29
Apr
2010
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Afastada das novelas, atriz Narjara Turetta se mantém na vida artística como dubladora!

Narjara Turetta em "Páginas da Vida"

Afastada das novelas, atriz Narjara Turetta se mantém na vida artística como dubladora. Recentemente Turetta participou da versão brasileira de “Gossip Girl – A Garota do Blog”.

Narjara iniciou a carreira ainda criança, na telenovela “Papai Coração” (1977), e no seriado “Malu Mulher” (1979), vivendo a filha de Regina Duarte.

Em 2006, ela retornou à TV, a convite de Jayme Monjardim para participar da novela “Páginas da Vida”, no papel de Inezita, a governanta de Tônia (Sônia Braga). Depois reapareceu em “Casos e Acasos” e “Sete Pecados”.

Mas ela pode ser vista com frequência no SBT, dublando séries americanas como “Cold Case – Arquivo Morto” (Tara Koslowisk), “Studio 60″ (Deb / Carrie/ Daphne), “Veronica Mars, A Jovem Espiã” (Angie Dahl), “Big Love – Amor Imenso” (Sally) e “The O.C. – Um Estranho no Paraíso” (Lisa Tucker).


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03
Apr
2010
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Buza Ferraz – Morre o ator que fez o primeiro personagem homossexual da Rede Globo

Buza Ferraz em "Páginas da Vida" - Divulgação / Globo

Morreu hoje (03) o ator Buza Ferraz, aos 59 anos, que viveu o primeiro personagem homossexual de uma novela da Globo. Em 1974, Ferraz viveu Cauê, que tinha um caso com Conrad Mahler (Ziembinski), na novela “O Rebu”, foi a primeira vez que a homossexualidade foi tratada de forma aberta na teledramaturgia brasileira.

O último papel de Buza Ferraz em uma novela da Rede Globo foi em “Páginas da Vida”, de 2006. A estreia na TV ocorreu na trama “Selva de Pedra” (1972), depois vieram papéis em “Brilhante”, “Pedra Sobre Pedra”, “Despedida de Solteiro”, “Kananga do Japão” e “História de Amor”.

Seu último trabalho foi como Heitor, no filme inédito “Elvis & Madona” (2008).


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26
Mar
2010
1

Gossip Fly: A banalização da AIDS na TV brasileira

Dourado

Em 1987, o tema “AIDS”, foi abordado pela primeira vez na teledramaturgia brasileira.

A novela “Corpo Santo” (de José Louzeiro, Cláudio MacDowell e Wilson Aguiar Filho) apresentava o polêmico tema com o clichê típico dos anos oitenta: “A AIDS é doença que afetava somente garotas de programa e homossexuais masculinos”.

Na novela da Rede Manchete, a prostituta Marina, interpretada por Eliane Narduchi, contraia o vírus HIV e torna-se portadora da síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA), em uma época em que a doença era sinônimo de “condenação à morte”.

Nos anos seguintes, a temática voltaria às telinhas de forma mais genérica.

Com a repercussão causada por celebridades infectadas (Cazuza e Renato Russo, por exemplo), a Rede Globo resolveu se posicionar e transmitiu a minissérie “O Portador”, onde o empresário Léo (Jayme Periard) contrai o vírus da Aids através de uma transfusão de sangue.

Mas um longo caminho foi percorrido até que “Malhação” deu um alerta importante para os jovens. Na sétima temporada da novela (2000 – escrita por Emanuel Jacobina, Andréa Maltarolli, Patrícia Moretzsohn e Ricardo Hofstetter), a jovem e bela Érica (Samara Felippo) contraiu a doença em uma relação sexual heterossexual. Mesmo contaminada, a adolescente levou a vida adiante e se casou com Touro (Roger Gobeth).

Roger Gobeth voltaria a trabalhar com o assunto na novela “Chamas da Vida”, (Record, escrita por Cristianne Fridman), onde viveu Guilherme, um rapaz 100% heterossexual, que torna-se soropositivo após dormir com diversas garotas desconhecidas, sem utilizar preservativos.

A própria Rede Globo arrumou maneiras diferentes de abordar o tema. Em “Sete Pecados” (de Walcyr Carrasco), a adolescente Gina (Carla Diaz), já nasceu contaminada com o vírus e esconde isto de seus colegas de escola. Já em “Queridos Amigos” (de Maria Adelaide Amaral), tivemos o primeiro homem contaminado em uma relação homossexual, o milionário Benny (Guilherme Webber).

Com tantos serviços bem prestados pela televisão brasileira, com alertas sobre a doença – especialmente por parte da Rede Globo -, é no mínimo estranho a “ignorância” que parece ter se instalado na TV nacional atualmente.

