
A atriz Alinne Moraes não está gravando a novela “Viver a Vida”, a atriz se recupera, em casa, de uma crise renal.
Com isto, a Globo contratou outra profissional para substituir a personagem Luciana nas cenas em que ela aparece de longe. Ou seja, ela não interage nem tem falas, apenas marca a presença de Luciana no fundo das cenas.
Mas esta não é a primeira vez que mudam uma interprete na teledramaturgia brasileira. Confira outros casos abaixo.
“A Favorita” – Ocorreu a troca com o personagem Marcelo Fontini, que foi assassinado pela vilã da trama. Nos créditos do personagem ele era vivido por Deco Mansilha, que chegou a gravar algumas cenas como o rapaz e que aparecia em propagandas de jornais que ilustravam a “falsa notícia” da morte do empresário paulistano, morto a tiros pela amante. No entanto, quando finalmente a cena do crime foi ao ar, ele foi vivido por Flávio Tolezani.
“Meu Cunhado” – O seriado brasileiro, produzido pelo SBT, sofreu com a mudança da protagonista. A atriz Guilhermina Guinle que fazia o papel da Simone, foi substituída pela colega Luísa Thiré no episódio “Cara nova”. Para justificar a mudança, foi contado que Simone passou por uma cirurgia plástica. O motivo da substituição foi que Guilhermina Guinle saiu da série para atuar na novela “Mulheres apaixonadas” da TV Globo em 2002.
“A Grande Família” – Outro seriado brasileiro de comédia, também teve uma mudança radical em sua primeira versão, que durou de 1972 a 1975. Djenane Machado vivia Bebel, a filha moderninha na primeira temporada, mas foi substituída nos três últimos anos por Maria Cristina Nunes. Boatos dizem que Djenane queria sair do programa pois achava que ele não faria sucesso, a única citação ao fato no programa foi a fala de um personagem que achou Bebel “um pouco diferente”.
“Laços de Família” – Durante a novela ocorreu um caso realmente raro na teledramaturgia mundial. O juiz Siro Darlan da 1ª vara da infância e da juventude do Rio de Janeiro proibiu a participação de menores de idade nas gravações da novela, por causa das cenas de violência e sexo. O veto durou três semanas e coincidiu com o casamento do casal de protagonistas, onde a irmã do galã, Estela, vivida pela atriz Julia Almeida seria a madrinha do casamento. Julia tinha 17 anos na época e foi substituída no altar por outra atriz completamente diferente dela, medida proposital segundo notícias da época. Quando o veto caiu na justiça, Julia voltou a gravar e a dublê desconhecida foi dispensada. Na mesma produção a pequena Larissa Honorato vivia a neta da personagem de Vera Fischer, mas após a cena de um atropelamento a menina ficou tão traumatizada que teve de ser substituída por Júlia Magessi.
“Cristal” – Como novela é uma obra aberta, acidentes realmente podem ocorrer, em “Cristal”, trama produzida pelo SBT em 2006, o ator Giulio Lopes teve um AVC (acidente vascular cerebral) dentro dos estúdios da novela, enquanto gravava a produção. Lopes ficou um mês e meio afastado se recuperando e durante o período foi substituído por Paulo Reis. Quando ele se recuperou voltou à novela.
“O Clone” – Débora Falabella fez de sua personagem, a dependente química Mel, um grande sucesso. No entanto, Débora pegou meningite e teve que se ausentar da novela no momento mais importante de Mel, quando a menina quebra tudo em seu quarto e é internada em uma clinica de reabilitação. A atriz então foi substituída por sua irmã Cynthia Falabella. A semelhança entre ambas era tão grande (e normalmente a câmera só a filmava de longe e de costas) que muitos espectadores não perceberam a troca. Quando Débora melhorou ela voltou a novela e Cynthia ganhou um personagem só para ela, a jovem Monique.
“Cabocla” – Na versão original da novela Cabocla (1979), a protagonista Zuca era vivida por Glória Pires que adoeceu bem no final da trama. Nos dois últimos capítulos ela teve de ser substituída pela atriz Christiane Grossi, que deu fim a trama sendo focalizada somente de perfil ou de costas, mas a mudança ficou clara para os telespectadores da época.
“Toma Lá Dá Cá” – O humorístico também teve trocas radicais em seu elenco. O episódio piloto foi exibido em 29 de dezembro de 2005 e contava com Débora Bloch como Rita e Mitzi Evelyn como Isadora. Quando entrou para a grade fixa da emissora em 2007, a atriz Débora Bloch afirmou que não poderia participar do programa por estar envolvida com outros projetos no teatro e foi substituída por Marisa Orth. A atriz Fernanda Souza passou a fazer o papel de Isadora no lugar da catarinense Mitzi Evelyn sem maiores explicações.
Depois de atuar em “A Favorita” como o Dr. Salvatore e na trilogia “Caminhos do Coração” como a Chefia Oculta, o ator Walmor Chagas (de 78 anos) está gravando a segunda temporada “Filhos do Carnaval“. A série volta ao ar na HBO em setembro.
A primeira apresentadora do programa musical “Som Brasil” da Rede Globo, em sua fase atual, foi Patrícia Pillar, que abandonou a atração para atuar na novela “A Favorita”. Então ela foi substituída pela atriz Letícia Sabatella, que também deixou o comando do musical para também atuar em uma trama das oito, “Caminho das Índias”.
E acabou a
Gloria Perez (foto), autora da atual trama do horário, “Caminho das Índias”, afirmou que deve acabar com esta tradição respondendo a um leitor da revista Minha Novela, na coluna “Converse com a Autora”. Vagner de Araraquara (SP) perguntou: “Você tratará, em sua trama, temas como homossexualismo? Já imaginou um dos indianos homossexual apaixonado por um brasileiro?”
E foram quase 24 horas fora do ar… Tudo culpa de forças diabólicas que invadiram o servidor e derrubaram não apenas este site, mas todos os que fazem parte do grupo Yamato Corporation, que nos patrocina. 



