27
Nov
2009
1

Divulgando trailer de “King of Fighters”

Está no YouTube o primeiro trailer da adaptação para os cinemas do jogo “King of Fighters”. E dá pra comprovar o esperado, é um filme de baixo orçamento com efeitos especiais toscos… Mas depois de “Stret Fighter: A Lenda de Chun-Li”, qualquer coisa é lucro.


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26
Nov
2009
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Saindo do armário: Os super-heróis gays (Parte 1)

BenimaruDesde o começo, nas histórias em quadrinhos com super-heróis, as principais editoras norte-americanas buscam suavizar as tramas e concentrar em universos fantásticos.

Isso começou a mudar no Japão, com seus populares mangás, trazendo para o universo dos seus heróis situações mais reais, problemas do dia a dia, polêmicas que acompanham os leitores no mundo inteiro.

Nos anos 90, a mente de roteiristas americanos – preocupados com as baixas vendas – também se abriu para tais assuntos como: drogas, pedofilia, incesto, AIDS e homossexualidade.

Mas alguns temas, como personagens assumidamente gays, ainda são tabu na mídia, impressa ou televisiva. Por isto, reviramos o armário e a partir de hoje, mostramos heróis que assumiram e mostraram ao mundo sua preferência sexual.

Mas uma dúvida permaneceu ao final… E o Batman e o Robin? Será que eles são?

Parte 1 – Benimaru Nikaido (“King of Fighters”)

BenimaruO lutador gay integra o “Time Japão”, equipe de protagonistas do game e da série animada homônima.

Filho de um japonês e uma americana, Benimaru foi criado no Japão e cresceu como ídolo adolescente, principalmente no que se trata de gingado e beleza.

Benimaru não poupa ousadia no seu modo de lutar e vestir. Os fãs dos games de luta devem saber que estamos falando das roupas provocantes deste lutador, que quase sempre exibe a boa forma do peitoral com camisetas apertadas.

Em seu lado mais íntimo, descobrimos que ele não vai com a cara dos otakus, nem simpatiza com mulheres, diz que são feias.

No mundo dos games, outros personagens apontados como gays são as lésbicas Hana e Rain (Fear Effect), Vamp, que namora um homem em “Metal Gear Solid”, Zangief (Street Fighter), que já foi declarado homossexual pelos seus criadores, e a dupla bissexual Lilith & Morrigan (Darkstalkers).


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01
May
2009
1

Histórias Yaoi: Animês e mangás sem preconceitos!

A superação de preconceitos tem sido uma das principais metas que compõe as prioridades de uma sociedade. Com eventos como a Parada Gay Paulista ou a celebração Dandara, é possível observar a nitidez da superação de tabus e ideais racistas e homofóbicos.

Ainda que seja um avanço, o preconceito mantém-se firme em diversos pontos e enfoques da sociedade, e contra isso, diversas armas são usadas, e, entre elas, estão os animês e os mangás Yaoi, que estão cada vez mais presentes neste universo mágico.

O Yaoi é o termo designado para a publicação que tem o foco na relação homossexual entre dois homens. O sucesso do gênero se deu por títulos como “Gravitation“, que levaram o Yaoi para o mundo e conquistaram um público homossexual e heterossexual.

“Gravitation” conta a história de Shuichi Shindou, um jovem que forma uma banda com seu melhor amigo Hiroshi Nakano. O sonho de Shuichi é que sua banda seja tão boa quando a banda de seu ídolo Ryuichi Sakuma, a Nittle Grasper. Infelizmente o jovem não é bom para escrever letras e por obra do destino (ou pelo poder da atração) ele se deparou com um homem loiro de olhos verdes, sério, frio… A príncipio não sabia o nome deste homem, que leu uma de suas letras e disse coisas humilhantes, mas logo que o viu na TV, soube que era um novelista famoso, Yuki Eiri. Sem pensar duas vezes foi atrás de Yuki. Com um beijo iniciou-se esta comédia romântica shounen ai, onde Shuichi tenta conhecer mais sobre o homem que ama e ultrapassar obstáculos em sua carreira musical e Yuki que tenta esquecer de seu passado sombrio..

Além de “Gravitation”, outros animês diversos foram criados para expor os conflitos e relações de um homossexual, fator que incidiu a criação de salas temáticas Yaoi em eventos e reuniões de animê e mangá. Atualmente, a Sala Yaoi corresponde a uma parcela opinativa e considerável entre o público que freqüenta eventos como o Anime Friends, por exemplo. A sala funciona como um ponto de encontro entre fãs de Yaoi, além de expor desenhos e histórias escritas por fãs.

Com o aumento do fator relevância do Yaoi, começou-se a observar uma incidência maior de personagens homossexuais em títulos não-yaois. Pouco a pouco, os personagens gays foram deixando o secundarismo para funcionar como personagens essenciais na composição do animê. É o caso de Benimaru Nikaido (imagem ao lado), de “King of Fighters”, lutador gay que integra o “Time Japão”, equipe de protagonistas do game e da série animada.

Já em “Sailor Moon“, os vilões tremeram quando duas garotas surgiram para integrar o time da Sailors. Haruka e Michiru são duas garotas fechadas e não costumam ser vistas com as outras. São, respectivamente, Sailor Urano e Sailor Netuno, duas lutadoras exímias, e que, além de parceiras de combate, são um casal. Eu não mexeria com elas se fosse você, Haruka não poupa seus inimigos com os terremotos de Urano, e a doce Michiru não mede força com os maremotos de Netuno.

Ainda no Japão contemporâneo, encontramos os simpáticos Touiya e Yukito, dois colegas de sala que não escondem o companheirismo que vai muito além da amizade. O amor de Touiya o faz sacrificar seu poder mágico para salvar Yukito, em uma das cenas mais lindas de “Sakura Card Captors”.

Os fãs de “Samurai X” pararam quando a mortífera assassina Kamatari revelou ser um homem! A cena em que Kamatari revela ser um homem foi censurada no Brasil, que optou por uma dublagem genuinamente feminina, omitindo a sexualidade da personagem. O mangá da série prossegue com a idéia original, assim como o animê japonês. Kamatari é considerada a deusa da foice, e não vamos nos referir a ela no masculino, gostamos de nossas cabeças.

Outro vilão carismático que marcou presença por ser gay, foi Jakostsu, um dos integrantes do Exército dos Sete e vilão da série “InuYasha”. Jakostsu não temia seus inimigos e não tinha medo algum de comentar a beleza dos homens que matava. A dublagem brasileira incorporou o espírito do personagem e deu aos fãs de “InuYasha” bons momentos, além de tensos combates!

Outros personagens causaram polêmica ao longo do universo das animações, como o russo Zangief, de “Street Fighter”, mas nada se equipa a um trio que desperta dúvidas nos fãs de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, desde que a série foi lançada. Afrodite de Peixes, Misty de Lagarto e Shun de Andrômeda têm três coisas em comum: São insuperáveis em combate, são considerados os mais belos cavaleiros e são bem femininos, em relação aos demais. O primeiro é o guardião da Casa de Peixes e lembrado por ser narcisista e por usar ataques com rosas. O segundo não admite ser tocado, pois é apaixonado pelo próprio corpo. O terceiro odeia combates, mas tem um poder secreto sem igual.

A polêmica é um ponto discutido até hoje pelos fãs da série, principalmente no que se trata de Shun. Em um dos episódios, Hyoga de Cisne é congelado por Kamus de Aquário, mas é salvo com o calor do cosmo de Shun, que se debruça sobre ele e o aquece.


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