No Reality Show “Big Brother Brasil”, da Rede Globo, o participante Marcelo Dourado afirmou que um homem heterossexual – que nunca teve relações homossexuais – não tem como contrair a doença. A justificativa seria que esta informação equivocada lhe foi passada por uma estudante de medicina.

Será que Dourado não viu televisão estes anos todos? Será que um homem de quase quarenta anos nunca leu nenhuma matéria sobre o tema? Será que ele nunca viu uma das muitas campanhas do “Fique Sabendo” do Ministério da Saúde?

Talvez! Afinal, não podemos condenar alguém tão simplesmente e rapidamente o rapaz.

Mas o que se pode esperar de uma instituição como a Rede Globo diante desta situação?

Afinal trata-se de uma emissora que sempre alegou ter um compromisso social muito forte, fazer campanhas nobres em novelas (como doação de medula óssea) e ainda realizar anualmente o “Criança Esperança”.

Quando a cena foi exibida, o apresentador Pedro Bial não corrigiu as informações dadas por Dourado, apenas se limitou a dizer que o programa “não se responsabiliza pelas declarações de seus participantes” e recomendou um site para o telespectador pegar informações corretas.

Mas e quem não tem acesso fácil a internet? E quem tem preguiça de entrar no portal do Ministério da Saúde?

Mais ‘chocante’ que tudo isto, foram as notícias de que a direção do programa teria corrigido, na ocasião, as informações meio que “a contra gosto”.

Agora, o Ministério Público solicitou que à Justiça obrigue a Rede Globo veicular esclarecimentos sobre o vírus da AIDS antes do final do “BBB 10”, na próxima terça-feira (30). A solicitação foi encaminhada na última terça (23) à Justiça Federal de São Paulo. O órgão ainda exige que os esclarecimentos sobre o vírus HIV durem o dobro do tempo da afirmação de Dourado, já que o Ministério Público acredita que a emissora prestou um desserviço para a prevenção da doença.

Mas, se toda esta polêmica estivesse envolvendo somente o “BBB” poderia ser justificável, afinal trata-se de um ‘reality show’, onde os participantes mostram todos os seus lados: a ignorância, o racismo, a homofobia e tantos outros preconceitos, e falta de conhecimentos, típicos de boa parte dos brasileiros.

Revoltante está sendo a maneira como as relações sexuais estão sendo banalizadas na novela “Viver a Vida”.

Manoel Carlos é um grande autor, um cronista da vida cotidiana. Maneco entende muito bem a realidade dos soropositivos (teve um filho que faleceu em decorrência da doença) e fez um lindo trabalho sobre o preconceito que pacientes com a doença sofrem em hospitais católicos na novela “Páginas da Vida”.

Mas em “Viver a Vida” parece que Maneco esqueceu de ‘pregar’ uma mensagem social em cima da doença. Dora (Giovanna Antonelli) transou com dois homens praticamente “desconhecidos” para ela e agora está grávida.

Para piorar tudo, Dora não usou camisinha com nenhum deles e não sabe quem é o pai da criança. Como uma mulher que tem mais de 30 anos e é mãe de uma garotinha de oito anos, pode ser tão irresponsável?

Agora vem a parte mais complicada. Segundo a revista Minha Novela, desta semana, o ‘pseudo-vilão’ Jorge (Mateus Solano) vai engravidar a garota de programa Myrna (Aline Fanju).

Será que um homem tão estudado como ele (que é arquiteto), nunca pensou que devemos usar preservativo em uma relação sexual? Será que o clichê da “Garota de Programa como grupo de risco” terá que voltar a ser discutido? Será que a novela “Corpo Santo” precisa ser reprisada?

A falta de responsabilidade em nossas novelas é assustadora e perturbadora, ainda mais com a quantidade de gente que anuncia na internet ser favorável à pratica do “Barebacking” (sexo sem camisinha / ’sem borracha’).

Será que Jorge pensa como Marcelo Dourado, ou seja, que homens heteros não são contaminados com o vírus da AIDS?

Não sei afirmar. O que sei é que todos os participantes do ‘reality show’ deveriam ter uma aula sobre o tema.

No quarto branco, Serginho afirmou que faz sexo oral sem camisinha (o que também pode gerar a contaminação). Na sequência, Angélica argumentou que – por ser lésbica – não contraí a doença, outro engano.

Seja em um ‘reality show’ ou em uma ‘novela’, as redes de TV precisam pensar urgentemente encontrar uma forma de passar mensagens mais esclarecedoras sobre o delicado tema, afinal o número de mulheres e idosos heterossexuais contaminados com o HIV aumenta assustadoramente a cada dia.

Fica a dica: Proteja sua vida e de quem você gosta (ou sente tesão). Faça o que quiser da sua vida fora da televisão, mas faça com camisinha.

