27
jan
2010
2

Cade a atriz que estava aqui? Luciana será vivida por outra, enquanto Alinne Moraes se recupera em casa!

Alinne Moraes

A atriz Alinne Moraes não está gravando a novela “Viver a Vida”, a atriz se recupera, em casa, de uma crise renal.

Com isto, a Globo contratou outra profissional para substituir a personagem Luciana nas cenas em que ela aparece de longe. Ou seja, ela não interage nem tem falas, apenas marca a presença de Luciana no fundo das cenas.

Mas esta não é a primeira vez que mudam uma interprete na teledramaturgia brasileira. Confira outros casos abaixo.

“A Favorita” – Ocorreu a troca com o personagem Marcelo Fontini, que foi assassinado pela vilã da trama. Nos créditos do personagem ele era vivido por Deco Mansilha, que chegou a gravar algumas cenas como o rapaz e que aparecia em propagandas de jornais que ilustravam a “falsa notícia” da morte do empresário paulistano, morto a tiros pela amante. No entanto, quando finalmente a cena do crime foi ao ar, ele foi vivido por Flávio Tolezani.

“Meu Cunhado” – O seriado brasileiro, produzido pelo SBT, sofreu com a mudança da protagonista. A atriz Guilhermina Guinle que fazia o papel da Simone, foi substituída pela colega Luísa Thiré no episódio “Cara nova”. Para justificar a mudança, foi contado que Simone passou por uma cirurgia plástica. O motivo da substituição foi que Guilhermina Guinle saiu da série para atuar na novela “Mulheres apaixonadas” da TV Globo em 2002.

“A Grande Família” – Outro seriado brasileiro de comédia, também teve uma mudança radical em sua primeira versão, que durou de 1972 a 1975. Djenane Machado vivia Bebel, a filha moderninha na primeira temporada, mas foi substituída nos três últimos anos por Maria Cristina Nunes. Boatos dizem que Djenane queria sair do programa pois achava que ele não faria sucesso, a única citação ao fato no programa foi a fala de um personagem que achou Bebel “um pouco diferente”.

“Laços de Família” – Durante a novela ocorreu um caso realmente raro na teledramaturgia mundial. O juiz Siro Darlan da 1ª vara da infância e da juventude do Rio de Janeiro proibiu a participação de menores de idade nas gravações da novela, por causa das cenas de violência e sexo. O veto durou três semanas e coincidiu com o casamento do casal de protagonistas, onde a irmã do galã, Estela, vivida pela atriz Julia Almeida seria a madrinha do casamento. Julia tinha 17 anos na época e foi substituída no altar por outra atriz completamente diferente dela, medida proposital segundo notícias da época. Quando o veto caiu na justiça, Julia voltou a gravar e a dublê desconhecida foi dispensada. Na mesma produção a pequena Larissa Honorato vivia a neta da personagem de Vera Fischer, mas após a cena de um atropelamento a menina ficou tão traumatizada que teve de ser substituída por Júlia Magessi.

“Cristal” – Como novela é uma obra aberta, acidentes realmente podem ocorrer, em “Cristal”, trama produzida pelo SBT em 2006, o ator Giulio Lopes teve um AVC (acidente vascular cerebral) dentro dos estúdios da novela, enquanto gravava a produção. Lopes ficou um mês e meio afastado se recuperando e durante o período foi substituído por Paulo Reis. Quando ele se recuperou voltou à novela.

“O Clone” – Débora Falabella fez de sua personagem, a dependente química Mel, um grande sucesso. No entanto, Débora pegou meningite e teve que se ausentar da novela no momento mais importante de Mel, quando a menina quebra tudo em seu quarto e é internada em uma clinica de reabilitação. A atriz então foi substituída por sua irmã Cynthia Falabella. A semelhança entre ambas era tão grande (e normalmente a câmera só a filmava de longe e de costas) que muitos espectadores não perceberam a troca. Quando Débora melhorou ela voltou a novela e Cynthia ganhou um personagem só para ela, a jovem Monique.

“Cabocla” – Na versão original da novela Cabocla (1979), a protagonista Zuca era vivida por Glória Pires que adoeceu bem no final da trama. Nos dois últimos capítulos ela teve de ser substituída pela atriz Christiane Grossi, que deu fim a trama sendo focalizada somente de perfil ou de costas, mas a mudança ficou clara para os telespectadores da época.

