
O Livro “Super-Heróis nos Desenhos Animados”, novo lançamento da Editora Europa, traz resenhas, curiosidades, fichas técnicas e mais de 1.400 imagens de animações, geralmente inspiradas em personagens dos quadrinhos.
Como diz o release oficial, É difícil imaginar um adulto que não tenha passado algumas boas horas da infância assistindo a desenhos animados na TV. Da ampla variedade de gêneros que esta forma de entretenimento produziu no último século, há um que se destaca – muito provavelmente pela simbiose com outras manias infantis como quadrinhos e álbuns de figurinhas: os super-heróis.
Foi este “recorte” que o jornalista e crítico de cinema André Morelli aplicou no mais recente lançamento da Editora Europa, “Super-Heróis nos Desenhos Animados” (164 páginas, R$ 49,90). O livro reúne resenhas, curiosidades e fichas técnicas de 200 animações, desde o Superman produzido pelos irmãos Fleischer nos anos 40 – a única produção para cinema incluída na obra – até o recente Batman: Os Bravos e os Destemidos, exibido atualmente pelo canal Cartoon Network.
“Seria impossível escrever sobre um assunto tão amplo sem definir critérios. O foco são os super-heróis, tanto os adaptados de outras mídias quanto os criados diretamente para os desenhos animados”, comenta Morelli. O autor destaca que séries clássicas como Johnny Quest não foram esquecidas; os longas-metragens ou produções lançadas diretamente em DVD, porém, ficaram de fora.
Super-Heróis nos Desenhos Animados é ilustrado com mais de 1.400 imagens, selecionadas de um total de 18 mil. Morelli diz que perdeu a conta de quantos desenhos precisou assistir para chegar ao resultado final. “Quando era garoto, tentei catalogar todos os desenhos que assistia. Desisti da contagem quando cheguei a 500 e, hoje, continuo acompanhando as novidades”.
Este é o segundo lançamento da coleção Biblioteca Mundo dos Super-Heróis. O anterior foi Super-Heróis no Cinema e nos Longas-Metragens de TV, uma compilação de 150 adaptações de quadrinhos para o cinema, também escrita por André Morelli.
“O autor seguiu nosso processo habitual: passou o último ano revendo desenhos que marcaram sua infância e descobrindo outros. Na empreitada, garimpou fatos curiosos, resumiu tramas, organizou datas, quantificou episódios e creditou estúdios”, conta Manoel de Souza, editor dos dois livros da coleção e da revista Mundo dos Super-Heróis, com a qual Morelli colabora regularmente.