24
Aug
2010
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“Ribeirão do Tempo”: abertura tinha ’spoiler’

A abertura de novela “Ribeirão do Tempo” (da Rede Record) revelou-se uma grande estraga prazer. O clipe com o nome do elenco tinha um grande ’spoiler’, ou seja, revelou antes do tempo um segredo da trama.

Quem é um pouco mais atento percebeu o nome do ator Taumaturgo Ferreira (Querêncio) aparecendo logo após o nome da mocinha, vivida por Bianca Rinaldi. Quando um artista ganha tamanho destaque na abertura é porque ele possui um amplo currículo (que justificaria o devido crédito) ou é o protagonista da trama.

Como Taumaturgo não é um ator tão conhecido a ponto de fazer valer tal crédito (como ocorre com Christiane Torloni em “Ti-Ti-Ti”, por exemplo), a única justificativa seria ele ser o protagonista da história. Mas a princípio a sinopse avisava que o seu personagem seria apenas um bêbado largado na rua…

Mas bastava uma rápida olhada no resumo da história para matar a charada: a empresária Eleonora Durrel (Jacqueline Laurence) volta a “Ribeirão do Tempo” para localizar seu herdeiro desaparecido, um homem de 40 anos que ninguém sabe a identidade.

Ops… O objetivo é achar um homem misterioso de 40 anos, que ficará rico e ganhará destaque na trama? Quem apostou em Taumaturgo Ferreira acertou!

E não é a primeira vez que a abertura estraga o mistério de uma trama. Em “A Favorita” (Rede Globo), a vinheta mostrava que a assassina da história era Flora (Patrícia Pillar). Afinal o lado da tela em que o tiro era disparado era o mesmo que mostrava uma mulher tendo uma criança retirada dos braços por outra (papel de Cláudia Raia).

Não lembra desta abertura? Reveja abaixo e perceba como as pequenas pistas podem fazer toda a diferença não apenas em um filme de Alfred Hitchcock, mas também em uma telenovela brasileira.

Edit.: O ator Mauro Mendonça voltou a ser creditado com destaque na abertura da novela “Passione”. O artista só apareceu nos primeiros capítulos da novela, pois depois que seu personagem foi assassinado, ele teve seu nome retirado dos créditos iniciais da trama.

Será que a volta do crédito tem alguma ligação com o possível retorno de Eugenio Gouvêa (seu personagem) em flashbacks com a personagem Clara (Mariana Ximenes)? Se tiver realmente, será mais um segredo (spoiler) entregue por um abertura de novela brasileira.


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29
Mar
2010
1

Gossip Fly: A vitória dos coadjuvantes

Chloe - 24 Horas

Há muito tempo atrás, a mídia considerava os prêmios de “melhor coadjuvante”, algo menor, sem importância. No Oscar deste ano, a atriz Mo’Nique (“Preciosa”) e o ator Christoph Waltz (“Bastardos Inglórios”) provaram que os cinéfilos estavam mais interessado nos personagens secundários, que nos protagonistas.

No último domingo (28), o ator Cauã Reymond recebeu o Troféu Imprensa e o Troféu Internet como Melhor Ator de 2008, pelo papel de Harley, em “A Favorita”. Ele explicou para Silvio Santos que não fazia nem o protagonista e nem o vilão, “apenas um bom coadjuvante que cresceu na trama”; frisando ainda que era um personagem “ambíguo”.

No mesmo dia, Helena (Taís Araujo), a protagonista de “Viver a Vida”, ficou sem nenhum prêmio pelo ano de 2009; enquanto as coadjuvantes da novela de Manoel Carlos, ganharam o Troféu Imprensa (Lilía Cabral, a Tereza) e o Melhores do Ano do Faustão (Alinne Moraes, a Luciana).

A explicação é complicada, mas definitivamente, com a chegada dos anos 2000, os atores que interpretavam papéis coadjuvantes caíram no gosto do público.

Em “Lost” (2004 ~2010), a ideia do ‘coadjuvantes de destaque’ ficou ainda mais evidente. Em sua reta final, poucos querem saber como serão resolvidos os dilemas amorosos da trinca de protagonistas (Jack, Kate e Sawer). A maioria do público está mais interessada nos finais de Desmound, Locke e Ben.