“Toma Lá Dá Cá” – O humorístico também teve trocas radicais em seu elenco. O episódio piloto foi exibido em 29 de dezembro de 2005 e contava com Débora Bloch como Rita e Mitzi Evelyn como Isadora. Quando entrou para a grade fixa da emissora em 2007, a atriz Débora Bloch afirmou que não poderia participar do programa por estar envolvida com outros projetos no teatro e foi substituída por Marisa Orth. A atriz Fernanda Souza passou a fazer o papel de Isadora no lugar da catarinense Mitzi Evelyn sem maiores explicações.


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17
abr
2009
2

Walmor Chagas é a ‘chefia’ de “Filhos do Carnaval”

Depois de atuar em “A Favorita” como o Dr. Salvatore e na trilogia “Caminhos do Coração” como a Chefia Oculta, o ator Walmor Chagas (de 78 anos) está gravando a segunda temporada “Filhos do Carnaval“. A série volta ao ar na HBO em setembro.

Chagas aparece na pele de Comodoro, o “velho chefão” (nada oculto) da série, cargo que já foi ocupado por Anésio Gebara, que sai de cena por conta da morte de seu interprete, Jece Valadão, em 2006.

“Filhos do Carnaval” estreou em 05 de março de 2006 e teve seis episódios em sua primeira temporada. Uma produção da HBO com a O2 Filmes, foi criada por Cao Hamburger e Elena Soarez. Na segunda temporada da série continuam em cena os ‘filhos’ de Anésio: Anesinho (Felipe Camargo), Claudinho (Enrique Diaz), Brown (Rodrigo dos Santos) e Nilo (Thogun).


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03
abr
2009
0

Camila Pitanga vira apresentadora do “Som Brasil”

A primeira apresentadora do programa musical “Som Brasil” da Rede Globo, em sua fase atual, foi Patrícia Pillar, que abandonou a atração para atuar na novela “A Favorita”. Então ela foi substituída pela atriz Letícia Sabatella, que também deixou o comando do musical para também atuar em uma trama das oito, “Caminho das Índias”.

Agora o programa volta ao ar neste semestre com uma nova apresentadora, Camila Pitanga, que já está gravando o programa musical, que vai ao ar uma sexta-feira por mês após o “Programa do Jô”.

O primeiro “Som Brasil” de 2009 será em homenagem ao cantor Tim Maia. Resta saber até quando Camila ficará na atração, já que ela deve atuar na nova novela das oito (ou seria das nove?) do autor Silvio de Abreu, prevista para estrear no começo de 2010; substituindo “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, que estreia ainda neste ano.


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10
mar
2009
0

Viver a Vida: Taís Araújo será a primeira Helena negra

E acabou a ‘novela’ sobre quem seria a protagonista de “Viver a Vida”, próxima trama das oito/nove da Rede Globo. Mesmo o autor achando a atriz jovem demais pro papel e recusando a principio, Taís Araújo (foto) será a primeira protagonista negra de uma novela das oito.

A primeira novela de Taís foi Tocaia Grande (1995) na extinta TV Manchete. Depois, em 1996, na mesma emissora viveria Xica da Silva (vídeo), na novela homônima, a primeira protagonista negra das telenovelas brasileiras. Em 1997 estreava na Globo na trama “Anjo Mau” e ficou sem fazer nada significativo até 2001 quando fez Selminha Aluada em “Porto dos Milagres”, sua primeira novela das oito.

Em 2004 foi a primeira protagonista afro-descendente de uma novela da rede Globo, foi em “Da Cor do Pecado”. No papel de Preta de Sousa ela quebrou um tabu e virou um sucesso de vez. Agora, depois de viver Alícia Rosa em “A Favorita” ela se prepara para viver a primeira Helena negra de Manoel Carlos em “Viver a Vida”. Sucesso Taís.


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25
fev
2009
0

Uma pedra no “Caminho das Índias”: O Ibope!

A coisa não vai bem para a novela “Caminho das Índias”, segundo o jornal Agora São Paulo, a trama registrou 34,5 pontos no Ibope em seus 25 primeiros capítulos, contra 35,2 de “A Favorita”, considerada o maior fracasso do horário até então.

Alguns especialistas ouvidos pelo jornal tentaram explicar porque a novela não emplacou na audiência. Dentre os motivos estavam as confusas palavras indianas, o casal central que não possui química alguma, a falta de ritmo e a formula desgastada da autora.

