26
Aug
2010
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Super Séries: Persons Unknown – Série americana faz sucesso na internet, mas contém diversos erros!

Sabe aquele seriado que é tão ruim, mas tão ruim, que acaba sendo bom? Assim é “Persons Unknown”, produção que está sendo exibida nos Estados Unidos pela rede NCB e conta a história de oito pessoas que foram sequestradas e trancadas em uma cidade monitorada 24 horas por dia com diversas câmeras.

A produção parece algo como uma fusão do livro “1984”, com o reality show “Big Brother” e o filme “Jogos Mortais”.

A produção tem sim seus bons momentos e virou mania na internet, onde teve – inclusive – um episódio exibido exclusivamente online, o 11º capítulo.

No Brasil os downloads da série também fazem sucesso, “Persons Unknown” é a segunda legenda mais baixada no site “Legendas.TV” esta semana e tem se mantido assim, só perde (em downloads) para a terceira temporada de “True Blood”.

Mas a série possui diversos erros que continuidade que atrapalham a atenção de quem tenta acompanhar sua complicada trama. A primeira falha está na imagem acima. A protagonista Janet recebe logo no primeiro episódio um bilhete que fala ‘Mate seu vizinho’, em apenas uma linha de texto, no entanto, no capítulo seguinte “The Edge” a mensagem aparece diferente, dividida em duas linhas.

Outra falha ocorre entre os capítulos seis e oito, desta vez envolvendo uma fotografia. A imagem retratada tecnicamente é a mesma, mas o ângulo – e até mesmo a posição das pessoas – fica diferente entre “The Truth” (episódio seis) e “Saved” (o oitavo). Confira a comparação abaixo e assista ao seriado, se tiver coragem…


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18
Aug
2010
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Super Séries: “The Middle Man”, um anti-herói!

Em abril de 2009, enquanto eu editava o portal OhaYO!, fui convidado pela Sony Pictures do Brasil para realizar uma entrevista exclusiva com o ator Matt Keeslar, o astro de Hollywood que interpreta o personagem Middleman da série “The Middle Man” que foi exibida no canal pago Animax e durou apenas uma temporada de 12 episódios (em 2008). Ao lado de Tom Marques fiz este trabalho, que você vai confere a seguir:

Atualmente temos visto uma série de histórias em quadrinhos sendo adaptadas para os cinemas, como por exemplo “Hellboy” e “Sin City”. Você acredita que “Middleman” é parte dessa onda de produções na televisão?
Matt Keeslar: Sim, eu acho que há uma tendência em criar cada vez mais filmes baseados em quadrinhos, por vários motivos. Uma coisa é que o tabu que sempre se teve de que quadrinhos são uma leitura para crianças está diminuindo. Muito produtores, diretores e atores de cinema de hoje em dia cresceram lendo essas revistas, então é muito mais socialmente aceitável gostar de quadrinhos sendo adulto. Também houve uma crescente procura durante a época de guerra nos Estados Unidos e a criação de heróis e anti-heróis. Durante a Segunda Guerra Mundial vários superheróis começaram a aparecer; é quando o Superhomem apareceu e outras histórias sobre lutar contra nazistas e coisas do tipo.
Se você olhar para filmes como 300, por exemplo, onde Frank Miller escreve sobre a luta dos gregos. É um perfeito exemplo dos Estados Unidos tentando racionalizar seu envolvimento na guerra contra o Iraque e o Afeganistão dizendo que essas pessoas estão lá pela liberdade e que o exército Persa está tentando tirar a liberdade dos espartanos e gregos, que na verdade já tem. Mas particularmente os espartanos, com tantos escravos fazendo todo o trabalho para eles. Não é um caso real, mas um mundo fantasioso criado por Frank Miller.

Você mencionou que Middleman seria uma figura de um anti-herói, mas quais super-heróis Middleman te lembra?
Matt Keeslar: Eu acho que Middleman é um Capitão América combinado com Dr. Who. Bem, algo parecido com isso. Quero dizer, ele é uma representação da América e muito se fala sobre ser um anti-comunista.. Mas ao mesmo tempo ele realmente está salvando o mundo. Então de novo você cai naquela história de um herói americano salvando o mundo. Eu fiquei muito feliz em poder ter a possibilidade de misturar outras etnias como é o personagem de Natalie.