Em “24 Horas”, o que não faltaram foram personagens coadjuvantes, e os produtores não tinha puderes de matar a maioria deles. Mas um delas se tornou intocável: Chloe O’Brian (Mary Lynn Rajskub). A ranzinza analista da UCT (CTU) cativou o público do mundo todo e roubou a cena dos presidentes americanos e terroristas inimigos.

Outra Clhoe, agora interpretada por Allison Mack, também passou de ‘mais uma mera coadjuvante’ para uma das mais importantes mulheres da saga do Superman em “Smallville – As Aventuras do Superboy”.

Mas não é somente no cinema, ou nas séries (e novelas) que os coadjuvantes estão ganhando destaque. Nos reality shows também.

Durante o “BBB 8″, Gyselle Soares cativou o público com seu jeitinho ‘filha perfeita’. Aos poucos, foi ficando no programa, e até chegou a vivenciar um ‘quase romance’ com um homossexual assumido (o Dr. Marcelo). Como prêmio ficou em segundo lugar.

Já no “Big Brother Brasil 9″, foi a vez de Ana Carolina Madeira brilhar. A bela chorona vivia lembrando do seu “Lindo” namorado, que ficou do lado de fora, e quis sair da casa quando sua amiga Naía foi eliminada. A coadjuvante ficou com o quarto lugar.

Estamos no “BBB 10″ e novamente temos um loirinha ‘excluída’, que quase engatou um romance com um gay, quis sair da casa ao lado da amiga Anamara e chamava seu ex de “Lindo”. A coadjuvante da vez é Fernanda Helena Cardoso.

Fernanda Helena poderia muito bem ser uma protagonista das novelas de Manoel Carlos. Assim como as Helenas de Maneco, ela tem uma personalidade dúbia, o que também a torna ligeiramente ‘chata’. Mas ela na ‘novela da vida real’, Fernanda não conseguiu o papel principal, a dentista foi colocada no time dos coadjuvantes do “Big Brother Brasil 10″.

Mas assim como suas antecessoras, ela ganhou destaque, venceu provas de resistência, brigou quando foi preciso e chegou na grande final.

A paulistana mostrou que não estava para brincadeira e talvez até poderia ter sido a mocinha da história. Pena que a sua trama começou apenas na metade do jogo, quando uma “Carta Caps Lock” revelou que ela estava SOLTEIRA.

Como diria Pedro Bial: “Salve, salve Fernanda”, “Salve, salve nossas queridas coadjuvantes”.

Fernanda - BBB 10


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22
Mar
2010
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Gossip Fly: Nós amamos uma boa vilã!

Nazaré

Os latinos, de forma geral, adoram uma boa vilã, na ficção, é claro.

Através das personagens televisivas, nós podemos extravasar nossas emoções e frustrações diárias. É como se por algum momento, pudemos cometer todo tipo de maldade e no final ficarmos impunes em nossos confortáveis sofás. É uma simbiose, uma troca justa, entre os feitos e falas daquela personagem e o sentimento do telespectador.

No méxico, reinam absolutas personagens clássicas como Paola Bracho (“A Usurpadora”), Soraya Montenegro (“Maria do Bairro”) e Catarina Creel (“Ambição”). No Brasil fomos bem ‘representados’ recentemente nas telenovelas por Flora Pereira da Silva (“A Favorita”), Bia Falcão (“Belíssima”) e Nazaré Tedesco (“Senhora do Destino”).

Mas e na vida real, será que gostaríamos de conviver com uma mulher tão fatal como estas? Talvez, se ela não for uma pessoa chata. Afinal, nós até aceitamos todas as maldades que elas cometem, mas por um bom motivo: Elas são muito bacanas.

Na novela “Caminho das Índias”, a vilã interpretada por Letícia Sabatella não ‘colou’, não deu ‘liga’. Mesmo a atriz ganhando diversos prêmios e a autora (Glória Perez) insistindo na história de que ela era uma psicopata, Yvone definitivamente não teve seu nome eternizado no coração do público.

