qualidade podem ser melhor avaliados. Sem contar que ter um público cativo, ainda que seja em um nicho, aumenta suas chances da editora se interessar por você. No mais, é necessário estar sempre atento às oportunidades do mercado. Muita gente quer se tornar roteirista espelhando-se em trabalhos estrangeiros e não faz idéia do que se passa no mercado brasileiro. É muito diferente a trajetória de um mangá-ká no Japão, onde se tem concursos pra revistas e um mercado estabelecido, e o mercado do Brasil. É necessário ficar atento à nossa realidade, ler sempre sites de quadrinhos e observar o que se publica em bancas para encontrar uma brecha.

Neo Tokyo: Com o que você tem trabalhado atualmente?
Petra Leão: Passei um bom tempo escrevendo para uma revista informativa, e também trabalhei em áreas paralelas relacionadas à minha formação, como professora de Artes, mas sem nunca abandonar os freelas de quadrinhos. Cheguei a fazer projetos para uma editora da Jordânia, que estava interessada em começar uma produção de quadrinhos femininos por lá. É um projeto que ainda está em andamento. Recentemente comecei a fazer parte da equipe de roteiristas que desenvolve trabalhos para o Mauricio de Sousa e também estou desenvolvendo roteiros para uma série de desenho animado que será produzida pra TV Cultura; e não, não é a “Holy Avenger” – o projeto da “Holy” já foi aprovado pela lei Rouanet, mas não conseguiu pleitear recursos financeiros ainda para ser produzida.


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21
Apr
2009
3

Desenho “Chaves” ganha álbum de figurinhas

O desenho animado “Chaves” e seus amigos já conquista os brasileiros há quase três anos quando vai ao ar pelo SBT. Agora a animação vai ganhar as bancas de jornal, afinal como diz a divulgação da editora Panini “Quem nunca assistiu as aventuras de Chaves e seus amigos? Há anos essa turma atrapalhada faz parte do nosso dia-a-dia”.

De fato, adultos e crianças serão conquistados pelo lançamento da Panini, que vai cativar os fãs de Chaves, Quico, Nhonho e toda a turma da famosa vila mexicana. O lado ruim do desenho animado é que ficou de fora a personagem Chiquinha, já o lado ruim do álbum de figurinhas é a falta destaque da divertida menina Patty.

Mas temos Seu Madruga, Seu Barrigo, Dona Florinda e Professor Jirafales para detonar toda a gentalha. As confusões e encrencas então estão garantidas em uma coleção, que lembra os clássicos álbuns de figurinha da “Turma do Chaves” nos anos 90.

A coleção de 200 figurinhas tem 36 páginas. E está disponível em todas as cidades atendidas pela editora, exceto estados de São Paulo e Rio de Janeiro desde do último dia nove. Cada livro ilustrado custa R$ 3,00 e os envelopes saem por R$ 0,70.


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