A série possui várias referências pop. Qual dessas referências você mais gostou durante o processo de produção da série?
Matt Keeslar: Sim, Middleam realmente é um conglomerado de várias referências pop, de 007 a Dr. Who, todos tipos de filmes de ficção científica, até mesmo de “Indiana Jone: Os Caçadores da Arca Perdida”. No último episódio há referência do filme “Fuga de Nova Iorque”. O escritor e produtor John Carpenter é muito influenciado por essas produções, é praticamente uma enciclopédia da cultura pop, sabe cada linha de diálogo de cada filme.

Sua relação entre Wendy e seu personagem é muito interessante e lembra-nos da clássica relação entre os heróis de hqs como Bad Men e Robbie em “Os Vingadores”, mas parece que vocês tem um certo entrosamente que não vemos no outro casal. Essa relação influenciou em alguma na produção da série?
Matt Keeslar: Sim. A vida real foi foi repassada para a série, pois Natalie e eu somos exatamente o oposto um do outro. Ela é muito jovem, começou cedo e tem uma forma específica de trabalho. Nós somos pessoas muito diferentes e da mesma forma, Middleman e Wendy também são, talvez até mais que Batman e Robin, por exemplo, porque Robin quer ser igual a Batman e foi seu protegido, ao invés de ser alguém independente, como é Wendy. Ela sempre está apta para resolver os mistérios no final. É como duas partículas com cargas opostas que criam energia e eletricidade quando entram em contato. Eu acho que ocorre o mesmo entre Middleman e Wendy e também Natalie e eu.

Middleman foi comparado a outras séries de humor como “Pushing Daisies” e “Chuck”. Você acredita que esse tipo específico de comédia é promissor na televisão americana?
Matt Keeslar: Acredito que não. O futuro da televisão são programas como “Dancing with the Stars” (Aqui no Brasil conhecido como “Dança dos famosos” no programa do Faustão) e “American Idol” (“Ídolos”, exibido no SBT e depois na Record).

Você participou em diferentes projetos no teatro, cinema, e televisão. Qual desses você prefere mais?
Matt Keeslar: Bem, eu realmente gostei de um filme chamado “Waiting for Guffman”, produzido já faz dez anos. Eu tive uma participação pequena, mas eu acho que é um dos filmes que me ajudou a conseguir mais trabalhos porque as pessoas o viam e achavam um filme bem divertido.

Gostei de você em “Os últimos embalos da Disco”
Matt Keeslar: Este também é outro que gostei bastante de fazer. Eu gosto de “Splendor”, que não é muito conhecido, mas consegui fazer um bom trabalho. E gosto também de “Middleman”. Francamente, “Middleman” é o tipo de projeto que culmina o trabalho de um ator. Eu trabalho bastante para decorar os diálogos e incorporar o personagem de Middleman, e sinto que seja um dos meus melhores trabalhos.

Você acha que há vantagem em trabalhar na televisão nesse tipo de mídia?
Matt Keeslar: Eu acho que você tem alguma vantagem de trabalhar na televisão se for um produtor, mas não se você for um ator. A televisão está sendo dominada por esses programas de reality show, com menos roteiro. E competindo cada vez mais com a internet para ganhar espectadores.

A série “Middleman” está sendo exibida no canal Animax, que possui 80% do conteúdo de animê para um público de 12 a 24 anos. Você tem algum interesse ou sabe alguma coisa sobre animê e mangá?
Matt Keeslar: Não. eu não conheço nada pra falar a verdade. Eu prefiro mais as graphic novels com uma orientação mais adulta.

Cite uma de suas canções favoritas.
Matt Keeslar: Gosto da “1, 2, 3, 4″ da Feist. Porque meu filho gosta daquele vídeo em que ela canta com a Vila Sésamo. Gosto também de Cypress Hill, tenho ouvido bastante rap em espanhol. Estive uma vez em um clube na Argentina, gosto bastante de música latina.

Qual seu herói favorito?
Matt Keeslar: Gosto do Batman e Robin. Particularmente “O Cavaleiro das Trevas” pois os opostos trabalham em conjunto. Mostra o lado obscuro do Batman e também o fato de ser um super-herói.

Três livros que você gostou.
Matt Keeslar: Gosto muito de “The Road”, de Cormac McCarthy e “A Farewell to Arms” de Ernest Hemingway. “Slaughterhouse Five” é um livro de ficção científica que também aprecio muito.

Cite três atores que goste.
Matt Keeslar: Marlon Brando, Daniel Day Lewis e Javier Bardem.

