
Olá lindinhos, tudo bem? Estava com saudades de vocês. Ando meio preguiçosa para escrever.
Em maio, eu estava assistindo ao “Programa do Jô” e tinha como convidado um veterano corredor de carros. Acho até que foi um dos primeiros na categoria profissional, juntamente com os irmãos Fittipaldi.
Foi uma grande surpresa para mim. Eu o conheci a uns 50 (cinqüenta!!!!) anos.
Quando eu tinha 14 anos fui trabalhar em uma gráfica chamada Gráfica Irmãos Clemente. Foi meu primeiro emprego. Lembro-me que tinha um senhorzinho, que era o “Dono” da gráfica e seus filhos. Acho que eram dois. Um deles chamava-se Sr Joãozinho. Eles estavam todos os dias na Empresa.
Esse Sr. João tinha um filho, de mais ou menos uns 20 anos, se chamava Bird Clemente (nem sei se é assim que se escreve) e às vezes esse rapaz aparecia por lá.
Os funcionários mais antigos comentavam que ele era piloto de carro de corrida. Nunca o vi conversando com alguém.
Fiquei nessa empresa por três anos e nunca mais soube dessa empresa e muito menos da família que era sua proprietária.
Pois é, esse convidade do Jô Soares era esse rapaz. Meu Deus! Que coisa engraçada.
Depois de tanto tempo a gente ver alguém que se conheceu e nem lembrava mais que existia
Mas vocês imaginam a memória voltar 50 anos??? Acho que estou até bem, não é mesmo (risos)…
Sobre a colunista: Ida Telhada é jornalista, assessora de imprensa, e tem 66 anos de idade e 36 de carreira.
Oi meus lindinhos! 
Hoje eu estava lendo a revista da Magali, número 26, da Turma da Mônica (editoria Panini), e na primeira historia, a personagem Denise está ouvindo uma conversa entre suas amigas Mônica e da Magali e para disfarçar ela fala de uma árvore que é “maravilhosa”, abraça e cheira a árvore (imagem logo abaixo)… Enfim, lembrei-me de um assunto muito parecido com essa historinha!

Eu fui pegar o trem na estação Imperatriz Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo, com destino a estação de metrô Barra Funda, também na Zona Oeste.
Nesse momento o “bilheteiro” me perguntou algo, através do vidro, que não entendi. Como eu não conseguia falar de tão cansada, apontei o meu ouvido dizendo, com aquele gesto, eu queria dizer que eu não tinha entendido nada do que ele perguntou.
Só depois que eu estava sentada dentro do trem que eu me toquei o que ocorreu. O funcionário da CPTM (empresa que controla os trens de São Paulo) pensou que eu era uma deficiente, surda-muda, e me deu gratuidade.
Nós éramos tão “tontos” que a gente pulava junto com o Sonic, o porco-espinho. Quando jogávamos e ele tinha que pular os abismos nós saltávamos juntos, como se aquele movimento da mão no joystick fosse fazê-lo pular mais alto. Será que estávamos prevendo o Wii?
Ah! Também achei, em um brechó, um terno bem legal – todo roxo – que serviu direitinho para o personagem “Coringa” (veja na foto ao lado, tirada pelo meu amigo Peter do Otaku Brasil). 