Dora em "Viver a Vida" - Relações de Risco


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08
Aug
2009
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Noite: As drags invadem (novamente) Hollywood

Blue Space

Não, este não é um post para falar sobre “A Gaiola das Loucas”. É que hoje e amanhã, como ocorre todos os anos no mês de agosto, rola o especial “Uma Noite em Hollywood” da casa de shows Blue Space, em São Paulo.

A casa faz neste final de semana uma “homenagem” ao cinema americano com shows de diversas drags parodiando filmes de sucesso de Hollywood.

A festa é tão especial e digna de nota, pois é uma das únicas datas do ano onde pode se ver um grande show de drags, bem no estilo do que ocorre nas grandes casas de shows americanas.

Serviço: Blue Space
Data: 08 e 09 de agosto de 2009
R. Brigadeiro Galvão, 723 – Barra Funda – São Paulo – SP
Tel: (11) 3666-1616

E como está para estrear a nova novela de Manoel Carlos veja um vídeo feito por algumas das Drags do “Uma Noite em Hollywood” na Blue Space em cima da novela “Páginas da Vida“, último sucesso do autor.


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12
Apr
2009
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Seu passado te condena: Fernanda Vasconcelos

Fernanda de Vasconcellos Galvez seu passado te condena! Explica-se a bela modelo e atriz Fernandinha Vasconcellos, ganhou fama na Rede Globo emendando papéis importantes em três novelas seguidas. Foi Tina, protagonista da temporada 2005/2006 de “Malhação”. Depois em 2006/2007 viveu a Nanda, fio condutor de “Páginas da Vida” e por fim, em 2007/2008 foi Laura, filha de Letícia Sabatella em “Desejo Proibido”.

Mas antes de todo este sucesso, glamuor, fama e até mesmo ensaio fotográfico para a revista VIP; Vasconcellos começou sua carreira artística como figurante do SBT. Sim, a primeira aparição da atriz global foi como dançarina e assistente de palco dos programas “Fantasia” e “Domingo Legal”, com o Gugu. E então… Isto sim não vale a pena ver de novo?


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24
Feb
2009
5

Gloria Perez não terá gays em “Caminho das Índias”

A tradição de personagens homossexuais em novelas das oito (ou da nove) da Rede Globo parece ter chegado ao fim. Desde 17 de fevereiro de 2003 quando estreou “Mulheres Apaixonadas” (atualmente reprisada em “Vale a Pena Ver de Novo”), toda trama Global deste horário teve pelo menos um personagem representando a comunidade homossexual. Foram no total seis anos e nove novelas seguidas trazendo gays, lésbicas e bissexuais no horário mais nobre da televisão brasileira, com o maior Ibope do país.

Gloria Perez (foto), autora da atual trama do horário, “Caminho das Índias”, afirmou que deve acabar com esta tradição respondendo a um leitor da revista Minha Novela, na coluna “Converse com a Autora”. Vagner de Araraquara (SP) perguntou: “Você tratará, em sua trama, temas como homossexualismo? Já imaginou um dos indianos homossexual apaixonado por um brasileiro?

A autora de “Caminho das Índias”, Gloria Perez, então respondeu:Obrigada pelas palavras carinhosas. Sobre o homossexualismo, Vagner, já abordamos o tema em ‘América’ e acho que há assuntos novos para esta novela. Mas tenho certeza que você vai adorar cada pedacinho da nossa história. Um beijo grande”.

Confira abaixo quais foram as nove novelas das oito consecutivas a abordarem o tema homossexualidade no horário nobre da Rede Globo nos últimos seis anos.

Mulheres Apaixonadas (Manoel Carlos – 2003)
Clara Rezende (Aline Moraes) e Rafaela Godoy (Paula Picarelli) formavam um jovem casal lésbico que se apaixonam enquanto cursam o terceiro colegial, enfrentando o preconceito de colegas do Ensino Médio e dos pais de Clara, mas acabam felizes e juntas no final quando Clara completa a maioridade e termina os estudos. Existia ainda na trama Eugênio (Sylvio Meanda), o secretário/mordomo/amigo gay e ‘assexuado’ da milionária Estela de Azevedo Franco (Lavínia Vlasak).

Celebridade (Gilberto Braga – 2003)
Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu) não media esforços para conseguir o que queria. E no seu rumo ao sucesso e ao dinheiro ela encontrou pelo caminho a rica lésbica Dora Lima (Renata Sorrah). Como resultado, Laura não exitou em ir pra cama com a ricaça para conseguir um contrato milionário.

Senhora do Destino (Aguinaldo Silva – 2004)
Dois casais gays pontuaram a trama que começa a ser reprisa segunda-feira no “Vale a Pena Ver de Novo”. A médica Eleonora Ferreira da Silva (Mylla Christie) começou um namoro com a milionária Jennifer Improtta (Bárbara Borges) para desespero dos pais de ambas, mas no final elas se casaram e adotaram um menino. Já o carnavalesco Ubiracy (Luiz Henrique Nogueira) vivia sempre brigando com Turcão (Marco Villela), que vivia traindo ele com uma mulher da periferia, mas no final eles acabaram juntos.