Obrigado Matt por falar conosco e conceder essa entrevista
Matt Keeslar: Eu é que agradeço.


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23
Jan
2010
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Super Séries… Que acabaram tarde demais: “Do Not Disturb”

O elenco da série "Do Not Disturb" (Não Perturbe)

Tem séries que são um fracasso logo de cara, o que faz os produtores desencanarem rápido delas. Algumas morrem até mesmo no episódio piloto, não chegando nem a estrear, como foi o caso do seriado do “Supercão” nos anos 60 e recentemente do “Aquaman”.

Mas existem bombas que insistem em ir ao ar. “Do Not Disturb” (“The Inn”) foi uma das estréias mais comentadas da última temporada americana: era esperada com certa expectativa. Era…

A produção teve somente três episódios exibidos e cinco produzidos. Segundo a jornalista Fernanda Furquim, esta produção da Fox recebeu péssimas críticas da imprensa americana.

Na verdade, alguns críticos estavam fazendo um bolão, listando quais produções seriam canceladas primeiro e esta ‘sitcom’ (comédia) aparecia em primeiro lugar em quase todas as listas.

A série estreou com 4,65 milhões de telespectadores, número que logo caiu para 3,5 milhões de telespectadores. Após muitas críticas, os produtores da série tiveram que pedir desculpas publicamente por terem entregado uma série tão ruim.

Estrelada por Brando Eaton (Jason) e Jerry O’Connell (Neil), a série foi criada por Abraham Higginbotham e sua trama girava em torno de um decadente hotel de Nova York, visto pelos olhos de seus funcionários.

Esta era uma série que nem fãs tinha para brigar contra o seu cancelamento.


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22
Jan
2010
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Super Séries… que sairão rapidamente do ar: “Os Aspones”

Cena de "Os Aspones"

Esta série brasileira foi ao ar pela Rede Globo de 5 de novembro de 2004 a 17 de dezembro de 2004, com apenas uma temporada de sete capítulos.

Mesmo com uma excelente audiência (40% de share – participação de televisores ligados no horário que estavam sintonizados no programa), ela não foi renovada.

Na ocasião muito se falou que isto ocorreu por problemas de agendas dos cinco protagonistas – todos atores de primeiro time da emissora que estavam escalados para outras produções.

Na produção conhecemos um grupo de funcionários públicos, mais conhecidos como Aspones (Assessores de Porcaria Nenhuma), que trabalham no FMDO (Fichário Ministerial de Documentos Obrigatórios), uma repartição pública desativada, onde seus empregados não podem ser despedidos – por serem concursados – mas que também não têm nada para fazer desde que o órgão foi desativado.

No local “trabalham” na paz Caio (Pedro Paulo Rangel), Anete (Marisa Orth) e Moira (Drica Moraes). Tudo muda com a chegada de Tales Teles (Selton Mello) e Leda Maria (Andréa Beltrão), sua estagiária.

Indignados com a falta de ter o que fazer eles criam o FMDO (Falar Mal Dos Outros), o que faz com que eles ridicularizem todos os que se dirigem até o local.

O seriado era uma grande critica ao governo e uma sátira aos concursos públicos. Este fato acabou também sendo atribuído ao seu cancelamento precoce sem uma segunda temporada.

Os autores (Alexandre Machado e Fernanda Young) e o diretor (José Alvarenga Jr.) são os mesmos de “Os Normais”.


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21
Jan
2010
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Super Séries… que acabaram rápido demais: “Antônia”

Cena da série "Antônia"

Produção nacional da Rede Globo, criada a partir do filme “Antônia” de Tatá Amaral, que estreou entre a primeira e a segunda temporada. A série foi criada por Jorge Furtado e produzido pela O2 Filmes (a mesma empresa de “Cidade dos Homens”).

“Antônia” conquistou excelentes números de audiência quando foi exibida. A estréia ocorreu em 17 de novembro de 2006 e teve somente duas temporadas com dez episódios no total.

Mesmo com o sucesso e a boa repercussão, ela chegou prematuramente ao final especialmente pela agenda de suas quatro protagonistas, todas cantoras na vida real, que estavam mais dispostas a investir nas carreiras musicais do que seguirem o ramo da atuação.

A história gira em torno de quatro amigas da Vila Brasilândia (periferia de São Paulo) que têm o sonho de se tornarem cantoras de sucesso com seu grupo de rap, o tal Antônia do título.