O motivo para isto ter ocorrido é muito simples: Yvone era muito chata. Ela tinha tudo para sua uma grande vilã, mas seu ‘jeitinho’ de se comportar não cativou o telespectador a ponto de ‘torcer’ por ela até o último capitulo.

No universo dos reality shows a coisa não é muito diferente. “Casa dos Artístas” e “Big Brother Brasil” provavam que vilões não tinham vida longa em um ‘programa real’. Sempre a vitória era daquele personagem que levava a alcunha de ‘mocinho pobre e sofrido’.

A primeira edição de “A Fazenda” mudou um pouco este pensamento com a vitória do ‘bad boy’ Dado Dolabella. Mas, podemos alegar que ele não era somente um ‘vilão’, mas também um ‘galã’.

Dito tudo isto, vamos observar a atual edição do “BBB”. Logo nas primeiras semanas a ‘vilã’ Tessália foi tirada do programa com uma porcentagem recorde em um paredão triplo. O público rejeitou a ‘personagem’ justamente porque ela era “uma Yvone”, ou seja, era muito chata.

Poucas semanas depois, o mesmo público do “Big Brother Brasil 10″ abraçou outra ‘vilã’ do programa, a dançarina Lia.

Assim como Tessália, os atos de Lia não podem ser comparados com os das vilãs de telenovelas, afinal não matou ninguém e nem cometeu nenhum grave pecado, mas possuía fortes características do gênero novelesco.

Lia distribuiu falas e promoveu atos capazes de deixar Silvio de Abreu e Aguinaldo Silva com inveja de não terem escrito as cenas por ela protagonizadas. Os atos da personagem vão desde ‘trair’ sua melhor amiga – colocando-a no paredão -, até provocar brigas fortíssimas com seus colegas de confinamento.

Mas mesmo com tudo isto pesando contra a permanência de Lia no programa, a moça sobreviveu à três paredões. Ela eliminou personagem coadjuvantes do jogo e cravou facilmente sua marca na história do reality show Global. O motivo? Muito bom humor.

Lia foi uma pessoa divertida nos momentos apropriados, dançou nas festas, encheu a cara e com isto cativou boa parte da audiência, que comprou suas brigas.

Mas, toda novela tem seu último capítulo. E o de Lia se aproxima antes do final da novela da qual participava.

Todo bom autor sabe que uma vilã pode ser eliminada duas semanas antes do final da trama; Gilberto Braga e Aguinaldo Silva provaram isto com a morte de Odete Roitman em “Vale Tudo”.

E quer autor melhor para escrever a trama de um reality show do que o próprio público?

A graça de Lia se perdeu. Com o tempo, até seu bordão “olha no meu olho” ficou cansativo. A dançarina deixou de ser a pessoa que qualquer um de nós poderia ser para tornar-se a amiga que não gostaríamos de ter. E com isto sua trajetória chegou ao final.

Resumindo: Lia podia ter tido o final feliz de Bia Falcão, mas tornou-se simplesmente mais uma Yvone perdida na nossa televisão.

Lia


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27
Jan
2010
2

Cade a atriz que estava aqui? Luciana será vivida por outra, enquanto Alinne Moraes se recupera em casa!

Alinne Moraes

A atriz Alinne Moraes não está gravando a novela “Viver a Vida”, a atriz se recupera, em casa, de uma crise renal.

Com isto, a Globo contratou outra profissional para substituir a personagem Luciana nas cenas em que ela aparece de longe. Ou seja, ela não interage nem tem falas, apenas marca a presença de Luciana no fundo das cenas.

Mas esta não é a primeira vez que mudam uma interprete na teledramaturgia brasileira. Confira outros casos abaixo.

“A Favorita” – Ocorreu a troca com o personagem Marcelo Fontini, que foi assassinado pela vilã da trama. Nos créditos do personagem ele era vivido por Deco Mansilha, que chegou a gravar algumas cenas como o rapaz e que aparecia em propagandas de jornais que ilustravam a “falsa notícia” da morte do empresário paulistano, morto a tiros pela amante. No entanto, quando finalmente a cena do crime foi ao ar, ele foi vivido por Flávio Tolezani.

