19
Apr
2010
1

Livro reúne 200 Desenhos Animados de Super-Heróis

Imagem interna do livro 100% colorido

O Livro “Super-Heróis nos Desenhos Animados”, novo lançamento da Editora Europa, traz resenhas, curiosidades, fichas técnicas e mais de 1.400 imagens de animações, geralmente inspiradas em personagens dos quadrinhos.

Como diz o release oficial, É difícil imaginar um adulto que não tenha passado algumas boas horas da infância assistindo a desenhos animados na TV. Da ampla variedade de gêneros que esta forma de entretenimento produziu no último século, há um que se destaca – muito provavelmente pela simbiose com outras manias infantis como quadrinhos e álbuns de figurinhas: os super-heróis.

Foi este “recorte” que o jornalista e crítico de cinema André Morelli aplicou no mais recente lançamento da Editora Europa, “Super-Heróis nos Desenhos Animados” (164 páginas, R$ 49,90). O livro reúne resenhas, curiosidades e fichas técnicas de 200 animações, desde o Superman produzido pelos irmãos Fleischer nos anos 40 – a única produção para cinema incluída na obra – até o recente Batman: Os Bravos e os Destemidos, exibido atualmente pelo canal Cartoon Network.

“Seria impossível escrever sobre um assunto tão amplo sem definir critérios. O foco são os super-heróis, tanto os adaptados de outras mídias quanto os criados diretamente para os desenhos animados”, comenta Morelli. O autor destaca que séries clássicas como Johnny Quest não foram esquecidas; os longas-metragens ou produções lançadas diretamente em DVD, porém, ficaram de fora.

Super-Heróis nos Desenhos Animados é ilustrado com mais de 1.400 imagens, selecionadas de um total de 18 mil. Morelli diz que perdeu a conta de quantos desenhos precisou assistir para chegar ao resultado final. “Quando era garoto, tentei catalogar todos os desenhos que assistia. Desisti da contagem quando cheguei a 500 e, hoje, continuo acompanhando as novidades”.

Este é o segundo lançamento da coleção Biblioteca Mundo dos Super-Heróis. O anterior foi Super-Heróis no Cinema e nos Longas-Metragens de TV, uma compilação de 150 adaptações de quadrinhos para o cinema, também escrita por André Morelli.

“O autor seguiu nosso processo habitual: passou o último ano revendo desenhos que marcaram sua infância e descobrindo outros. Na empreitada, garimpou fatos curiosos, resumiu tramas, organizou datas, quantificou episódios e creditou estúdios”, conta Manoel de Souza, editor dos dois livros da coleção e da revista Mundo dos Super-Heróis, com a qual Morelli colabora regularmente.


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30
Dec
2009
4

Super-heróis gays: Apolo e Meia-Noite (The Authority) & Hooded Justice e Capitão Metrópolis (Watchmen)

Os super-heróis homossexuais de "The Authority"

Apolo e Meia-Noite, são os dois heróis gays mais importantes dos quadrinhos e são de um grupo pouco conhecido: The Authority.

O heróis dos anos 1950 chamado Hooded JusticeO esquadrão é publicado pela DC Comics e pertencem ao universo Wildstorm. A série, criada por Warren Ellis e Bryan Hitch, apresenta heróis bem agressivos, que não esitam em eliminar adversários, matar ditadores, se envolver sem pudores em confusões internacionais e voltar-se contra o governo americano.

Os heróis são bem parecidos com outros heróis do universo DC, ganhando o apelido de “alternativos” ou “genéricos”. O casal gay Apolo e Meia-Noite são, por exemplo, cópias de Superman e Batman respectivamente.

Os dois protagonizam o primeiro casamento gay dos quadrinhos, com direito a cerimônia e adoção de uma menina.

E já que estamos falando de universos alternativos de heróis clássicos, não podemos deixar de citar “Watchmen”, considerada a mais importante obra de quadrinhos de todos os tempos, que foi criada por Alan Moore em 1986 e que chegou aos cinemas em 2009.

