21
jan
2010
1

Caio volta a aparecer na “Revista da Tina”

Caio, de camiseta verdade à esquerda

Em novembro do ano passado, a “Revista da Tina”, número 6, trouxe o primeiro personagem (aparentemente) gay da “Turma da Mônica”: Caio.

Como você leu em primeira mão aqui no Cultureba, o personagem foi apresentado como o melhor amigo da protagonista Tina e insinuou que poderia estar namorando outro rapaz.

Pois agora Caio voltou. Na “Revista da Tina”, número 8 (que apesar de ser datada como sendo do mês de dezembro, saiu só em janeiro de 2010), ele aparece novamente – duas edições depois da estreia – como um mero figurante.

Na “edição especial de Natal”, Tina organiza um bazar e precisa da ajuda de seus colegas cedendo coisas velhas para venderem.

Aparecem colaborando no projeto até mesmo rivais da protagonista, como seu ex-namorado Jaime e sua arquirrival Rúbia.

No entanto, Caio, que foi apresentado como ‘melhor amigo’ de Tina, aparece apenas fazendo uma ‘pontinha’ na história, comprando um despertador de Jaime. Que melhor amigo é este que nem ajuda na organização?

Seja como for, é bom ver que a equipe de Mauricio de Sousa não esqueceu completamente o personagem. Fora isto, a revista está ótima e merece uma conferida, mesmo que o Natal já tenha passado.


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16
jan
2010
0

Homenagens para dona Zilda Arns

A doutora Zilda Arns, 75 anos, faleceu no terrível terremoto que atingiu o Haiti na última terça. A coordenadora internacional da Pastoral da Criança, três vezes indicada ao prêmio Nobel da Paz, foi lindamente homenageada por dois talentosos artistas.

Mauricio de Sousa postou a imagem acima em seu Twitter, enquanto Mauricio Ricardo fez uma linda charge, que você pode assistir abaixo.


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15
jan
2010
1

Flashback cultural: Cinema Nacional – Relembre os melhores filmes brasileiros dos anos 1980

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Os Saltimbancos Trapalhões

A Idade da Terra – Glauber Rocha (1980)
A última produção da cinematografia de Glauber Rocha – o maior diretor do chamado “Cinema Novo”. A trilha sonora do filme passeia por todos os ritmos genuinamente brasileiros, como o forró e o samba, além dos batuques de Candomblé e do piano tenso. O filme se dispõe a retratar o Brasil, seu jogo político e as diversas implicações de sua mistura de raças e culturas. E por isto apresenta quatro tipos diferentes de “Cristos”: o negro, o militar, o índio e o guerreiro. Realmente um filme difícil, ótimo para quem adora produções de arte, mas também uma grande curiosidade para quem quer ver o autentico samba carioca presente no cinema nacional da década de 1980.

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

Super Xuxa

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Ópera do Malandro – Ruy Guerra (1986)
Considerado o maior musical já criado no Brasil, a história da malandragem carioca foi levada para as telonas com direção de Ruy Guerra e músicas compostas por Chico Buarque. Para completar, o longa “Ópera do Malandro” conta com um elenco de peso, com nomes como Edson Celulari, Cláudia Ohana, Elba Ramalho e Ney Latorraca. As coreografias são do dançarino Carlinhos de Jesus.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

Turma da Mônica

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Você acha que faltou alguma produção? Escreva pra gente e comente! Partcipe!


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18
nov
2009
2

Turma da Mônica Jovem ganha versão em cores

O trabalho dos estúdios Mauricio de Sousa continua melhorando a cada dia. Hoje (18), a editora Panini lançou “Turma da Mônica Jovem – Especial em Cores”. Com uma trama que começa e termina na mesma edição, a HQ em formato americano é um prato cheio pra quem curto as aventuras da turminha em versão adolescente. A história está em um ritmo acelerado, com muito mistério e bom humor. A trama “O Segredo do Acampamento”, leva a assinatura da ótima redatora Petra Leão, que já vem assinando roteiros da “Turma da Mônica Jovem – Mangá”. Não perca!


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13
nov
2009
24

Na Revista da Tina surge Caio, o primeiro personagem (aparentemente) gay de Mauricio de Sousa

A revista “Tina”, número 6 (editora Panini), trás uma surpresa para os fãs de Mauricio de Sousa. O primeiro personagem gay da grande leva de criações dos estúdios do artista.

Na história de capa, “O Triângulo da Confusão”, somos apresentados a Caio, um rapaz sem trejeitos ou clichês de um homossexual, mas que assume no final da história ter um “compromisso” (aparentemente) com outro rapaz, que por sinal é amigo de Zecão (namorado de Pipa, melhor amiga da Tina).

A história ainda conta com um discurso da Tina contra preconceito (não exatamente com a sexualidade das pessoas, mas de modo geral) e a apresentação de que Caio é o melhor amigo da moça, “como se fosse um irmão”, indicando um possível retorno do personagem.