Mas pelo menos para algo a novela tem servido. Os humoristas do “Casseta e Planeta” já estão preparando sua sátira para a trama de Gloria Perez. O programa volta ao ar em 14 de abril, terá como ponto forte personagens inspirados em “Caminho das Índias”, tanto que produtores do humorístico já estiveram nas gravações do Projac fotografando os atores para preparar as caracterizações do elenco do “Casseta”.

Mas enquanto não começa a nova temporada do “Casseta e Planeta” o público pode se contentar com as ótimas charges de Mauricio Ricardo e o seu “Programa de Índio”.


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24
fev
2009
5

Gloria Perez não terá gays em “Caminho das Índias”

A tradição de personagens homossexuais em novelas das oito (ou da nove) da Rede Globo parece ter chegado ao fim. Desde 17 de fevereiro de 2003 quando estreou “Mulheres Apaixonadas” (atualmente reprisada em “Vale a Pena Ver de Novo”), toda trama Global deste horário teve pelo menos um personagem representando a comunidade homossexual. Foram no total seis anos e nove novelas seguidas trazendo gays, lésbicas e bissexuais no horário mais nobre da televisão brasileira, com o maior Ibope do país.

Gloria Perez (foto), autora da atual trama do horário, “Caminho das Índias”, afirmou que deve acabar com esta tradição respondendo a um leitor da revista Minha Novela, na coluna “Converse com a Autora”. Vagner de Araraquara (SP) perguntou: “Você tratará, em sua trama, temas como homossexualismo? Já imaginou um dos indianos homossexual apaixonado por um brasileiro?

A autora de “Caminho das Índias”, Gloria Perez, então respondeu:Obrigada pelas palavras carinhosas. Sobre o homossexualismo, Vagner, já abordamos o tema em ‘América’ e acho que há assuntos novos para esta novela. Mas tenho certeza que você vai adorar cada pedacinho da nossa história. Um beijo grande”.

Confira abaixo quais foram as nove novelas das oito consecutivas a abordarem o tema homossexualidade no horário nobre da Rede Globo nos últimos seis anos.

Mulheres Apaixonadas (Manoel Carlos – 2003)
Clara Rezende (Aline Moraes) e Rafaela Godoy (Paula Picarelli) formavam um jovem casal lésbico que se apaixonam enquanto cursam o terceiro colegial, enfrentando o preconceito de colegas do Ensino Médio e dos pais de Clara, mas acabam felizes e juntas no final quando Clara completa a maioridade e termina os estudos. Existia ainda na trama Eugênio (Sylvio Meanda), o secretário/mordomo/amigo gay e ‘assexuado’ da milionária Estela de Azevedo Franco (Lavínia Vlasak).

Celebridade (Gilberto Braga – 2003)
Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu) não media esforços para conseguir o que queria. E no seu rumo ao sucesso e ao dinheiro ela encontrou pelo caminho a rica lésbica Dora Lima (Renata Sorrah). Como resultado, Laura não exitou em ir pra cama com a ricaça para conseguir um contrato milionário.

Senhora do Destino (Aguinaldo Silva – 2004)
Dois casais gays pontuaram a trama que começa a ser reprisa segunda-feira no “Vale a Pena Ver de Novo”. A médica Eleonora Ferreira da Silva (Mylla Christie) começou um namoro com a milionária Jennifer Improtta (Bárbara Borges) para desespero dos pais de ambas, mas no final elas se casaram e adotaram um menino. Já o carnavalesco Ubiracy (Luiz Henrique Nogueira) vivia sempre brigando com Turcão (Marco Villela), que vivia traindo ele com uma mulher da periferia, mas no final eles acabaram juntos.

América (Glória Perez – 2005)
A trama mostrou a dificuldade do jovem Júnior (Bruno Gagliasso) assumir sua homossexualidade perante sua mãe e seus amigos em um ambiente tipicamente rural, onde esperavam que ele se tornasse um grande caubói. Foi neste local que ele conheceu o peão Zeca (Erom Cordeiro) e se apaixonou.

Belíssima (Sílvio de Abreu – 2005)
A trama permaneceu com seus personagens homossexuais no armário até as últimas semanas. Karen (Mônica Torres) não possuía namorados e muitos achavam que ela podia ser lésbica, a confirmação veio quando ela terminou a novela ao lado da sua sócia Rebeca Cavalcanti (Carolina Ferraz), que se descobriu bissexual após se desiludida por vários homens. Já “Gigi” Falcão (Pedro Paulo Rangel) sempre esteve envolvido com mulheres no passado, mas se revelou ‘bi’ no último capítulo ficando com um dos bailarinos do musical que produziu.