Na trama, que também se inspira em heróis clássicos, temos Hooded Justice, herói que começou a atuar em 1938 e que desapareceu nos anos 1950.

Sabe-se que ele mantinha um caso secreto com um de seus colegas do grupo Minutemen, provavelmente o Capitão Metrópolis.


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13
Dec
2009
0

Super-Heróis Gays: Extraño (“Novos Guardiões”) e O Flautista (“The Flash”)

Extraño

O primeiro herói homossexual da DC Comics foi Extraño (também grafado como Estraño em algumas traduções) é exemplo claro de como não se deve retratar a homossexualidade nos quadrinhos.

Hartley RathawayCriado pelo roteirista Steve Englehart, faz parte da equipe Novos Guardiões, é um rapaz latino com todos os estereótipos atribuídos aos gays. O rapaz era espalhafatoso, exagerado, fútil e com falas repletas de clichês (similares as do personagem Danilo de “Os Mutantes” da Rede Record).

Extraño foi um grande embaraço para a editora, e para piorar ainda mais, revelou que o personagem contraíra AIDS, numa época em que a doença era vista com muito preconceito e atribuída a relações homossexuais. Para sorte dos leitores ele sumiu junto com seu chatíssimo grupo.

Então veio o segundo personagem homossexual da DC Comics, retratando melhor o tema. Tratava-se de um vilão regenerado, O Flautista (Hartley Rathaway), ex-inimigo de Flash.

Ele revelou sua opção sexual em uma conversa leve e descompromissada com o herói velocista e até hoje marca presença nas histórias do corredor vermelho.


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26
Nov
2009
0

Saindo do armário: Os super-heróis gays (Parte 1)

BenimaruDesde o começo, nas histórias em quadrinhos com super-heróis, as principais editoras norte-americanas buscam suavizar as tramas e concentrar em universos fantásticos.

Isso começou a mudar no Japão, com seus populares mangás, trazendo para o universo dos seus heróis situações mais reais, problemas do dia a dia, polêmicas que acompanham os leitores no mundo inteiro.

Nos anos 90, a mente de roteiristas americanos – preocupados com as baixas vendas – também se abriu para tais assuntos como: drogas, pedofilia, incesto, AIDS e homossexualidade.

Mas alguns temas, como personagens assumidamente gays, ainda são tabu na mídia, impressa ou televisiva. Por isto, reviramos o armário e a partir de hoje, mostramos heróis que assumiram e mostraram ao mundo sua preferência sexual.

Mas uma dúvida permaneceu ao final… E o Batman e o Robin? Será que eles são?

Parte 1 – Benimaru Nikaido (“King of Fighters”)

BenimaruO lutador gay integra o “Time Japão”, equipe de protagonistas do game e da série animada homônima.

Filho de um japonês e uma americana, Benimaru foi criado no Japão e cresceu como ídolo adolescente, principalmente no que se trata de gingado e beleza.

Benimaru não poupa ousadia no seu modo de lutar e vestir. Os fãs dos games de luta devem saber que estamos falando das roupas provocantes deste lutador, que quase sempre exibe a boa forma do peitoral com camisetas apertadas.

Em seu lado mais íntimo, descobrimos que ele não vai com a cara dos otakus, nem simpatiza com mulheres, diz que são feias.

No mundo dos games, outros personagens apontados como gays são as lésbicas Hana e Rain (Fear Effect), Vamp, que namora um homem em “Metal Gear Solid”, Zangief (Street Fighter), que já foi declarado homossexual pelos seus criadores, e a dupla bissexual Lilith & Morrigan (Darkstalkers).


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03
Sep
2009
0

Livro conta a histórias dos super-heróis no cinema

Os estúdios de Hollywood parecem ter descoberto uma fonte de renda muito grande ainda a ser explorada. Esse lugar é o mundo dos quadrinhos, que cada vez mais vem ganhando adaptações para as telonas.