A personagem Tina foi criada como irmã de Toneco, amiguinho da “Turma da Mônica”, mas aos poucos ela foi destacando-se, ganhou histórias próprias, almanaque e atualmente uma revista com tramas mais adultas.

Em entrevista exclusiva, realizada no final do ano passado, que teve trechos publicados nas revistas Neo Tokyo e Mundo OK, além dos blogs Cultureba e Trash 80’s; Mauricio já adiantou que um “choque de realidade” poderia ocorrer na revista da Tina, confira:

As histórias ficaram mais realistas recentemente, e o Xaveco ganhou uma participação maior com a separação dos pais dele, este tema é um tema que já estava pra ser abordado faz tempo? Afinal é delicado, não?
MS: Sim, é delicado, é algo que pensei bastante e decidi colocar, pois algumas crianças, alguns leitores, colocavam “nossa a turma da Monica mora num universo, numa cidade, onde tudo é certinho, fora do normal, ninguém se divorcia, ninguém se separa” e me manquei que realmente faltava um pouco de realidade, então optei pelo Xaveco.

E recentemente teve um choque de realidade também com a morte do bichinho de estimação do Xaveco. Mas era um tabu a morte nas historinhas não é?
MS: Então, vivo com esta realidade também, não é? Morreu uma chinchila lá em casa e foi uma choradeira, morreu um cachorrinho também, foi uma choradeira… É um assunto pertinente, que acontece na vida. E não era tabu, é tabu ainda, mas eu quero enfrentar um pouquinho isto daí, e ainda vou fazer algumas coisas neste sentido. É que como nós temos vários roteiristas trabalhando, temos uma seqüência de histórias, e que são feitas com meses de antecedência. Um plano destes, um plano mórbido destes, tem que ser muito bem planejado, pro pessoal desligar a máquina de respiração ao mesmo tempo em todas as pranchetas, em todas as mesas. Dá um pouco de trabalho técnico aqui pro estúdio você mandar um personagem pra terra do Penadinho. E a chinchila do Xaveco morreu, porque as minhas morreram e foi muito triste lá em casa, até pra mim. Tão bonitinhas, delicadinhas, brincavam na sala, a gente soltava e ficavam pulando pra lá e pra cá.

A Turma da Tina ganhou destaque recentemente com revistas próprias e Almanaques. Ela foi uma das personagens que mais evoluíram, indo até parar na faculdade. E os fãs pedem no Orkut tramas mais adultas pra ela, existem planos uma revista com histórias falando de campanhas contra drogas, sexo seguro ou mesmo contra o preconceito homossexual com algum personagem gay amigo dela?
MS: Com a Tina nós vamos sofrer um “upgrade”, por causa da turma da Mônica Jovem. Ela vai ficar mais adulta realmente e tratar de assuntos mais adultos. Estamos estudando isto neste momento.

Então existe a possibilidade dos pedidos dos fãs por tramas mais adultas para ela e sua turma serem atendidos? Existe alguma data pra isto ocorrer?
MS: Olha não é só a pedido dos fãs, isto também, mas é a realidade, é a vida vivida, você tem que fazer alguma coisa com o que você está vivendo, senão você não está falando com a comunidade. Mas não temos data pra isto, veremos depois de terminarmos o projeto Mônica Jovem, já que estamos ainda acertando os ponteiros, principalmente na produção, pois é dureza fazer 120 páginas com aquele requinte todo, além de tudo que nós fazíamos, que já era uma calamidade. Então, estou contratando gente, aumentando nosso poderio de fogo aqui, contratando roteiristas. Acabando esta fase, que deve durar mais um mês e meio, nós vamos pensar em cima do novo projeto Tina.

Novidades: A nota sobre o possível personagem gay (ou bissexual, como agora foi declarado) também foi notícia no jornal Folha de São Paulo, que trouxe declarações da assessoria do autor Mauricio de Sousa sobre o assunto. Leia mais AQUI sobre o que foi divulgado.

Vale destacar que a revista “Tina” visa atingir um público mais adulto e não as crianças dos gibis tradicionais da “Turma da Mônica”. Comprem a publicação antes de julgarem e leiam antes de comentar. Sim, valerá a pena o investimento.


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24
set
2009
1

50 anos: Mauricio de Sousa lança coleção de livros

Nesta Bienal do livro do Rio de Janeiro, o grande roteirista e desenhista Mauricio de Sousa presenteou os seus milhares de fãs com onze lançamentos imperdíveis. Pela editora Girassol sai “Turma da Mônica – Lendas Brasileiras” que acompanha um CD com narração do Mauricio sobre o tema da obra.

Já pela Melhoramentos são dez livrinhos comemorando os 50 anos de carreira do autor, com algumas das melhores histórias já lançadas da turminha. E tem espaço pra todos, já que além de livros envolvendo Mônica, Magali, Cascão e Cebolinha; também tem temáticos com Papa-Capim, Bidu, Astronauta, Anjinho, Penadinho, Horácio e Jotalhão. Pra ficar completo só faltou mesmo um protagonizado pelo Piteco e um pela Tina.