“Meu Cunhado” – O seriado brasileiro, produzido pelo SBT, sofreu com a mudança da protagonista. A atriz Guilhermina Guinle que fazia o papel da Simone, foi substituída pela colega Luísa Thiré no episódio “Cara nova”. Para justificar a mudança, foi contado que Simone passou por uma cirurgia plástica. O motivo da substituição foi que Guilhermina Guinle saiu da série para atuar na novela “Mulheres apaixonadas” da TV Globo em 2002.

“A Grande Família” – Outro seriado brasileiro de comédia, também teve uma mudança radical em sua primeira versão, que durou de 1972 a 1975. Djenane Machado vivia Bebel, a filha moderninha na primeira temporada, mas foi substituída nos três últimos anos por Maria Cristina Nunes. Boatos dizem que Djenane queria sair do programa pois achava que ele não faria sucesso, a única citação ao fato no programa foi a fala de um personagem que achou Bebel “um pouco diferente”.

“Laços de Família” – Durante a novela ocorreu um caso realmente raro na teledramaturgia mundial. O juiz Siro Darlan da 1ª vara da infância e da juventude do Rio de Janeiro proibiu a participação de menores de idade nas gravações da novela, por causa das cenas de violência e sexo. O veto durou três semanas e coincidiu com o casamento do casal de protagonistas, onde a irmã do galã, Estela, vivida pela atriz Julia Almeida seria a madrinha do casamento. Julia tinha 17 anos na época e foi substituída no altar por outra atriz completamente diferente dela, medida proposital segundo notícias da época. Quando o veto caiu na justiça, Julia voltou a gravar e a dublê desconhecida foi dispensada. Na mesma produção a pequena Larissa Honorato vivia a neta da personagem de Vera Fischer, mas após a cena de um atropelamento a menina ficou tão traumatizada que teve de ser substituída por Júlia Magessi.

“Cristal” – Como novela é uma obra aberta, acidentes realmente podem ocorrer, em “Cristal”, trama produzida pelo SBT em 2006, o ator Giulio Lopes teve um AVC (acidente vascular cerebral) dentro dos estúdios da novela, enquanto gravava a produção. Lopes ficou um mês e meio afastado se recuperando e durante o período foi substituído por Paulo Reis. Quando ele se recuperou voltou à novela.

“O Clone” – Débora Falabella fez de sua personagem, a dependente química Mel, um grande sucesso. No entanto, Débora pegou meningite e teve que se ausentar da novela no momento mais importante de Mel, quando a menina quebra tudo em seu quarto e é internada em uma clinica de reabilitação. A atriz então foi substituída por sua irmã Cynthia Falabella. A semelhança entre ambas era tão grande (e normalmente a câmera só a filmava de longe e de costas) que muitos espectadores não perceberam a troca. Quando Débora melhorou ela voltou a novela e Cynthia ganhou um personagem só para ela, a jovem Monique.

“Cabocla” – Na versão original da novela Cabocla (1979), a protagonista Zuca era vivida por Glória Pires que adoeceu bem no final da trama. Nos dois últimos capítulos ela teve de ser substituída pela atriz Christiane Grossi, que deu fim a trama sendo focalizada somente de perfil ou de costas, mas a mudança ficou clara para os telespectadores da época.

“Toma Lá Dá Cá” – O humorístico também teve trocas radicais em seu elenco. O episódio piloto foi exibido em 29 de dezembro de 2005 e contava com Débora Bloch como Rita e Mitzi Evelyn como Isadora. Quando entrou para a grade fixa da emissora em 2007, a atriz Débora Bloch afirmou que não poderia participar do programa por estar envolvida com outros projetos no teatro e foi substituída por Marisa Orth. A atriz Fernanda Souza passou a fazer o papel de Isadora no lugar da catarinense Mitzi Evelyn sem maiores explicações.


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17
Apr
2009
2

Walmor Chagas é a ‘chefia’ de “Filhos do Carnaval”

Depois de atuar em “A Favorita” como o Dr. Salvatore e na trilogia “Caminhos do Coração” como a Chefia Oculta, o ator Walmor Chagas (de 78 anos) está gravando a segunda temporada “Filhos do Carnaval“. A série volta ao ar na HBO em setembro.