Páginas da Vida (Manoel Carlos – 2006)
O médico Rubinho (Fernando Eiras) já surge na trama vivendo um longo e feliz casamento com outro homem, o músico Marcelo Nascimento (Thiago Picchi). Todos sabem da situação sexual dos dois e os respeitam. Eles lidam com muita seriedade com sua forma de vida e terminam a trama virando pais, adotando a criança de sua empregada doméstica. Outro destaque foram os depoimentos reais de homossexuais exibidos ao final de alguns capítulos.

Paraíso Tropical (Gilberto Braga e Ricardo Linhares – 2007)
Novamente surge um casal já formado e bem resolvido na trama, o gerente de hotel Lucas Aboim (Rodrigo Veronese) é casado com o recepcionista Tiago Batista (Sérgio Abreu) e ambos moram juntos, sendo que no trabalho todos sabem da relação de ambos. Diferente deles vivia o homossexual Hugo (Marcelo Laham) que inventou um casamento falso com a vilã Taís (Alessandra Negrini) para esconder dos pais seu namoro com o jovem Felipe (Miguel Kelner). Mais pra frente conhecemos Carolina (Rogéria), uma transexual extremamente final e educada, que é amiga de Virginia (Yoná Magalhães) e escandalizou Iracema (Daisy Lúcidi).

Duas Caras (Aguinaldo Silva – 2007)
Bernardinho (Thiago Mendonça) teve dificuldades de ser aceito como homossexual pelo pai e pela madrasta, mas encontrou conforto com a amiga Dália (Leona Cavalli). Mas Heraldo (Alexandre Slavieiro) também se apaixonou por Dália e assim eles passaram a viver um caso a três e dormirem na mesma cama. Enquanto Bernardinho passava a se envolver com Dália, Heraldo passava a aceitar os carinhos do amigo. Mas surgiu na história o bissexual Carlão (Lugui Palhares), que após enganar Bernardinho, se apaixonou pelo rapaz e ambos acabaram se casando no final da história, registrando em cartório sua união. Ainda existia a trama do falso gay Jojô (Wilson dos Santos), que na verdade era casado com Eunice (Gottsha), mas escondia isto, porque tinha vergonha de dizer que era hétero.

A Favorita (João Emanuel Carneiro – 2008)
Maria do Céu (Deborah Secco) terminou a novela com o bissexual Orlandinho (Iran Malfitano), que tinha se casado com ela apenas por interesse, mas na verdade era apaixonado pelo amigo Halley (Cauã Reymond). Descobrimos depois que a mesma confusão sexual já tinha ocorrido com o pai de Orlandinho, seu Darcy (Luiz Bacelli). Em uma outra trama conhecemos Stela (Paula Burlamaqui) que já foi casada por muitos anos com outra mulher, e que juntas criaram um filho chamado Gabriel (Bruno Bezerra). A bondade e carinho de Stela conquistaram Catarina (Lilia Cabral), deixando em aberto se ela terá uma relação lésbica com a amiga no futuro.

Os melhores momentos dos dez últimos anos de casais gays no horário nobre da teledramaturgia brasileira


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22
fev
2009
0

“Caminho das Índias” empatado com “A Favorita”

Os primeiros 25 capítulos da novela “Caminho das Índias” conseguiu registrar uma média de 35 pontos de audiência, segundo o Ibope, em São Paulo. Estes são exatamente os mesmos números que “A Favorita” conquistou no mesmo período.

Será que a trama indiana de Gloria Perez conseguirá subir no Ibope? Talvez com alguma grande mudança consiga, igual ao que João Emanuel Carneiro fez com a história de que Flora era a grande vilã e não Donatela. Vamos acompanhar…


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17
fev
2009
0

Nós voltamos! Forças do mal atacaram o servidor…

E foram quase 24 horas fora do ar… Tudo culpa de forças diabólicas que invadiram o servidor e derrubaram não apenas este site, mas todos os que fazem parte do grupo Yamato Corporation, que nos patrocina.

Mas com tudo normalizado, voltamos ao mundo normal com uma nova enquete no menu ao lado: “Qual novela Vale a Pena Ver de Novo?”. Vote, participe, diga qual trama você gostaria que fosse reprisada.

Enquanto isto, ao lado, você confere o resultado da última enquete, mostrando que o público gosta mesmo é das vilãs, a Flora foi ‘a favorita’ de nossos leitores.


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