América (Glória Perez – 2005)
A trama mostrou a dificuldade do jovem Júnior (Bruno Gagliasso) assumir sua homossexualidade perante sua mãe e seus amigos em um ambiente tipicamente rural, onde esperavam que ele se tornasse um grande caubói. Foi neste local que ele conheceu o peão Zeca (Erom Cordeiro) e se apaixonou.

Belíssima (Sílvio de Abreu – 2005)
A trama permaneceu com seus personagens homossexuais no armário até as últimas semanas. Karen (Mônica Torres) não possuía namorados e muitos achavam que ela podia ser lésbica, a confirmação veio quando ela terminou a novela ao lado da sua sócia Rebeca Cavalcanti (Carolina Ferraz), que se descobriu bissexual após se desiludida por vários homens. Já “Gigi” Falcão (Pedro Paulo Rangel) sempre esteve envolvido com mulheres no passado, mas se revelou ‘bi’ no último capítulo ficando com um dos bailarinos do musical que produziu.

Páginas da Vida (Manoel Carlos – 2006)
O médico Rubinho (Fernando Eiras) já surge na trama vivendo um longo e feliz casamento com outro homem, o músico Marcelo Nascimento (Thiago Picchi). Todos sabem da situação sexual dos dois e os respeitam. Eles lidam com muita seriedade com sua forma de vida e terminam a trama virando pais, adotando a criança de sua empregada doméstica. Outro destaque foram os depoimentos reais de homossexuais exibidos ao final de alguns capítulos.

Paraíso Tropical (Gilberto Braga e Ricardo Linhares – 2007)
Novamente surge um casal já formado e bem resolvido na trama, o gerente de hotel Lucas Aboim (Rodrigo Veronese) é casado com o recepcionista Tiago Batista (Sérgio Abreu) e ambos moram juntos, sendo que no trabalho todos sabem da relação de ambos. Diferente deles vivia o homossexual Hugo (Marcelo Laham) que inventou um casamento falso com a vilã Taís (Alessandra Negrini) para esconder dos pais seu namoro com o jovem Felipe (Miguel Kelner). Mais pra frente conhecemos Carolina (Rogéria), uma transexual extremamente final e educada, que é amiga de Virginia (Yoná Magalhães) e escandalizou Iracema (Daisy Lúcidi).

Duas Caras (Aguinaldo Silva – 2007)
Bernardinho (Thiago Mendonça) teve dificuldades de ser aceito como homossexual pelo pai e pela madrasta, mas encontrou conforto com a amiga Dália (Leona Cavalli). Mas Heraldo (Alexandre Slavieiro) também se apaixonou por Dália e assim eles passaram a viver um caso a três e dormirem na mesma cama. Enquanto Bernardinho passava a se envolver com Dália, Heraldo passava a aceitar os carinhos do amigo. Mas surgiu na história o bissexual Carlão (Lugui Palhares), que após enganar Bernardinho, se apaixonou pelo rapaz e ambos acabaram se casando no final da história, registrando em cartório sua união. Ainda existia a trama do falso gay Jojô (Wilson dos Santos), que na verdade era casado com Eunice (Gottsha), mas escondia isto, porque tinha vergonha de dizer que era hétero.

A Favorita (João Emanuel Carneiro – 2008)
Maria do Céu (Deborah Secco) terminou a novela com o bissexual Orlandinho (Iran Malfitano), que tinha se casado com ela apenas por interesse, mas na verdade era apaixonado pelo amigo Halley (Cauã Reymond). Descobrimos depois que a mesma confusão sexual já tinha ocorrido com o pai de Orlandinho, seu Darcy (Luiz Bacelli). Em uma outra trama conhecemos Stela (Paula Burlamaqui) que já foi casada por muitos anos com outra mulher, e que juntas criaram um filho chamado Gabriel (Bruno Bezerra). A bondade e carinho de Stela conquistaram Catarina (Lilia Cabral), deixando em aberto se ela terá uma relação lésbica com a amiga no futuro.

Os melhores momentos dos dez últimos anos de casais gays no horário nobre da teledramaturgia brasileira


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30
Nov
2008
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Teu passado te condena: Fernanda Vasconcellos

Fernanda Vasconcellos é hoje em dia uma atriz do primeiro time da Rede Globo. Virou estrela como a “fantasminha” Nanda de “Páginas da Vida” e chegou a protagonizar um ano de “Malhação” e a novela “Desejo Proibido”.

Mas Fernandinha tem seu lado negro, já foi uma das dançarinas sem roupa do programa “Domingo Legal” de Gugu Liberato. É… Naquele tempo ela não usava roupas de época e nem mantinha de espiríto.


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