Chagas aparece na pele de Comodoro, o “velho chefão” (nada oculto) da série, cargo que já foi ocupado por Anésio Gebara, que sai de cena por conta da morte de seu interprete, Jece Valadão, em 2006.

“Filhos do Carnaval” estreou em 05 de março de 2006 e teve seis episódios em sua primeira temporada. Uma produção da HBO com a O2 Filmes, foi criada por Cao Hamburger e Elena Soarez. Na segunda temporada da série continuam em cena os ‘filhos’ de Anésio: Anesinho (Felipe Camargo), Claudinho (Enrique Diaz), Brown (Rodrigo dos Santos) e Nilo (Thogun).


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03
Apr
2009
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Camila Pitanga vira apresentadora do “Som Brasil”

A primeira apresentadora do programa musical “Som Brasil” da Rede Globo, em sua fase atual, foi Patrícia Pillar, que abandonou a atração para atuar na novela “A Favorita”. Então ela foi substituída pela atriz Letícia Sabatella, que também deixou o comando do musical para também atuar em uma trama das oito, “Caminho das Índias”.

Agora o programa volta ao ar neste semestre com uma nova apresentadora, Camila Pitanga, que já está gravando o programa musical, que vai ao ar uma sexta-feira por mês após o “Programa do Jô”.

O primeiro “Som Brasil” de 2009 será em homenagem ao cantor Tim Maia. Resta saber até quando Camila ficará na atração, já que ela deve atuar na nova novela das oito (ou seria das nove?) do autor Silvio de Abreu, prevista para estrear no começo de 2010; substituindo “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, que estreia ainda neste ano.


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10
Mar
2009
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Viver a Vida: Taís Araújo será a primeira Helena negra

E acabou a ‘novela’ sobre quem seria a protagonista de “Viver a Vida”, próxima trama das oito/nove da Rede Globo. Mesmo o autor achando a atriz jovem demais pro papel e recusando a principio, Taís Araújo (foto) será a primeira protagonista negra de uma novela das oito.

A primeira novela de Taís foi Tocaia Grande (1995) na extinta TV Manchete. Depois, em 1996, na mesma emissora viveria Xica da Silva (vídeo), na novela homônima, a primeira protagonista negra das telenovelas brasileiras. Em 1997 estreava na Globo na trama “Anjo Mau” e ficou sem fazer nada significativo até 2001 quando fez Selminha Aluada em “Porto dos Milagres”, sua primeira novela das oito.

Em 2004 foi a primeira protagonista afro-descendente de uma novela da rede Globo, foi em “Da Cor do Pecado”. No papel de Preta de Sousa ela quebrou um tabu e virou um sucesso de vez. Agora, depois de viver Alícia Rosa em “A Favorita” ela se prepara para viver a primeira Helena negra de Manoel Carlos em “Viver a Vida”. Sucesso Taís.


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25
Feb
2009
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Uma pedra no “Caminho das Índias”: O Ibope!

A coisa não vai bem para a novela “Caminho das Índias”, segundo o jornal Agora São Paulo, a trama registrou 34,5 pontos no Ibope em seus 25 primeiros capítulos, contra 35,2 de “A Favorita”, considerada o maior fracasso do horário até então.

Alguns especialistas ouvidos pelo jornal tentaram explicar porque a novela não emplacou na audiência. Dentre os motivos estavam as confusas palavras indianas, o casal central que não possui química alguma, a falta de ritmo e a formula desgastada da autora.

Mas pelo menos para algo a novela tem servido. Os humoristas do “Casseta e Planeta” já estão preparando sua sátira para a trama de Gloria Perez. O programa volta ao ar em 14 de abril, terá como ponto forte personagens inspirados em “Caminho das Índias”, tanto que produtores do humorístico já estiveram nas gravações do Projac fotografando os atores para preparar as caracterizações do elenco do “Casseta”.

Mas enquanto não começa a nova temporada do “Casseta e Planeta” o público pode se contentar com as ótimas charges de Mauricio Ricardo e o seu “Programa de Índio”.


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