Sucessos como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” faturaram mais de 1 bilhão de dólares, outros nem tanto, mas ainda assim é um mercado muito lucrativo.

De olho nessa crescente produção de filmes baseados em quadrinhos, o jornalista e crítico de cinema André Morelli reuniu 150 adaptações em seu livro “Super-heróis no cinema e nos longa-metragens da TV“, com resenhas, fichas técnicas, curiosidades e mais de 1.000 fotos.

“O critério foi indicar filmes que se inspiraram em HQs. Essa regra só foi quebrada em histórias que brincam com os clichês dos super-heróis, caso da comédia Heróis muito Loucos ou outros que não são exatamente super-heróis, mas aventureiros”, explica o autor.

André é leitor de quadrinhos desde os cinco anos de idade e “Batman” (1989), de Tim Burton, foi seu primiero filme adaptado de quadrinhos que assistiu. O autor é formado em História e repórter da revista Mundo dos Super-heróis. “O livro é uma extensão do nosso trabalho na Mundo dos Super-Heróis”, diz Manoel de Souza, editor da revista e do livro. “Nosso desafio foi reunir todas estas produções e transmitir as informações mais importantes de forma didática e divertida. É um livro voltado tanto para fãs de HQs quanto de cinema”.

O livro é uma publicação da editora Europa, tem 148 páginas, formato de 20,2 x 26,6 cn e custa R$ 39,90. Pode ser adquirido nas livrarias ou diretamente pela editora Europa, pelos telefones (11) 3038-5050 (grande SP) ou 0800 55 7667 (outros estados), ou ainda pela internet na loja virtual da editora.


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28
Jul
2009
0

Mundo dos Super-Heróis 17: Dossiê Capitão América

Já está nas bancas a edição número 17 da revista Mundo dos Super-Heróis, a melhor e mais completa publicação sobre histórias em quadrinhos do Brasil. A capa desta edição é um super especial com o Capitão Capitão América. São 100 páginas em capa grande com uma excelente qualidade gráfica. O exemplar conta ainda com Tarzan, Monstro do Pântano, Batman, G. I. Jose, Lobo, Sinestro e entrevistas com artistas. A publicação é da Editora Europa e ganhou o prêmio HQ Mix. Item para colecionador. Confira abaixo o release:

A revista Mundo dos Super-Heróis 17 traz um dossiê especial do Capitão América. São 24 páginas que mostram, década a década, o que de mais importante aconteceu com o personagem desde a sua criação.
A reportagem mostra:
> O surgimento do personagem durante a Segunda Guerra Mundial
> A tentativa de trazê-lo de volta aos quadrinhos nos anos 1950
> O retorno glorioso com a ascensão da Marvel
> As mudanças dos anos 1970
> As reformulações dos anos 1990
> A recente morte e ressurreição do herói.

OUTRAS REPORTAGENS:

> Herói clássico: Tarzan (8 págs)
Ele é um dos personagens mais famosos do mundo e virou sucesso nos quadrinhos, no cinema e nas animações

> O Monstro do Pântano de A a Z (7 págs)
Conheça a história de um dos personagens mais cults das HQs adultas

> 10 Mais (7 págs)
Os diferentes papéis que Batman assumiu nos mundos alternativos da DC: herói do Velho Oeste, soldado do futuro, vampiro…

> RetrôTV: G.I. Joe (6 págs)
Os detalhes do famoso grupo militar nas action-figures, desenhos animados, quadrinhos e o que esperar do filme que estreia em agosto

> Fichado: Lobo (4 págs)
A vida do herói mais sanguinário e absurdo dos quadrinhos?