As moças eram vividas por Negra Li (Preta), Leilah Moreno (Barbarah), Quelynah (Mayah) e Cindy Mendes (Lena). No elenco ainda se destavam Sandra de Sá como Maria, mãe de Preta e Thaíde como o empresário Marcelo Diamante.


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20
Jan
2010
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Super Séries… Que saíram rapidamente do ar: “Lipstick Jungle – Selva de Batom”

O elenco de "Lipstick Jungle" ("Selva de Batom")

Definitivamente Kim Raver não tem sorte. Sua personagem ficou louca em “24 Horas”, sua série “The Nine” foi cancelada seu um final digno e sua mais nova produção teve uma fim inesperado.

“Selva de Batom”, como foi chamada “Lipstick Jungle” (a principio) no Brasil, teve um bom começo. Inspirada em um livro de sucesso, a produção ganhou uma vasta campanha de marketing para seu lançamento na FOX brasileira, saiu em DVD rapidamente e foi comprada pela Rede Record.

O sucesso, no entanto, não sorriu para o seriado nos Estados Unidos após uma primeira temporada de 7 episódios.

A atração criada por DeAnn Heline e Eileen Heisler e produzida por Candace Bushnell e Oliver Goldstick para a NBC encontrou seu final em seu curto segundo ano.

Parece que o público não se empolgou muito para conhecer a história de três mulheres bem sucedidas sob o ponto de vista da mesma equipe que criou “Sexy and City”.

A história gira em torno de Wendy Healy, ex-presidente da Parador Pictures (Brooke Shields); Nico Reilly, editora da Bonfire Magazine (Kim Raver) e Victory Ford, designer de moda (Lindsay Price).

Daria uma boa novela se fosse exibida de segunda a sexta pela Rede Record – e não semanalmente. Fica a dica…

Lindsay Price (Victory), Brooke Shields (Wendy) e Kim Raver (Nico)


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19
Jan
2010
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Super Séries… Que acabaram cedo demais: “Invasion – Invasão”

O elenco de "Invasion"

A série cumpre bem o papel do gênero “sobrenatural” e também foi uma das grandes apostas da TV americana, chamando a atenção dos fãs de “Arquivo X” quando estreou em 21 de setembro de 2005 na rede americana ABC.

Criada por Shaun Cassidy, a trama conta a história de um guarda-florestal e sua família que vivem numa cidade da Flórida, nos Estados Unidos. Este local é atingido por um furacão, que trás seres de outro planeta que vivem nas águas.

Esses extraterrestres se apossam do corpo dos habitantes da região criando uma nova raça, chamada de “híbridos”.

A história é boa e criativa, fugindo de clichês do gênero que já renderam inúmeras produções para a TV (como a animação “Invasão América”), mas mesmo assim não cativou um grande público.

Foi o suficiente para garantir uma temporada inteira com 22 episódios e apresentar um final para os telespectadores.

A Warner Channel exibiu a série no Brasil, assim como o SBT que a levou ao ar com o nome de “Invasão” em suas noites de sábado. Também foi lançada a série completa em DVD.

Os personagens fixos de "Invasão"


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17
Jan
2010
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Super Séries… Que acabaram cedo demais: “Birds of Prey” (“Mulher Gato”)

Birds of Prey

A tradução do título original nas histórias em quadrinhos – publicadas no Brasil pela editora Panini – é “Aves de Rapina”, mas por algum motivo inexplicável o SBT chamou a série de “Mulher Gato” quando a transmitiu. O mistério em torno do nome é que a vilã felina aparece rapidamente só no primeiro episódio da série e depois nunca mais é citada.

A produção é passada em Gotham City uma geração depois das histórias de Batman. A cidade continua aterrorizada pelo crime e para combatê-los surgem três novas heroínas, que formam um grupo que atende pelo nome de “Birds of Prey”.

A mais ativa do grupo é Helena Kyle, a Caçadora (Ashley Scott), filha do Batman e da Mulher-Gato. O cérebro da equipe é Bárbara Gordon, a Oráculo (Dina Meyer), filha do Comissário Gordon, que já foi a Batgirl antes de se tornar paraplégica em uma armadilha do Coringa. E por fim Dinah Redmond (Rachel Skarsten), filha da Canário Negro, completa o time.

Criada por Laeta Kalogridis para o canal americano da Warner, teve 7.6 milhões de espectadores, mas como era uma série muito cara acabou cancelada após os 13 episódios de sua primeira temporada. No Brasil também foi exibida pelo canal da Warner.


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