
“Não fico nem um pouco à vontade atuando sem roupa. Já fui convidada para fazer trabalhos em cinema, no Brasil e no exterior, que recusei por conta disso, achei apelativo. A nudez não pode ser maior que a história.”
(Cristiana Oliveira, 44, participou de onze novelas e está no ar novamente como Juma, na reprise de Pantanal. Posou nua para revista masculina)
O destaque da Veja desta semana é uma reportagem motivada pela reação inesperada, talvez, de alguns atores e atrizes contra as cenas de nudez nas novelas e nos filmes brasileiros. Quando a nudez é aceitável? Quando ela é ofensiva? E quem decide isso? Quem a exibe ou quem a vê?.
A reportagem faz uma varredura cultural e histórica sobre essas questões, com conclusões surpreendentes — entre elas, a de que o puritanismo não segue uma linha evolutiva, digamos, de mais para menos roupa, de menor para maior permissividade. Não. Cada cultura em cada era tem sua etiqueta e suas formalidades.
De fato, uma ótima matéria, para ler clique AQUI. Destaque para o novo filme de Reynaldo Gianecchini, “Entre Lençois” (foto abaixo).

“Não acho que essa cor vistosa, que é a nudez, possa ser retirada da nossa palheta. Eu passei por constrangimentos ao longo da minha carreira e muitas vezes estava vestida”
(Maitê Proença, 50, protagonizou vinte filmes e dois ensaios de capa para revista masculina)

“Quando uma cena de sexo é malfeita, quem está nu fica muito mais exposto. Eu mesma, no cinema, já fiz algumas que não gostaria de ter feito. Mas o nosso lado sensual precisa ser mostrado, é natural do ser humano.”
(Claudia Ohana, 45, trabalhou em treze filmes, treze novelas e posou duas vezes nua)