> Entrevista: Aluir Amâncio (4 págs)
Como trabalha o artista brasileiro que desenha quadrinhos e faz storyboards para animações

> Procurado: Sinestro (4 págs)
Com a recente Guerra dos Anéis, Sinestro tornou-se um dos mais importantes vilões do universo DC

> Heróis BR: Júlio Shimamoto (4 págs)
Com 70 anos de idade e 50 anos de carreira, o desenhista impressiona pela vitalidade. Visitamos seu estúdio no Rio de Janeiro e traçamos um perfil do seu trabalho

> Clássicos da Era de Ouro (2 págs)
Escudo, o herói que serviu de inspiração para a criação do Capitão América


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13
Jan
2009
7

Você lembra de “Bambuluá”?

Mesmo com uma qualidade duvidosa e muitas pessoas odiando sua trama, “Bambuluá” pode ser facilmente considerado o primeiro grande seriado de super-heróis do Brasil. Quer conferir como? Sete cavaleiros coloridos lutando contra as forças do mal em uma terra chamada Bambuluá. É um legitimo ‘tokusatsu’ (série japonesa com efeitos especiais).

Os bastidores – Uma excelente idéia muito mal aproveitada

“Bambuluá” nasceu como um programa infantil da Rede Globo, produzido especialmente para ser estrelado pela apresentadora Angélica. Originalmente seria uma “novela seriada” como já tinham sido “Caça Talentos” e “Flora Encantada” que também tinham a apresentadora como protagonista, mas teve a sua duração diária esticada para que outros quadros fossem encaixados (como “Submarino Amarelo” e “Irmãos em Ação”) além de desenhos (como “Digimon” e “Invasão da Terra”). Na pratica, no entanto, à parte de dramaturgia da trama durava 20 minutos, o tempo normal de um capítulo de série.

Com 315 capítulos, “Bambuluá” estreou em 09 de outubro de 2001 e viu seu final no dia 21 de dezembro de 2001, quando foi substituído pelos apresentadores da “TV Globinho”, um dos quadros do programa, que agora tornava-se o carro chefe do horário matinal da Globo. A atração era exibido de segunda a sexta, às 08 horas.

A trama foi dividida em duas temporadas, onde entre elas ocorreram mudanças no elenco dos Cavaleiros do futuro, que seriam os “Power Rangers” da história. A idéia de ter um ‘Super Sentai’ (seriado de heróis coloridos) no Brasil já era velha, mas como o resultado não deu muito certo, foi arquivada após o final de Bambuluá, quando a Globo voltou a exibir episódios inéditos dos Rangers “originais”. A emissora seguiu a risca o formato dos heróis americanos, com personagens de várias etnias diferentes como o time dos heróis e o dos vilões: negros, brancos, japoneses…

Mas o programa também teve momentos marcantes, um deles foi à chegada de alguns bonecos do extinto programa “TV Colosso”, na cidade de Bambuluá. Priscilla, Gilmar e mais quatros Gilmares, JF, Capachão, Borges e Bullborg desciam de um disco voador canino no chafariz de pipoca de pipoca da cidade. Outro momento foi à participação da eterna Dona Benta, a atriz Zilka Salaberry, em um dos seus últimos trabalhos antes de falecer.

A história

O nome Bambuluá foi extraído do conto “A Princesa de Bambuluá”, de Câmara Cascudo, conhecido estudioso do folclore brasileiro. A idéia era juntar super-heróis com a cultura popular do país. Na história folclórica, Bambuluá é uma terra que “olhos que são maus não podem ver”.

Na “Bambuluá” da Rede Globo, as pessoas más não podem entrar devido à energia positiva irradiada pelo Cristal de Bambuluá, que durante muito tempo foi guardado por Tchilim, o Mago das Mil Faces, sábio e mentor dos sete Cavaleiros do Futuro, que agora são convocados para proteger o artefato dos Sombrios, os cavaleiros do lado de Magush, a terra encantada de Bambuluá.

Teoricamente a protagonista da história era Angélica, a tal princesa de Bambuluá. Mas a apresentadora se desentendeu com a emissora e por vários episódios ficou desaparecida da trama, a desculpa foi que ela estaria presa em um outro plano astral pelos vilões.

(mais…)


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