Confira abaixo as capas das novas publicações:


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20
set
2009
2

Lançamento: Turma da Mônica estrela Cinegibi 4

DVD do "Cinegibi 4" com o selo "Maurício 50 anos" na capa

Em agosto chegou às bancas brasileira o especial “Cinegibi 3” com as historinhas do terceiro longa metragem da série “Cinegibi”, estrelada pela Turma da Mônica.

O lançamento dos quadrinhos oficial chegaram mais de um ano depois do lançamento do filme em DVD, mas nem por isto tiram o mérito da produção, a melhor da trilogia até então, pela boa seleção de histórias e por não perder tempo com participações especial e se concentrar no que realmente importa, na turminha.

Mesmo assim “Cinegibi 3” ficou devendo por não apresentar mais personagens da turma do Limoeiro como os recém populares Xaveco e Denise, ou então, selecionar tramas mais antigas e fracas que as atuais. Agora, o lançamento do quarto longa da franquia pode mudar isto.

A Paramount Home Video está lançando em DVD no mês das crianças “Cinegibi 4”. Turminha está de volta em mais um super sucesso, cheio de planos infalíveis e muitas coelhadas em mais sete episódios, agora com o tema “Meninos e Meninas”. Confira abaixo as aventuras disponíveis:

01. Mônica, A Famosa
Para não apanhar da Mônica (de novo!), o Cascão resolve ajudá-la a conquistar o Fabinho. A ideia é convencê-lo a ir até sua casa assistir ao programa da mais famosa atriz da TV – a Mônica! Só que a sirigaita da Carminha Frufru também
vai e essa história tão romântica, não sei não… pode virar a maior confusão!

02. Venha A Minha Festinha
Ooba!! É aniversário da Mônica! Tem bolo, humm… Tem brigadeiro, humm…Tem boneca… Epa! Boneca?! Olha só, cada convidado precisa levar sua própria boneca! Então, vamos ver como o Cebolinha e o Cascão contornam essa delicada situação…

03. Brincando De Boneca
Magali está brincando sozinha em casa quando o Cascão entra correndo, apavorado, fugindo da chuva. Então ela o “convence” a participar da brincadeira também. Mas esperaí! Brincar de boneca não é coisa de menina??? Veja como o “Capitão Refugo” – isto é, o Cascão – enfrenta mais essa “missão perigosa”!

04. Os Brincos Novos Que A Mamãe Comprou
Mônica e Magali estão brincando de maquiagem, quando a Mônica deixa cair os brincos novinhos de sua mãe no ralo da pia! E agora? Para recuperá-los antes que a mamãe volte, somente um menino com cinco fios de cabelo poderá ajudá-las! Quem será, hein? Veja rápido, antes que todos entrem pelo cano!

05. Os Cinco Fios Mágicos
Uma fada esquisita concede ao Cebolinha cinco desejos – um para cada fio de cabelo que ele arrancar. O que será que ele vai pedir, hein? A esta altura, você já está careca de saber. E ele, mais ainda!!

06. A Nova Babá
Enquanto os pais do Cebolinha saem, Xabéu – a irmã mais velha do Xaveco – vai tomar conta dele. Mas o Cascão também está por lá e não é que os dois se “apaixonam” por ela? Ah, esses meninos, viu? Quem vai conquistar o coração da jovem Xabeuzinha? Cascão ou Cebolinha?

07. A Minhoca Encantada
Mônica encontra uma minhoca falante que diz ser um príncipe encantado. Ele só voltará ao normal com um beijo beeem romântico! Claro que a Mônica quer muito virar princesa, mas… ai, que nojo!

Serviço: “Cinegibi 4 – Meninos e Meninas”
Preço médio: R$ 19,90
Gêneros: INFANTIL
Região: 4
Ano de Lançamento: 2009
Distribuidora: Paramount Home Video
Duração: 73 minutos
País/Ano de Produção: BRASIL / 2009
Faixa Etária: Livre
Áudio: Português Dolby Digital 2.0, Português Dolby Digital 5.1
Idioma: Português
Legenda: Português (com linguagem para deficientes auditivos)
Extras: Não Disponível


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11
set
2009
0

Especial: Bidu ganha aventura em estilo mangá

Bidu 50 AnosO Bidu, da Turma da Mônica, completou 50 anos de criação e vai ganhar uma edição especial pela Panini, com a reedição das melhores histórias do cãozinho da década de 60 até hoje. Uma curiosidade é que a capa do volume mantém a mesma tirada da primeira capa da revistinha do Bidu.

Além da reedição de histórias, a edição trará duas surpresas imperdíveis: uma história inédita com o cãozinho baseado no estilo mangá e uma republicação do primeiro volume original do gibi do Bidu no mesmo formato que foi originalmente lançado.

(via Anime Pró)


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